Síndrome do pânico faz mulher não sair do carro por 4 meses
13.7.2010 10h30m
Mulher passa quatro meses vivendo em estacionamento de hospital
A administradora de empresas Linsey foi até o estacionamento de um hospital de Wishaw (Inglaterra) e de lá não saiu por quatro meses. Sim, a britânica de 30 anos morou no estacionamento durante 120 dias! Não saía de lá para nada. Até para trabalhar. Com ajuda de um laptop e um celular dava conta de suas obrigações na empresa. Lynsey passou – pasme! – a noite de Natal no Renault preto estacionado. O motivo: um ataque fortíssimo da síndrome do pânico.
“Pensar em voltar para casar me aterrorizava. Sabia que tinha que ficar lá. Era o único lugar em que me sentia segura”, disse Lynsey ao “News of the World”. A sensação de segurança vinha da proximidade dos médicos, caso a britânica precisasse de atendimento. E a casa dela ficava a apenas 4 quilômetros e meio do hospital.
O namorado de Lynsey era quem a ajudava a se manter no estacionamento. Ele levou um saco de dormir e sempre abastecia a amada com alimentos, água e dinheiro. Ele a visitava diariamente. A britânica tomava banho no hospital.
Lynsey enfrentou até o rigoroso inverno dentro do carro:
“Um dia acordei tremendo. Havia gelo dentro do carro. Estava sozinha, mas também assustada, para voltar para casa.”
Lynsey conseguiu voltar para casa e agora passa por tratamento psicológico. Scott continua com ela.
Segundo Máera Moretto, autora do livro O MESTRE DO SEU SISTEMA, lançado recentemente pela Sá Editora, o pânico pode ser tratado pela acupuntura e pela Medicina Tradicional Chinesa, veja mais na página do livro em www.saeditora.com.br

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A Sá Editora, por ocasião da 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, lança a edição em braille do livro “Feche os Olhos para Ver melhor”, do autor Sérgio Sá. O livro fala de como viver num mundo onde a visão é priorizada e retrata o ensinamento da pessoa cega para a valorização dos outros sentidos do corpo. O Governo Federal já adquiriu uma grande quantidade de exemplares para distribuir em escolas de todo o Brasil especializadas no tema. O Braille, inventado pelo francês Louis Braille, em 1829, permite a leitura por meio do tato em contato com pontos de alto relevo, que ficam em diferentes posições.De acordo a proprietária da editora, Eliana Sá, é muita escassa a literatura em Braille no País e esta é uma forma de contribuir para a disseminação do conhecimento através desse código de leitura. “Hoje em dia as pessoas acham que as pessoas com deficiência visual se contentariam com o livro falado. Nós achamos fundamental que elas leiam, para que aprendam como as palavras são escritas. O livro falado não faz a leitura individual, e é mais difícil passar rápido ou voltar na página ou no trecho desejado”, esclarece.



