Síndrome do pânico faz mulher não sair do carro por 4 meses

Síndrome do pânico "imobiliza" mulher dentro do carro por 4 meses

Enviado por Fernando Moreira
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13.7.2010  10h30m

Mulher passa quatro meses vivendo em estacionamento de hospital

A administradora de empresas Linsey foi até o estacionamento de um hospital de Wishaw (Inglaterra) e de lá não saiu por quatro meses. Sim, a britânica de 30 anos morou no estacionamento durante 120 dias! Não saía de lá para nada. Até para trabalhar. Com ajuda de um laptop e um celular dava conta de suas obrigações na empresa. Lynsey passou – pasme! – a noite de Natal no Renault preto estacionado. O motivo: um ataque fortíssimo da síndrome do pânico.

“Pensar em voltar para casar me aterrorizava. Sabia que tinha que ficar lá. Era o único lugar em que me sentia segura”, disse Lynsey ao “News of the World”. A sensação de segurança vinha da proximidade dos médicos, caso a britânica precisasse de atendimento. E a casa dela ficava a apenas 4 quilômetros e meio do hospital.

O namorado de Lynsey era quem a ajudava a se manter no estacionamento. Ele levou um saco de dormir e sempre abastecia a amada com alimentos, água e dinheiro. Ele a visitava diariamente. A britânica tomava banho no hospital.

Lynsey enfrentou até o rigoroso inverno dentro do carro:

“Um dia acordei tremendo. Havia gelo dentro do carro. Estava sozinha, mas também assustada, para voltar para casa.”

Lynsey conseguiu voltar para casa e agora passa por tratamento psicológico. Scott continua com ela.

Segundo Máera Moretto, autora do livro O MESTRE DO SEU SISTEMA, lançado recentemente pela Sá Editora, o pânico pode ser tratado pela acupuntura e pela Medicina Tradicional Chinesa, veja mais na página do livro em www.saeditora.com.br

VELÓRIOS INUSITADOS: conte a sua história de velório e concorra a um livro autografado

 

 

 

 

 

 

VELÓRIOS INUSITADOS, o livro do jornalista Mário Marinho, conta causos passados  em velórios e mostra bom-humor até na hora da morte, o que prova que o que vale é levar a vida com alegria e descontração é a melhor receita para viver bem.

 

 

A MORTE TEM GRAÇA?

Muitos  leitores têm nos contatado para contar histórias reais que se passaram em velórios ou enterros, dignas de gargalhadas. Você também deve ter a sua e essa história pode estar no VELÓRIOS INUSITADOS 2 que o Mário já começa a preparar.

Escreva pra nós, conte sua história de forma simples, como você a vivenciou ou ouviu contar; depois o Mário se encarrega de redigir para o livro, acrescentando sua experiência de jornalista e escritor.

As 3 melhores histórias vão ganhar livros autografados pelo Mário. Tá valendo o espaço abaixo para você!

Afinal, a morte tem graça?

Siga o Mestre Shen Menn no Twitter: ele é O MESTRE DO SEU SISTEMA

A autora Máera Moretto abriu outro canal de comunicação com seus leitores: @Shen Menn – o twitter do livro “O mestre do seu sistema: o caminho de volta da ansiedade e da síndrome do pânico”.

Máera diz que através da rede social, pretende trocar mensagens de equilíbrio e suporte emocional, reforçando as ideias de seu livro;

@shenmenn pode ser seu aliado! Siga o mestre!

Encontros na Bienal do Livro +

Lara, da Fundação Laramara, recebe livro em Braille de Eliana Sá (à esq)

Pablo de la Vega, da Feira de Guadalajara, visita o stand da Sá
Marielza Augelli, jornalista, Marco, editora alemã Wagenbach, Máera Moretto e seu marido Jefferson
Milady Flores, a lady livreira do Ceará
Cristiana (Canção Nova), Marifé (FKF BookFair) e Eliana Sá (Sá)

Sá Editora na Band: assista o vídeo sobre a Bienal do Livro com nosso autor, Mário Marinho

Eliana Sá: publicamos um romance GLTB premiado e sedutor

Confiram a resenha publicada no blog Bota Dentro

/Categorizado | Cultura, Lésbica

Postado by Gustavo Miranda –  Babyji, um romance lésbico sedutor

 

Terminei um dia desses a leitura de um romance lésbico cujo cenário é a Índia e suas tradições. (…) Mas assim que soube do lançamento do livro Babyji, da romancista indiana Abha Dawesar, pela Sá Editora, não tive dúvidas que poderia descobrir na obra uma agradável surpresa.
Não sei se a certeza estava baseada em dois filmes que assisti e que também tinham os costumes indianos como pano de fundo – As delícias celestiais de Nina, que já elogiei aqui, e Fire (que também gostei bastante), mas a verdade é que eu estava certa.
A história da adolescente Anamika (Babyji), que vive em Nova Déli, é mesmo uma delícia. A garota de 16 anos é um gênio na escola (principalmente em Física Quântica), lê o Kama sutra escondida e atrai olhares de homens e mulheres (de todas as idades). Além disso, ao mesmo tempo em que se descobre sexualmente (ela seduz uma mulher mais velha, a empregada da família e uma colega de classe), questiona o sistema de castas indiano, o conservadorismo do país e temas como a homossexualidade e a religião.
Coincidentemente enquanto terminava minha leitura, tive outra agradável surpresa daquele país: a decisão (acertadíssima) de derrubar uma lei herdada dos britânicos há 150 anos e que considerava a homossexualidade crime sujeito dez anos de prisão. Um absurdo ainda mais para um lugar que tem um príncipe gay – Manvendra Gohil -, aquele que esteve no Brasil em junho para participar da Parada Gay de São Paulo. (Infelizmente as últimas notícias que li a respeito davam conta da possibilidade da Suprema Corte de Nova Déli retroceder em sua decisão).
De qualquer forma fica aqui a dica: Babyji é uma leitura agradável e sedutora. Tão sedutora quanto a protagonista da história, que de tantos romances já foi até chamada por uma amiga minha de Shane (personagem de The L Word que pega quase toda a mulherada durante as seis temporadas da série) indiana.

384 páginas | R$ 44,90 Marcadores:

 

Leitores visitam Sá Editora na Bienal do Livro

Meninas bonitas que visitaram o nosso stand na Bienal e tiraram foto com a Eliana Sá, escrevam pra nós; contem suas impressões sobre a visita, o que andam lendo, etc!

LIBRE divulga CARTA ABERTA AOS CANDIDATOS

Mercadante recebe carta aberta da Libre das mãos de sua vice-presidente, Eliana Sá

PAINEL DAS LETRAS

MARCOS FLAMÍNIO PERES

Luta de classes na Bienal

Estimativas de editoras maiores, como Companhia das Letras e Zahar, já apontam aumento significativo do número de títulos adquiridos na Bienal do Livro de SP. Mas aquelas com menor estrutura e poder de fogo, reunidas em torno da Libre (Liga Brasileira de Editoras), acabam de divulgar carta de propostas para setor em que reivindicam medidas como política de preço único, desconto para os “long-sellers” (livros de caráter menos comercial), isenção de IPTU e linhas especiais de crédito para a área. Mas talvez as propostas que prometem mais barulho sejam a exigência de cotas mínimas para editoras pequenas e médias em compras governamentais e a limitar empresas de capital estrangeiro no setor. Leia em primeira mão a íntegra do documento em www.folha.com.br/il786103.

Sá Editora no blog da UNESP

Editora lança obra em Braille sobre os sentidos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Deisy Fernanda Feitosa   
Sex, 20 de Agosto de 2010 18:08
A Sá Editora, por ocasião da 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, lança a edição em braille do livro “Feche os Olhos para Ver melhor”, do autor Sérgio Sá. O livro fala de como viver num mundo onde a visão é priorizada e retrata o ensinamento da pessoa cega para a valorização dos outros sentidos do corpo. O Governo Federal  já adquiriu uma grande quantidade de exemplares para distribuir em escolas de todo o Brasil especializadas no tema. O Braille, inventado pelo francês Louis Braille, em 1829, permite a leitura por meio do tato em contato com pontos de alto relevo, que ficam em diferentes posições.De acordo a proprietária da editora, Eliana Sá, é muita escassa a literatura em Braille no País e esta é uma forma de contribuir para a disseminação do conhecimento através desse código de leitura. “Hoje em dia as pessoas acham que as pessoas com deficiência visual se contentariam com o livro falado. Nós achamos fundamental que elas leiam, para que aprendam como as palavras são escritas. O livro falado não faz a leitura individual, e é mais difícil passar rápido ou voltar na página ou no trecho desejado”, esclarece.

A editora diz que publicar o livro de Sérgio Sá significa oferecer literatura atual em braille, uma vez que existem cerca de um milhão e meio de pessoas cegas e geralmente elas só têm acesso a livros didáticos que recebem por meio de doações. Eliana elogia a sensibilidade do autor em explorar o tema. “O livro diz para nós como videntes utilizarmos outros sentidos, pois muitas vezes esquecemos da visão, do tato, do paladar e da pele para sentir as coisas. Se nós pensarmos que o mundo da imagem não é o mais importante, podemos começar a crescer muito interiormente. Podemos até fechar os olhos para vermos melhor”, explica.

Todas as lições apreendidas por Eliana Sá têm uma explicação: ela compartilha os dias com o irmão mais jovem, deficiente visual, o próprio Sérgio Sá, autor do livro. “Ainda criança aprendi brincar do jeito dele, de olho fechado, com a criatividade, a cabeça e não só com brinquedos pré-fabricados, mas com o som das palavras e das coisas”, conta. “É uma grande experiência de vida, ter esse irmão com essas dificuldades porque ele me abriu os olhos para uma série de outras coisas”.

Hoje Sérgio Sá é músico, compositor, maestro, chegou a trabalhar com o músico Stevie Wonder, nos EUA, arranjou discos de Gilberto Gil e compôs canções famosas do cantor Fábio Júnior, como “O Que é Que Há” e “Eu Me Rendo”. Ele já gravou CD´s e é o autor do jingle da voz do Brasil.

O livro está distribuído em dois volumes e pode ser encontrado no próprio site da Sá Editora, no valor de R$ 59,90. Existe também a versão em tinta.

Eliana: “Podemos até fechar os         Sérgio Sá: “Meu livro não é um manual
olhos para ver melhor”"                       para cegos ou só para videntes”

Editora diz que literatura em braille no Brasil é muito escassa 

Fotos: Gabriel Roman

VELÓRIOS INUSITADOS – veja as fotos do festivo lançamento

Acesse o site do Mário Marinho e veja:

http://www.blogdomariomarinho.blogspot.com/

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