Sá Digital – Privacy Policy

 

Respeitamos as regras internacionais de privacidade da internet e abaixo, explanamos como nos comportamos sobre segurança de dados do usuário de nossos aplicativos.

“We collect but do not link personal and activity data. We use technologies like cookies, web beacons or unique device identifiers to anonymously identify your computer or device so we can deliver a better experience. Our systems also log information like your browser, operating system and IP address. We also may collect personally identifiable information that you voluntarily provide to us, such as an e-mail address. You may choose to unsubscribe to e-mail notifications at any time. Our systems are not designed to associate personal information with your activities.

We do not store or share your precise location. We do not use or collect your precise geographic location.

We do not knowingly contact or collect personal information from children under 13. If you believe we have inadvertently collected such information, please contact us so we can promptly obtain parental consent or remove the information.

We keep personal data until you delete it and we don’t share your personal data with other companies.

We remove personally identifiable information and any other information associated with your account promptly after you choose to unsubscribe. We may retain email information indefinitely while subscribed. We generally do not share personally identifiable information with other companies.

No ad companies collect data through our service. We do not allow advertising companies to collect data through our service for ad targeting.

You can ask privacy questions. If you have any questions or concerns about our privacy policies, please contact us: comercial@saeditora.com.br

Analytics providers access data on our behalf. Analytics companies may access anonymous data (such as your IP address or device ID) to help us understand how our services are used. They use this data solely on our behalf. They do not share it except in aggregate form; no data is shared as to any individual user. Below is company privacy policy that govern their use of data:

“Flurry Analytics provides accurate, real time data to developers about how consumers use their mobile applications, as well as how applications are performing across different handsets. Application developers receive anonymous, aggregated usage and performance data, as well as robust reporting and analysis tools. With this data, developers can identify issues and opportunities, create a more informed product roadmap, increase retention and grow their user base.”

 Special situations may require disclosure of your data. To operate the service, we also may make identifiable and anonymous information available to third parties in these limited circumstances: (1) with your express consent, (2) when we have a good faith belief it is required by law, (3) when we have a good faith belief it is necessary to protect our rights or property, or (4) to any successor in a merger or acquisition. We will attempt to notify you in any such case, to the extent permitted by law to do so.

This privacy policy was created in 2017, May,23 . Our privacy policy may change from time to time. If we make any material changes to our policies, we will place a prominent notice on our website or application.”

IF YOU HAVE ANY PROBLEM ABOUT OUR APP, PLEASE, CONTACT comercial@saeditora.com.br

Caso você tenha necessidade de nos contatar sobre problemas ou dúvidas em relação ao nossos apps, escreva para comercial@saeditora.com.br

 

Sá Editora/Sá Digital www.saeditora.com.br

 

Lançamento livro digital infantil 2: A GALINHA JUREMA EM: O PRIMEIRO PASSEIO

Mais uma historinha da Jurema, do galo Gonçalo e seus pintinhos. Dessa vez, a família inteira vai passear na cidade! É o primeiro passeio dos filhinhos… Leia no digital!

Indicado para faixa etária de 02 a 5 anos

Preço nas livrarias digitais: 9,90

No Rio de Janeiro, leitura contra a violência

 

A imagem pode conter: 2 pessoas, atividades ao ar livre
Luiz Oliveira para Livros & Educação

EDUCAÇÃO, TECNOLOGIA E VIOLÊNCIA
Tiroteios criam novo modelo de ensino à distância

Professores de colégio na Maré desenvolvem aplicativo que leva aulas e avaliações para celulares

Três professores da rede municipal de ensino, preocupados com os constantes tiroteios na Favela Nova Holanda, no Complexo da Maré, desenvolveram um aplicativo que permite a estudantes terem acesso ao conteúdo escolar e interagirem com os professores mesmo longe das salas de aula. O projeto está em fase de testes numa das unidades do moderno conglomerado educacional da região. A ideia já foi “comprada” pela Secretaria de Educação da cidade, que estuda uma forma de disseminá-la para outras escolas em regiões conflagradas.

ANA BRANCO O Globo 7 maio 2017.

Em teste. Thauany Ferreira e Maria Eduarda Teixeira testam o aplicativo na escola: projeto, que deve ser implantado daqui a um mês, vai beneficiar 400 alunos
Desenvolvido pelo professor de matemática e analista de sistemas Jorge da Costa Silva, o Lace (Laboratório Ampliado de Convivência Escolar) foi criado a partir de ferramentas gratuitas com objetivos pedagógicos, que contou com a participação do professor de Língua Portuguesa, Alex de Souza, e da diretorageral do Ginásio Carioca Olimpíadas 2016, Ana Flávia Teixeira Veras. Com o aplicativo, os estudantes terão acesso ao conteúdo das aulas, a reposições, a vídeos, às avaliações, aos jogos educacionais e à interação com os professores. A intenção é estender o ambiente escolar para fora da sala de aula.
— Desde o início, nosso desejo era criar um espaço que os alunos usassem nos dias de interrupções devido a conflitos armados ou qualquer outro motivo — afirma Alex de Souza.

CONFRONTOS QUASE DIÁRIOS
Um dos locais mais violentos de toda a Maré, a Nova Holanda faz divisa com a Baixa do Sapateiro, dominada por uma facção rival — o que faz com que os confrontos na área, batizada de Faixa de Gaza, sejam constantes. É por causa dessa rotina violenta que o Ginásio Carioca Olimpíadas 2016 já interrompeu as atividades 12 vezes este ano. Ao longo de 2016, houve 17 dias sem aulas.
— Estudei a minha vida inteira em escola pública. A escola é onde temos a possibilidade de fazer escolhas. Eu, por exemplo, frequentei o mesmo colégio que Fernandinho Beira-Mar, mas fiz a minha opção. Hoje, como diretora de uma escola dentro de uma favela, me sinto muito frustrada a cada vez que preciso fechar a unidade por causa da violência. Não podemos negar o acesso à educação — ressaltou Ana Flávia.
Em testes há três semanas, o aplicativo deverá se tornar parte da rotina dos 400 estudantes da unidade dentro de 30 dias. Alunas do 8º ano, Thauany Ferreira e Maria Eduarda Vieira estão ansiosas pelo uso da ferramenta.

MATEMÁTICA MAIS DIVERTIDA
Por enquanto, apenas um grupo de 20 alunos explora a plataforma digital. Uma delas é Alane Araújo, de 13 anos. Aluna do 7º ano, ela afirma que as aulas de matemática pelo aplicativo são mais interessantes:
— Gosto muito de estudar matemática pelo aplicativo, porque as aulas são através de jogos com diferentes níveis e fases. Então, a cada fase que eu passo, mais interessante e convidativo fica.
A possibilidade de conversar com os professores fora da escola é o que chama a atenção de Kauan da Costa, de 13 anos. Nascido e criado na Nova Holanda, ele confessa ficar triste quando é impedido de frequentar a escola por causa da violência:
— Esse aplicativo me dá a chance de estudar mesmo sem estar na escola. Eu posso conversar com os professores, tirar dúvidas e aprender.
O aplicativo já conquistou o secretário municipal de Educação, Cesar Benjamin, que deu o pontapé inicial para levar a iniciativa a todas as outras escolas da rede. Um grupo de estudos com profissionais de informática foi criado para encontrar uma forma de ampliar o alcance da ideia.
— Foi uma ideia muito criativa de professores que estão em campo, sujeitos a essa situação, e demonstraram todo seu amor à educação — diz Benjamin.
Ainda não há uma data definida para o lançamento do aplicativo na rede municipal. Para o secretário, no entanto, a onda de violência que atinge várias regiões do Rio vai acelerar o processo:
— Estou preocupado porque o Rio corre o risco de se inviabilizar econômica, social e culturalmente. A educação, especificamente, precisa de paz. É claro que a violência acelera e torna mais importante esse tipo de ação. É interessante também porque recebemos uma pressão de alunos que não querem perder aulas.

ELIANA SÁ ABRINDO AGENDA PARA PALESTRAS DE DIVULGAÇÃO DA LEITURA

ABRINDO AGENDA PARA PALESTRAS DE DIVULGAÇÃO DA LEITURA ouvindo o leitor que há em cada um, criando coletivamente, este o espírito das OFICINAS E PALESTRAS que a editora Eliana Sá, da Sá Editora,  conduz para crianças, jovens e adultos.

“Em nossas oficinas e palestras, falamos de leitura desde o Braille ao Digital, da história do livro e de como a Leitura, em qualquer suporte, papiro, papel, tela de tablet, faz parte da história social da Humanidade, pois é ela que transmite o conhecimento de geração a geração, ” diz Eliana Sá, uma profissional com mais de 30 anos de carreira como editora, proprietária de editora e autora de livros.

As oficinas e palestras podem ser formatadas para idades e públicos de tamanho variado, também em sua duração. 
“Estamos abrindo agenda para este ano para feiras, escolas, instituições, condomínios. Fale conosco!”

 

Nossos infantis sendo lidos por crianças na África

A autora Eliana Sá doou seis livros que escreveu e publicou no Brasil para a Biblioteca do Worldreader. Eles estão começando a ser lidos por crianças na África, em celulares, gratuitamente.” Acho este programa simplesmente o máximo e meu sonho seria desenvolver algo assim aqui no Brasil” — comentou Eliana Sá.

Conheça o programa que incentiva a leitura pelo celular em vários países do Terceiro Mundo!