Da argila ao digital: uma breve história do livro

— Mesopotâmia: barras de argila eram usadas como suporte para as publicações

— Egito: rolos de papiro (planta)

— Grécia e Roma: os primeiros livreiros e as primeiras “casas de copiagem”, ou scriptoria ; a BIBLIOTECA DE ALEXANDRIA chegou a ter 700.000 rolos de papiro em um momento de sua história

— Século I d.C. : surge o códex, volume de páginas de pergaminho, amarradas de um dos lados, podendo ser folheada; o códex perdurou por toda a Idade Média; aqui também marca o início das editoras, com o processo sendo feito em conventos. As linhas de produção editorial incluíam copistas, revisores e ilustradores, cada um executando funções distintas, mas coordenadas

— Século XII: aparecem os negociantes, copiadores profissionais e fornecedores de livros, ligados às universidades. organizam-se em corporações e assumem o monopólio de sua própria profissão.

— Século XV: dois acontecimentos vitais são a introdução do papel e do tipo móvel. O incunábulo: livros paginados e com frontispícios com marca do editor e data de publicação. O papel da Reforma e da contra-reforma na expansão dos livros e o aparecimento da Censura.

— Século XVI; a população da Inglaterra se alfabetiza em 100% (até aqui, 60% já era alfabetizada)

— Século XVIII: cresce a ideia de que a erudição se ganha com Leitura; cresce o índice de alfabetização entre as mulheres; publicação das grandes Enciclopédias, como a Enciclopédia Britânica; em 1710 , promulgado o British Copyright Act (LEI BRITÃNICA DOS DIREITOS AUTORAIS); 2 milhões de livros publicados no mundo

— Século XIX: 8 milhões de livros publicados; por volta de 1900, uma novela best-seller vendia 600.000 exemplares no mundo de língua inglesa; a urbanização, a industrialização e a educação impulsionam o mercado de livros

Século XX: um novo suporte para o texto, telas!, e eis que contamos com um novo recurso para a publicação e a leitura: o e-book, o livro digital.

Sá Digital: um capítulo na história do livro