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A Turquia mais perto com Kiremitçi e Baydar: nossos livros e autores na Folha de São Paulo

A TURQUIA NOS LIVROS

Escritores turcos tentam desconstruir clichês sobre o país

Orhan Pamuk retrata como a metrópole Istambul foi erguida no imaginário cultural de Oriente e Ocidente

OYA BAYDAR ESCREVEU SOBRE A HISTÓRICA OPRESSÃO POLÍTICA E CULTURAL DAS MINORIAS EM SEU BELO LIVRO “A PALAVRA PERDIDA”


MARCOS FLAMÍNIO PERES
DE SÃO PAULO

Já é um clichê afirmar que a Turquia é um clichê. E o problema é que é mesmo -ou não! Tudo depende de quem -e a partir de que lugar- lança o olhar sobre ela.
De fato, o ponto de vista é a chave de ouro para entender a literatura turca. Seus escritores, assim como o próprio país, também caminham sobre o fio da navalha de heranças religiosas, étnicas, linguísticas e geográficas as mais díspares.
Pegue-se o exemplo de um dos novos nomes. Tuna Kiremitçi, 37, estudou cinema, fala inglês e é um astro pop, fundindo rock e música étnica. Seu “As Preces São Eternas”, lançado há pouco no Brasil pela editora Sá, trata do tema que vem rachando o Ocidente: a imigração.
Nesse romance passado na Berlim atual, duas gerações de expatriados de Istambul -uma anciã à beira da morte e uma jovem estudante- confrontam algumas lembranças e hábitos contemporâneos. Falam sobre Segunda Guerra Mundial, preconceito familiar, uso de drogas e sexualidade.
Já Oya Baydar, 70, provém da elite cultural. Professora de sociologia na Universidade de Istambul, exprime-se melhor em francês e alemão do que em inglês.
Presa em 1971 por suas posições de esquerda, acabou exilando-se na Alemanha.
A histórica opressão política e cultural das minorias é tema de seu belo “A Palavra Perdida”, que sai no final do ano também pela Sá.
Quando o protagonista do romance se depara com um jovem curdo cuja mulher -grávida- acabara de ser gravemente ferida em um atentado, “ele vê a solidão, o medo, o desespero, o olhar de animal acuado”.
Baydar é crítica feroz das políticas assimilacionistas que caracterizaram a história da Turquia moderna desde a fundação da República, em 1923, por Atatürk. Literalmente “pai dos turcos”, ele conduziu o país, majoritariamente muçulmano, para o Ocidente.

CENSURA
Hoje a tolerância é maior, mas até dez anos atrás a língua curda era oficialmente proibida. Escritores menos conhecidos e vivendo fora dos grandes centros ainda sofrem com censura.
Mesmo o reverenciado Orhan Pamuk, 58, já sofreu perseguição do governo e chegou a exilar-se por causa disso. Hoje Prêmio Nobel (ganho em 2006), ele é, sem dúvida, o mais sofisticado escritor a retratar Istambul.
O que Charles Dickens fez com Londres no século 19 e Joyce e Proust fizeram no século 20 com, respectivamente, Dublin e Paris, Pamuk faz com a metrópole turca.
Seu estupendo “Istambul” (Companhia das Letras) é um exercício finíssimo de relativismo cultural.
Misto de ensaio e lembrança pessoal, retrata como a cidade foi construída no imaginário cultural do Oriente e do Ocidente por escritores, pintores, arquitetos etc.
Assim como em seu recente “O Museu da Inocência” (que sai no Brasil em 2011, pela mesma editora), Pamuk mostra que clichê é só uma questão de ponto de vista.

O MESTRE DO SEU SISTEMA tem lançamento em Campinas

Máera Moretto estará em Campinas, na Saraiva do Shopping Iguatemi, no dia 18/09, a partir das 16:00, conversando com os leitores e lançando seu livro O MESTRE DO SEU SISTEMA:O CAMINHO DE VOLTA DA ANSIEDADE E DA SÍNDROME DO PÂNICO.

Atenção Campinas e região: não perca este evento, venha tirar suas dúvidas e conversar com a acupunturista Máera sobre o tratamento de doenças emocionais. Venha aproveitar as dicas sobre alimentação, modo de vida, etc.

Síndrome do pânico faz mulher não sair do carro por 4 meses

Síndrome do pânico "imobiliza" mulher dentro do carro por 4 meses

Enviado por Fernando Moreira
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13.7.2010  10h30m

Mulher passa quatro meses vivendo em estacionamento de hospital

A administradora de empresas Linsey foi até o estacionamento de um hospital de Wishaw (Inglaterra) e de lá não saiu por quatro meses. Sim, a britânica de 30 anos morou no estacionamento durante 120 dias! Não saía de lá para nada. Até para trabalhar. Com ajuda de um laptop e um celular dava conta de suas obrigações na empresa. Lynsey passou – pasme! – a noite de Natal no Renault preto estacionado. O motivo: um ataque fortíssimo da síndrome do pânico.

“Pensar em voltar para casar me aterrorizava. Sabia que tinha que ficar lá. Era o único lugar em que me sentia segura”, disse Lynsey ao “News of the World”. A sensação de segurança vinha da proximidade dos médicos, caso a britânica precisasse de atendimento. E a casa dela ficava a apenas 4 quilômetros e meio do hospital.

O namorado de Lynsey era quem a ajudava a se manter no estacionamento. Ele levou um saco de dormir e sempre abastecia a amada com alimentos, água e dinheiro. Ele a visitava diariamente. A britânica tomava banho no hospital.

Lynsey enfrentou até o rigoroso inverno dentro do carro:

“Um dia acordei tremendo. Havia gelo dentro do carro. Estava sozinha, mas também assustada, para voltar para casa.”

Lynsey conseguiu voltar para casa e agora passa por tratamento psicológico. Scott continua com ela.

Segundo Máera Moretto, autora do livro O MESTRE DO SEU SISTEMA, lançado recentemente pela Sá Editora, o pânico pode ser tratado pela acupuntura e pela Medicina Tradicional Chinesa, veja mais na página do livro em www.saeditora.com.br

VELÓRIOS INUSITADOS: conte a sua história de velório e concorra a um livro autografado

 

 

 

 

 

 

VELÓRIOS INUSITADOS, o livro do jornalista Mário Marinho, conta causos passados  em velórios e mostra bom-humor até na hora da morte, o que prova que o que vale é levar a vida com alegria e descontração é a melhor receita para viver bem.

 

 

A MORTE TEM GRAÇA?

Muitos  leitores têm nos contatado para contar histórias reais que se passaram em velórios ou enterros, dignas de gargalhadas. Você também deve ter a sua e essa história pode estar no VELÓRIOS INUSITADOS 2 que o Mário já começa a preparar.

Escreva pra nós, conte sua história de forma simples, como você a vivenciou ou ouviu contar; depois o Mário se encarrega de redigir para o livro, acrescentando sua experiência de jornalista e escritor.

As 3 melhores histórias vão ganhar livros autografados pelo Mário. Tá valendo o espaço abaixo para você!

Afinal, a morte tem graça?

Siga o Mestre Shen Menn no Twitter: ele é O MESTRE DO SEU SISTEMA

A autora Máera Moretto abriu outro canal de comunicação com seus leitores: @Shen Menn – o twitter do livro “O mestre do seu sistema: o caminho de volta da ansiedade e da síndrome do pânico”.

Máera diz que através da rede social, pretende trocar mensagens de equilíbrio e suporte emocional, reforçando as ideias de seu livro;

@shenmenn pode ser seu aliado! Siga o mestre!

Encontros na Bienal do Livro +

Lara, da Fundação Laramara, recebe livro em Braille de Eliana Sá (à esq)

Pablo de la Vega, da Feira de Guadalajara, visita o stand da Sá
Marielza Augelli, jornalista, Marco, editora alemã Wagenbach, Máera Moretto e seu marido Jefferson
Milady Flores, a lady livreira do Ceará
Cristiana (Canção Nova), Marifé (FKF BookFair) e Eliana Sá (Sá)

Sá Editora na Band: assista o vídeo sobre a Bienal do Livro com nosso autor, Mário Marinho

Eliana Sá: publicamos um romance GLTB premiado e sedutor

Confiram a resenha publicada no blog Bota Dentro

/Categorizado | Cultura, Lésbica

Postado by Gustavo Miranda –  Babyji, um romance lésbico sedutor

 

Terminei um dia desses a leitura de um romance lésbico cujo cenário é a Índia e suas tradições. (…) Mas assim que soube do lançamento do livro Babyji, da romancista indiana Abha Dawesar, pela Sá Editora, não tive dúvidas que poderia descobrir na obra uma agradável surpresa.
Não sei se a certeza estava baseada em dois filmes que assisti e que também tinham os costumes indianos como pano de fundo – As delícias celestiais de Nina, que já elogiei aqui, e Fire (que também gostei bastante), mas a verdade é que eu estava certa.
A história da adolescente Anamika (Babyji), que vive em Nova Déli, é mesmo uma delícia. A garota de 16 anos é um gênio na escola (principalmente em Física Quântica), lê o Kama sutra escondida e atrai olhares de homens e mulheres (de todas as idades). Além disso, ao mesmo tempo em que se descobre sexualmente (ela seduz uma mulher mais velha, a empregada da família e uma colega de classe), questiona o sistema de castas indiano, o conservadorismo do país e temas como a homossexualidade e a religião.
Coincidentemente enquanto terminava minha leitura, tive outra agradável surpresa daquele país: a decisão (acertadíssima) de derrubar uma lei herdada dos britânicos há 150 anos e que considerava a homossexualidade crime sujeito dez anos de prisão. Um absurdo ainda mais para um lugar que tem um príncipe gay – Manvendra Gohil -, aquele que esteve no Brasil em junho para participar da Parada Gay de São Paulo. (Infelizmente as últimas notícias que li a respeito davam conta da possibilidade da Suprema Corte de Nova Déli retroceder em sua decisão).
De qualquer forma fica aqui a dica: Babyji é uma leitura agradável e sedutora. Tão sedutora quanto a protagonista da história, que de tantos romances já foi até chamada por uma amiga minha de Shane (personagem de The L Word que pega quase toda a mulherada durante as seis temporadas da série) indiana.

384 páginas | R$ 44,90 Marcadores:

 

Leitores visitam Sá Editora na Bienal do Livro

Meninas bonitas que visitaram o nosso stand na Bienal e tiraram foto com a Eliana Sá, escrevam pra nós; contem suas impressões sobre a visita, o que andam lendo, etc!

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