“Cachola literária” resenha FELIZ ANIVERSÁRIO, QUERIDA ESTRANHA

Primeiramente, devo dizer que me surpreendi muito com o livro, pois quando decide resenhá-lo eu tinha uma visão bem diferente do que se tratava a estória.Imaginei que encontraria um estória de suspense mas, ao adentrar na narrativa, percebi que algo de muito diferente estava por vir.

Feliz Aniversário,Querida Estranha apresenta-nos Sara; uma adolescente mal humorada,temperamental e muito arredia. Como se não bastasse tamanha pertinácia,Sara estava completando seus 17 anos e sentia-se extremamente infeliz por ninguém lembrar de seu aniversário. Sara era a típica adolescente rebelde que não media suas palavras para ofender o próximo. Isso agravava-se muito,pois sua mãe a obrigava frequentar um psicanalista. Sara vivia sempre muito só, sempre com pensamentos muito pessimistas em relação à vida por se considerar uma criatura estranha.
Apesar de, querer demonstrar que não se importava com a data em questão, Sara passava o tempo todo à espera de um SMS, enviado por seu único amigo Tatá ou mesmo de sua mãe. Definitivamente,Sara odiava aquela data. Ninguém lembrara de seu aniversário.
Como de costume, a mãe da Sara a leva ao prédio onde faz terapia e ao chegar lá, Sara é obrigada a esperar pelo atendimento.É nesse exato momento que tudo acontecerá.
Sara conhecerá Francisco no saguão do prédio.Ambos estarão no lugar e na hora errada e serão surpreendidos por bandidos que assaltam o prédio. Eles trancam Sara e Francisco no almoxarifado e a partir daí, ambos enfrentaram seus medos e angústias.
Trancafiados num cubículo, Sara destilará seu veneno sobre Francisco sendo grosseira e muito arredia.Já Francisco com toda sua tranquilidade e sensatez mostrará para Sara que nem tudo na vida é o que aparenta ser.
O livro é sensacional. A narrativa é envolvente e cativante.A autora insere diversos trechos de músicas,já que Sara tem como ídolos Nirvana, Radiohead,entre outros ícones do rock. O livro tem uma linda mensagem a passar, dosando intensos conflitos familiares vividos por ambos protagonistas.
Feliz Aniversário,Querida Estranha é uma estória de sonhos interrompidos, de sentimentos repreendidos e acima de tudo, é um livro que prima o conflito entre duas gerações, que apresenta a visão de cada uma delas a respeito de seus sentimentos.
Com uma linguagem simples e objetiva, a autora brinca com o universo jovem inserindo diálogos e referências desse mundo. Com certeza, o público jovem irá se identificar com a estória devida sua proximidade com a realidade. Na companhia de Francisco, Sara viverá uma experiência inesquecível.É através desse encontro que, ambos analisarão suas vidas ponto a ponto.
O livro é um grande convite ao autoconhecimento. Pois, Sara representa a figura da adolescente que sempre acha que está certa diante das suas convicções, sem se preocupar com o sentimento alheio. Francisco é um homem de 40 anos, mal resolvido na vida pessoal e profissional e sem nenhuma expectativa.Ambos enfrentarão seus medos diante dessa situação tão inusitada. O livro é narrado em 1ª pessoa e Tatiana(autora) insere alguns palavrões na narrativa fazendo com que dê mais realidade à fala de uma adolescente destemida e rabugenta como Sara.
Feliz Aniversário,Querida Estranha possui uma narrativa descontraída e leva o leitor a dar muitas risadas com as comparações e reflexões de Sara. É muito difícil falar sobre o livro sem soltar algum spoiler sobre ele.Por isso, não há como aprofundar-se mais sobre a estória. Só tenho muitos elogios a fazer à editora pela excelente diagramação do livro.A capa dele é muito bonita.E claro,parabenizo à autora pela belíssima estória que construiu com muita delicadeza e profundidade. Sendo assim,recomendo à leitura e compartilho alguns trechos marcantes do livro para que possam desfrutar dessa linda estória.

“Sabe,Sara…todos nós…em algum momentos de nossas vidas…agimos como coveiros,sepultando dia após dia as nossas dores…”

“Eu odeio pessoas que escrevem blogs, não gostaria nunca de me tornar uma delas. Aliás, eu não sei se odeio mais as pessoas que escrevem blogs ou as que leem blogs.”

“Parece que hoje temos que ter um orgulho tranquilo daquilo que nos tornamos, ainda que nos achemos uns merdas. Na nossa sociedade não há mais espaço para os grandes frustrados,fracassados,derrotados,arrependidos. Estamos sempre tentando ver o lado bom das coisas e, quando ele não existe,o inventamos.”

” A vida de algumas pessoas cabe num parágrafo. Acho que a minha cabe num guardanapo de bar e ainda sobra espaço pra ilustração.”

Enfim, emocione-se a cada parágrafo dessa linda estória. Vale muito a pena conferir. Espero que tenham curtido a resenha e que comentem bastante!
Até a próxima!

Folha de São Paulo resenha “A verdadeira história da cachaça”

 

Autor responde: recebemos uma carta de  Messias Cavalcante , autor do livro, que responde a algumas das questões levantadas pela jornalista da Folha de São Paulo; vale a pena ler!

Deixo abaixo alguns comentários sobre a resenha da Cristiana:
1. Quanto a “erros banais, troca de letras e falta de concordância”, acredito que a resenhista esteja se referindo aos textos “de diferentes épocas” que são reproduzidos ao longo do livro. Alguns deles remontam ao século XVI e foram redigidos obedecendo ao original. Outros, produzidos em séculos mais recentes, foram criados de acordo com a escrita de suas épocas e não necessariamente por pessoas versadas na difícil arte de transmitir idéias através da escrita.
2. Já no que se refere à “má escolha no formato das numerosas citações e a falta de padrão…” imagino que a resenhista não está familiarizada com as Normas ABNT de citação bibliográfica. Recomendo uma consulta à Norma ABNT 10520-2002 e poderá ser observado que as citações do  texto seguem da primeira à última página o mesmo formato e o mesmo padrão.
3. Acho muito ousado a Cristiana afirmar que o autor “não é escritor”, mas trata-se de sua opinião. Com certeza ela desconhece outras dezenas de escritos meus na área da não ficção publicados no Brasil e no exterior.
4. Ao afirmar que “Cavalcante se perca em digressões e faça remissões sucessivas a um mesmo argumento” passou despercebido pela resenhista (que ela é, mas não especialista em história da cachaça) que o objetivo do livro é derrubar meias verdades ou mesmo até afirmações desprovidas de fundamentos que há em vários escritos sobre o assunto. Para tanto foi utilizada a técnica de repetir argumentos e discorrer repetidamente sobre os mesmos.
5. Por último, os pontos principais do livro não foram sequer mencionados pela resenhista, que são justamente os argumentos que tentam desmitificar inverdades sobre a cachaça. Para tanto foi necessário abordar as mesmas afirmações repetidamente e com dados de diferentes fontes. O que se destaca no livro é:
- Não foram os escravos, africanos ou índios, que inventaram a cachaça.
- A cachaça é apenas um tipo de rum.
- Não foi descoberto nenhum documento da época que mencione a produção ou presença da cachaça no Brasil no século XVI.
- A cachaça não foi necessariamente ‘inventada’ no Brasil, podendo o ter sido em qualquer outro país das Américas no século XVII, ou mesmo na Europa ou Ásia em séculos anteriores.
Abraços    Messias

 

 

Livros: janelas para o mundo atual! Viaje por realidades distantes, acompanhando os relatos de quem já foi lá!

Conheça nossos lançamentos que informam e atualizam enquanto falam de conflitos atuais, numa leitura envolvente, rica em imaginação e criatividade de grandes autores.

– Turquia: as memórias de uma refugiada num país de sonhos

As preces são imutáveis  Tuna  Kiremitçi

– Índia: uma jovem desperta para a sensualidade e luta contra o sistema de castas

Babyji, Abha Dawesar

– Palestina/Israel : uma mulher-bomba se explode deixando um mistério para seu marido resolver

O atentado – Yasmina Khadra

– Afeganistão: a traidora deve ser apedrejada até a morte?

As andorinhas de Cabul – Yasmina Khadra

– Iraque: apenas um universitário e tem que virar um terrorissta contra os amercianos?

As sirenas de Bagdá – Yasmina Khadra

ÁFRICA: um  viagem por terra pelo continente  atravessando países e conhecendo a realidade cruel e fascinante de um povo.

Baía dos Tigres - Pedro Rosa Mendes

HIMALAIA

A morada dos Deuses : um repórter nas trilhas do Himalaia Carlos Tramontina

A viagem do jornalista ao Himalaia, contada em detalhes, desde o surgimento da idéia, o planejamento até o surpreendente desfecho da aventura.
224 páginas (32 páginas de fotos) | ISBN: 8588193221 | R$ 46,90

AMÉRICA DO SUL

De moto pela América do Sul escrito pelo próprio Che, aos 23 anos de idade, tema do filme de Walter Salles, Diários de Motocicleta. Uma aventura de iniciação no continente em que vivemos, a real aventura de um dos maiores mitos do século XX.
Ernesto Che Guevara

192 páginas | ISBN: 858819306X | R$ 29,90

HOLANDA

Hier en daar: Aqui e lá : Uma imigrante brasileira na Holanda. Como se adaptar e viver longe do Brasil. Angústias e desafios contadas por quem viveu esta aventura.

Mara Parrela

80 páginas | Português-Holandês | ISBN: 9788588193444 | R$ 21,90

Trilogia

A viagem de Heitor à procura da felicidade: o que é Felicidade no mundo atual? este psicanalista viaja pelo mundo para descobrir, com muito humor e filosofia

François Lelord

224 páginas | ISBN: 8588193051 | R$ 36,00

A nova viagem de Heitor À procura do tempo que passa: é o tempo que passa rápido ou somos nós que estamos mais velozes?

François Lelord
264 páginas | ISBN: 9788588193338 | R$ 39,00

Heitor e os segredos do amor; poderia haver uma fórmula para o amor ser recíproco? somente uma viagem a exóticos países pode dar uma resposta

François Lelord

320 páginas | ISBN: 8588193140 | R$ 39,90

Infantil

Um ônibus pra lua: um convite para soltar a imaginação da criança numa viagem ao espaço das brincadeiras com as palavras – reforçadas pela rima, pelo som, pelo ritmo e pelas ilustrações

Eliana Sá

.32 páginas | ISBN: 9788588193475 | R$ 22,90

 

Para aprender, é preciso antes de tudo sentir, diz PEDAGOGIA EMOCIONAL

Reprodução
Cognitivo é importante, mas não tudo para pensar a aprendizagem
Cognitivo é importante, mas não tudo para pensar a aprendizagem

“Como incorporar a inteligência emocional às suas estratégias de ensino”? Esta é a principal pergunta que estrutura o livro “Pedagogia Emocional”, dos irmãos e pesquisadores canadenses Daniel Chabot e Michel Chabot.

O trabalho pioneiro une conceitos da psicologia e da pedagogia, e consiste em dar voz a algo, muitas vezes, ignorado na educação: o “sentir para aprender”. A ideia passa pela questão das dificuldades de aprendizagem de centenas de crianças, que em boa parte dos casos é “diagnosticada” com problemas de cognição.

“Dizemos que o aprendizado é essencialmente cognitivo, isto é, que ele repousa em seu fundamento, sobre as atividades de tratamento da informação”, escrevem os autores, que defendem outro ponto de vista. “Nossa ênfase, portanto, recairá sobre outro campo de competências e sobre as partes do cérebro que lhes são associadas: as competências emocionais.”

Com o método, os autores buscam orientar novas formas para pais e professores “trabalharem” com as crianças, com exercícios de práticas reais e experiências de aprendizagem que ensinam os pequenos a reconhecer as emoções primárias, os motivos delas ocorrerem, as reações instantâneas, como lidar com elas e o modo como o conflito entre a emoção e o meio social influencia em sua aprendizagem.

Pedagogia Emocional consiste que para aprender, é necessário antes sentir. Emoções negativas podem prejudicar a memória, autoestima e aprendizado. As positivas, por outro lado, contribuem largamente. E com o tempo, compreender e controlar as emoções consiste no amadurecimento da própria razão, um êxito para qualquer sujeito, em qualquer idade.

*

“Pedagogia Emocional”
Autores: Daniel Chabot e Michel Chabot
Editora: Sá
Páginas: 288
Quanto: R$ 39,00
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

Pedagogia emocional: há sempre um novo sentido para o verbo “aprender” – leia resenha e comente para concorrer a um exemplar do livro

PEDAGOGIA EMOCIONAL: Sentir para aprender
TÍTULO
CHABOT, D., & CHABOT M. Pedagogia emocional: Sentir para aprender. São Paulo: Sá Editora, 2008.
Paula Leite Joaquim[a]
[a]Estudante de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Curitiba, PR – Brasil

Tamanha foi a velocidade com que as mudanças aconteceram neste século, que inevitavelmente
tivemos que mudar de forma drástica nossa maneira de levar a vida. Mudanças significativas na nossa
maneira de ver o mundo, bem como de vermos os Seres Humanos. Hoje compreendemos um pouco mais
profundamente seus mecanismos, psíquico, biológico e, especialmente, cerebral.
Porém, um dos grandes dilemas ainda não resolvidos foi a pouca ou quase nenhuma mudança
nos métodos de ensino. Crianças cada vez mais inquietas e sedentas não somente por conhecimento,
mas também e principalmente por um contato humano verdadeiro e significativo.
Baseados nas descobertas de Peter Salovey e John Mayer sobre Inteligência Emocional, os
autores propõem uma nova maneira de repensarmos a pedagogia, baseada principalmente no conceito
de que não existe uma aprendizagem permanente sem que esta seja vivida de forma emocional.
Por meio de bases científicas, históricas e psicológicas eles procuram incorporar a Inteligência
Emocional às estratégias de ensino, abrangendo assim a dimensão do paradigma cognitivo tradicional.
Após uma pequena introdução, o livro divide-se em duas grandes partes, sendo estas subdivididas
em capítulos.

Na primeira parte, os autores procuram introduzir os fundamentos biológicos da
Inteligência Emocional e dos mecanismos de aprendizagem que a envolvem.
Além da explicação das competências do cérebro para o aprendizado, esses capítulos envolvem
também um entendimento mais profundo das emoções, as emoções primárias e secundárias, como
aprendê-las e o impacto que elas causam tanto sobre o aprendizado quanto sobre o rendimento escolar.
Finalizando esta primeira parte, os autores fazem uma leitura histórica das descobertas sobre
a Inteligência Humana e aprofundam de forma significativa no entendimento sobre a Inteligência
Emocional, esclarecendo aspectos cerebrais de funcionamento das emoções, do aprendizado destas, sua
dimensão intra e interpessoal, bem como a compreensão e expressão dos sentimentos.
A segunda parte do livro é dedicada ao estudo de instrumentos pedagógicos que buscam a
prática dos assuntos teóricos descritos anteriormente, com o intuito de incorporar a Pedagogia
Emocional ao ensino.

Tais estratégias são descritas de forma esmiuçada e visam basicamente proporcionar
emoções favoráveis ao aprendizado, fazendo com que os alunos sintam a matéria aprendida e sintam-se
bem quando as aprendem, levando em conta sempre os perfis pessoais de cada aluno e cada professor.
O livro evolve-se de maneira significativa com a premissa de que o verdadeiro aprendizado não
é cognitivo, mas emocional. Questionamento este que nos faz pensar em nossa experiência pessoal,
onde de fato temos mais facilidade para aprender matérias que “gostamos” ou mesmo como já não
estávamos muito mais envolvidos quando nos “identificamos” com o professor, tendo vontade de
aprender mesmo aquelas matérias que não nos interessam. Serão essas experiências frutos de um
aprendizado influenciado pelas vivências emocionais que o envolvem?
Em um mundo com tantos avanços tecnológicos, os autores trazem uma solução para as
dificuldades ainda hoje encontradas na aprendizagem, partindo do princípio de que além de tudo os
alunos são seres humanos e como tais são movidos pela qualidade de suas vivências relacionais. O
relacionamento amplia o sentido que cada pessoa dá ao processo de aprender e, sem dúvida, pode ser
o grande vilão ou o verdadeiro meio pelo qual aprender pode se tornar um prazer.

Quais são pra você as 3 palavras mais bonitas da língua portuguesa?

Responda aqui em comentários…

Gul Irepoglu, de A CONCUBINA, sucesso em Istambul

Banner na principal rua de Istambu anuncia lançamento de Gul Irepoglu

 

Se você fala turco, poderia enviar a tradução do banner para nós?

 

 

Blogueiros literários: perfil e atividade!!! Quem somos? o que queremos?

Os blogs ajudam a divulgar os livros, a leitura e os novos autores; mas como eles podem se tornar mais efetivos nestas tarefas?

Qual sua influencia nos hábitos de leitura dos internautas?

 

Se você é um blogueiro que virou autor,um amante da literatura que virou divulgador, escreva pra cá, diga como você vê a sua atividade e como você a encara.

Vamos também aproveitar para conhecer os blogueiros presentes e para que ele se apresentem aos parceiros no mundo “real”.

Comente este texto aqui e concorra a uma cesta de livros da Sá Editora.

 

Tatiana Busto Garcia, de FELIZ ANIVERSÁRIO e CARTAS AO CÃO no Cultura News

Por Clariana Zanutto
Foto Divulgação

06/01/2012 - Tatiana Busto Garcia é escritora, ilustradora e cineasta, autora de romances e livros infantojuvenis como A velha magrela e Cartas ao cão.

Em Feliz aniversário, querida estranha, seu mais novo trabalho, Tatiana relata a história de Sara, uma adolescente que testemunha um assalto e é trancada com outro refém, um jornalista mais velho que ela, no depósito de um edifício comercial, bem no dia de seu aniversário de 17 anos. Nesse espaço, a garota enfrentará seus medos, conflitos e expectativas pela primeira vez.

GIGANTES EM MINIATURA

Mostra fotográfica de Flávio Meyer, artista visual paulistano que vem se destacando por sua incrível técnica e experimentos poéticos apartir do sobrevôo de metrópoles como São Paulo e Rio de Janeiro, agora revelando aspectos inusitados da paisagem litorânea, geografia e arquitetura da ´Costa da Mata Atlântica´.

 

“Gigantes em Miniatura”
Mostra Fotográfica de Flavio Meyer

de 07 a 27 de fevereiro
Pinacoteca Benedito Calixto – Santos

curadoria – Flávio Viegas Amoreira  - escritor e jornalista

 

“As obras fotográficas de Flávio Meyer contêm a realidade acrescida de poesia. Sua arte visual consegue reter o Devir instantâneo de um fluxo: ela não congela, ela desdobra o visível através do encantamento pela cartografia celestial de suas paisagens e pela sutileza dos detalhes que transcendem o foco iluminado de sua apreensão. É um mestre em dominar a técnica sem perder o poder de invenção.”

Flávio Viegas Amoreira

 

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