Arquivo de maio de 2007

Infância e Adolescência na Contemporaneidade

José Outeiral, um dos autores de Geração Delivery faz palestra no Congresso da Sociedade Brasileira de Psicanálise de Ribeirão Preto/São Paulo. Confira a programação e participe!

SOCIEDADE BRASILEIRA DE PSICAN??LISE DE RIBEIRÃO PRETO
INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA NA PSICAN??LISE CONTEMPORÂNEA

Data: 22 à 24/06/2007
Local: Stream Palace Hotel
Informações: SBPRP – telefone (16) 3623 7585 / 3911 1115 / 3911 4243 – Ramal 22

PROGRAMA – Domingo – 24/6
11:00 às 12:00 – Infância e Adolescência na Contemporaneidade. Conferencista: José Ottoni Outeiral (membro efetivo da Sociedade Psicanalítica de Pelotas e da Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro).

Mais informações nesse link.

Bastidores do trabalho de uma grande artista gráfica brasileira

A capista Moema Cavalcanti fala sobre a concepção de seus trabalhos para edições da Sá Editora:

Três capas com sabor de jornalismo

As Sirenes de Bagdá

Não costumo usar fotografia nas minhas capas, mas no caso dos livros do Yasmina Khadra esse recurso se tornou imperativo.

Os seus textos além de atualíssimos, são praticamente relatos jornalísticos e nada melhor do que usar imagens reais e não ilustrações ou fotos feitas em estúdio para traduzir o conteúdo do livro.

Selecionar entre centenas, quase milhares de fotos num banco de imagens, é sem dúvida um grande desafio no meu trabalho.

Eu tive muita sorte ao encontrar a foto daquele rosto tão expressivo para a capa de “O Atentado”.

Na capa de “As andorinhas de Kabul” a foto das burkas azuis secando ao sol, como andorinhas em bando voando em completo desalinho ao mesmo tempo que denuncia o trabalho cotidiano da mulher, faz referência à busca desesperada pela mulher vestida de burka azul.

A imagem da capa “As Sirenes de Bagdá” é preciosa: uma mulher, uma criança (ou a sombra de uma criança…) , o sol inclemente, a areia escaldante, enfim, uma foto que na sua (pseudo) simplicidade já fala por sí.

Identificação feminina

Na primeira capa que eu fiz para o livro “A Segunda Vida das Mulheres” da Mme. Collange, com quem eu me identifiquei imediatamente, traz a imagem de uma mulher que resolve, num determinado momento da sua vida soltar suas amarras, ’sair do chão’ se deixando levar por um impulso de liberdade. Fiz essa capa num momento especial da minha vida e sabia exatamente o que eu queria expressar através daquela imagem.

No segundo livro “Nós, as Sogras” preferi dar à capa um viés humorístico, mais gracioso e solto. Para isso escolhi a ilustradora Lúcia Brandão que tem um humor fino, às vezes cáustico e leve sem ser infantil, e que acrescentou detalhes que só ajudaram a explicar essa relação tão delicada entre sogra e nora: a sogra que carrega em seus ombros os filhos, genros e noras, netos e netas, cachorro, papagaio e passarinho apoiada firmemente numa… corda bamba.

Fiz questão de ’sujar’ o fundo da capa, não deixando o branco imaculado, porque há sempre impurezas, sombras e subterfúgios nas relações familiares.

Sogras contra o preconceito

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São cinco sogrinhas cariocas, amigas que se reúnem para conversar em torno de livros e principalmente da literatura francesa, da qual são todas fãs e falantes.

Com o livro Nós, as Sogras da jornalista e escritora francesa Christiane Collange na roda, a identificação foi imediata: “Collange trata de um preconceito contra as sogras, mas também analisa o lado das noras e genros com muita justiça”, diz Myriam Gewerc, uma nora e um ex-genro. “Nós queriamos sacudir este preconceito e Collange falava por nós.Fizemos a tradução em várias tardes, regadas a chá e muita animação. Só depois do trabalho pronto, foi que pensamos na possiblidade de vê-lo publicado”.

As tradutoras contataram a autora na França, que apoiu o projeto e repassou o contato para Eliana Sá,da Sá Editora, que publicava seu mais recente trabalho A segunda vida das mulheres no Brasil.

O contrato foi providenciado com a editora Fayard, em Paris, e o livro, Nós, as sogras já está chegando às estantes das livrarias de todo o país. ” Foi um processo totalmente incomum, de trás para frente, movido pelo entusiamo e pelo talento das tradutoras”, diz a editora.

Quem são elas:

Magui Coimbra fez os cursos de Nancy e tradução da Aliança Francesa e viaja constantemente à França, morando um mês por ano em Paris de onde chega sempre cheia de novidades literárias. Tem grande faro de bons autores e sempre foi fã de Christiane Collange.

Laura Annette Moraes, professora da rede municipal carioca, formada em português e francês na antiga Faculdade Nacional de Letras do Rio de Janeiro, recebeu as Palmas Acadêmicas da França por serviços prestados. Completa dizendo que é casada, tem cinco noras e uma ex no currículo, e cinco netos.

Ana Maria Queiroz também é formada em Letras ( português e francês) e também teve uma trajetória como professora da UERJ ; está casando seus dois filhos este ano.

Myriam Gewerc com curso pela Université de Lausanne e de tradução na Aliança Francesa, sempre foi apaixonada por idiomas (lecionou inglês) como forma de expressão e comunicação. No curriculo uma nora e um ex-genro com quem tem ótimo entendimento. Três filhos e cinco netos completam a feliz família, além de um casamento de 45 anos.

Sóly Mossé é bacharel em Direito, com certificado de tradutora em inglês e francês, trabalha como técnico judiciário no Tribunal Regional do Trabalho/RJ; é mãe, sogra e avó.

Dan Stulbach no lançamento de "Por que estou assim?"

As fotos do lançamento do livro Por que estou assim? – Os momentos difíceis da adolescência, de Cybelle Weinberg, que rolou ontem, na Livraria da Vila.

Cybelle Weinberg (autora do livro “Por que estou assim?”), Lilian Queiroz (que fez o projeto gráfico do livro), Eliana Sá e o Alex Coy (que fez as ilustrações para o livro).

O ator Dan Stulbach com o livro.

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