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Por Editora Sá | 07 de Setembro de 2008 | Em Notícias, Na Mídia | Sem comentários

Dica de Livro
Acredite em Você e Vá em Frente

Esforço, dedicação, vontade de ganhar e vencer na vida são, com certeza, ingredientes fundamentais para o sucesso de uma pessoa. Além disso, existe algo que pode fazer a diferença e nem sempre é levado em consideração pelos profissionais: o poder de acreditar em si mesmo. Você pode até achar isso bobagem
mas conhecendo um exemplo em que a atitude otimista fez toda a diferença, perceberá que o poder dela é maior do que se pensa.

Em Acredite em Você e Vá em Frente, Richard Branson, dono de um império formado por mais de 300 empresas, mostra como enfrentou as dificuldades iniciais para se tornar um empreendedor de sucesso e prova que obtê-lo pode depender apenas do profissional. Basta querer, dedicar-se e acreditar!

Sobre o autor:
Richard Branson nasceu em Londres, Inglaterra, em 18 de julho de 1950. Seu primeiro grande sucesso no mundo dos negócios ocorreu aos 16 anos, quando publicou a revista Student. Logo depois, em 1970, criou o primeiro serviço de venda de discos via postal de seu país.

Em 1972, abriu a cadeia de lojas de discos Virgin, base do seu império, que abrange atualmente cerca de 360 companhias e 40 mil funcionários. Com seu estilo pouco usual, fez com que suas empresas tivessem grande progresso, crescendo rapidamente durante os anos 80.

Hoje, ele é dono de uma fortuna avaliada em 8 bilhões de dólares. Membro ativo do Fórum Humanitário Global, dedicado a lidar com problemas climáticos e apreciador de aventuras esportivas, Richard já bateu vários recordes mundiais, inclusive de vôos em balões.

Título: Acredite em Você e Vá em Frente
Autor: Richard Branson
Editora: Sá Editora
Preço: R$ 27,90

Por Editora Sá | 04 de Abril de 2008 | Em Na Mídia | Sem comentários

Terra Magazine /Futebol

Aposentado há menos de dois anos, o craque Zinedine Yazid Zidane já vê ameaçado seu legado social. E este é um dos principais debates da França, nestes dias. O filho de imigrantes argelinos que virou símbolo nacional, ao lado de uma vitoriosa geração de descendentes de estrangeiros, não inspira mais o fim das tensões de uma sociedade multicultural.

Isto ficou bem claro nos insultos discriminatórios de torcedores do Paris Saint-Germain contra os habitantes do norte do país, sábado, pela final da Copa da Liga Francesa, vencida por 2 a 1 sobre o Lens, na capital. “Pedófilos, desempregados, consangüíneos: bem-vindos Ch’tis”, dizia a faixa de torcidas organizadas do PSG no Stade de France (os franceses do Norte são chamados de “ch´tis”).

A ministra do Interior, Michèle Alliot-Marie, promete punições severas para evitar novas manifestações do tipo. Madame, outro Zizou é preciso. Mas, dificilmente virá, como dão a entender os jornalistas Jean Philippe e Patrick Fort no livro Zinedine Zidane, da Sá Editora.

Cobrado algumas vezes a se manifestar em relação à polêmica integração de argelinos ao povo francês, o meio-campista cerebral insistiu na mudez apolítica. Agora, mais do que a xenofobia, o futebol francês traz à tona o lodo do preconceito entre as regiões da mesma nação. E ainda não há um drible para este mal.

A jogada genial de Zidane foi se fazer ídolo de uma população que rejeita gente como ele. E sua biografia não hesita em se dedicar a seus atribuídos melhores valores: morais e esportivos. Baseia-se na humanização do maior herói contemporâneo da França. Destrincha suas personalidades: o Zidane jogador, o Yazid dos amigos e o Zizou da torcida, todos em embulição num misterioso temperamento, difícil de se interpretar e fácil de se rotular com clichês.

Sobram depoimentos elogiosos à educação transmitida pelos pais africanos. Exalta-se o caráter de Zidane, apontando-o como impermeável ao oceano de pop star que o afoga. “Existem coisas boas e ruins na celebridade. Apenas tento jamais esquecer de onde venho, e sempre pensar no que é realmente importante”, diz Zizou.

O início começa pelo fim. Parte de comentários generalizados sobre a maneira com que o atleta concluiu sua trajetória profissional. Beira o inevitável. Para além dos fanáticos por futebol, o craque se notabilizou pela agressão que custou sua expulsão na decisão do Mundial de 2006. A tal cabeçada mais famosa da história, sob uma das maiores audiências já registradas.

Zizou é descrito como sempre reservado e circunspecto. Mas alguém que se importa com as pessoas à sua volta. Que lida com intensa pressão e cobrança desde antes da profissionalização. Acabam poupados seus deslizes, amenizando-se seus defeitos, a exemplo da inconstância e da irascibilidade. Porém, não se deixa de mostrar acusações dos detratores. E exumam-se pancadas em adversários desde os tempos de juvenil, inclusive com suspensão.

Fala-se das suspeitas de idade adulterada do garoto com altura e talento acima da média. Natural, ele apresentava precoces elegância e intuição futebolísticas, desenvolvidas pelas qualidades inatas no passe e na visão de jogo. Mas seus dons eram empanados pela subutilização nas laterais e na função de líbero. Ele foi descoberto e encaminhado pela sensibilidade de Jean Varraud, dono de um cinema, jogador aposentado pela Segunda Guerra Mundial. Dias antes de seu craque pendurar as chuteiras, o velho amigo faleceu, no quase anonimato de uma vida modesta.

O livro vale ainda pelo registro dos acontecimentos gerais sobre Zizou. Desfia os títulos do currículo, além dos clubes desde os oito anos de idade, seu relevo numérico e uma detalhada lista de todos os seus jogos pela seleção francesa. Pecados estão em alguns erros gramaticais.

Revela-se ainda o pavor de Zidane, aos 15 anos, de cabecear, ato que o marcaria nos dois momentos mais importantes de sua carreira: as finais das Copas do Mundo de 1998 e 2006. Os autores, que viveram no Brasil, montam a confluência de fatores positivos que contextualizaram a formação esportiva de Zizou e seu amadurecimento como cidadão. Registram o desinteresse dos olheiros, a resistência de cartolas e torcedores, as crises de choro. Enfim, os bastidores do gradual nascimento de um astro.

Coxias devassadas. Por que, por exemplo, Zidane, então ídolo da poderosa Juventus, da Itália, dormia com a camisa do River Plate, da Argentina? Há também o convite do presidente do Real Madrid num guardanapo, durante jantar de premiação, tramando irregularmente aquela que se tornou a mais cara transferência de um jogador de futebol.

A biografia questiona a vilanização de Zizou, motivada pela testada no zagueiro italiano Marco Materazzi. Insiste que ele se compõe de carne e osso - sem citar os nervos prontos a estourar -, embora seus compatriotas duvidem. Mas rende-se também ao mito: “São os títulos e as vitórias de Zinedine Zidane que fazem dele um futebolista lendário, e não apenas um brilhante artista da bola”.

No lançamento desta versão brasileira, a Adidas, patrocinadora de Zizou, não permitiu que o craque recebesse um exemplar, na visita a São Paulo, mês passado. Na contracapa, não se abstiveram o escritor Luis Fernando Verissimo e o centroavante Ronaldo, com breves testemunhos. O emocionado prefácio tem a assinatura do meia Franck Ribéry, um fervoroso fã que jogou a Copa de 2006 com Zidane e é apontado como seu sucessor.

Apesar da aparente indiferença à política, Zidane deixou marcas na mentalidade francesa. Nos gramados, sua geração desmontou purismos étnicos e expôs a França dos descendentes de imigrantes árabes e africanos aos olhos do mundo. As demonstrações de intolerância nos estádios maltratam a crença nesse legado geracional.

Eliano Jorge é jornalista. Reside na Bahia.

Por Editora Sá | 15 de Março de 2008 | Em Na Mídia | Sem comentários

O ex-jogador francês Zinedine Zidane, que brilhou nas vitórias sobre o Brasil nas Copas do Mundo de 1998 e 2006, vem a São Paulo neste final de semana para promover projetos sociais e lançar a sua biografia.

Zidane irá inaugurar uma quadra poliesportiva na região de Heliópolis, em São Paulo, e também participará no Clube Paineiras de uma partida beneficente de futsal no domingo.

Os 4.500 ingressos disponíveis para assistir ao jogo se esgotaram em três dias. Cada ingresso foi trocado por dois quilos de alimentos não-perecíveis, que serão doadas para a comunidade de Heliópolis.

Em sua passagem por São Paulo, o livro Zinedine Zidane também será lançado no Brasil. A biografia foi escrita pelos jornalistas Jean Phillipe e Patrick Fort.

Lancepress

Por Editora Sá | 06 de Fevereiro de 2008 | Em Na Mídia | Sem comentários

Nosso livro A segunda vida das mulheres foi pauta da revista Época (dez.2007) que publicou um interessante entrevista com a autora francesa Christiane Collange, de quem publicamos também Nós, as sogras.

A SEGUNDA VIDA DAS MULHERES
27/12/2007 - 11:03 | Edição nº 502

Kátia Mello

A escritora francesa Christiane Collange, em entrevista a Época, responde importantes questões sobre como as mulheres podem enfrentar e superar os problemas que acompanham a chegada da meia-idade. A autora de 16 livros é conhecida por ter chegado aos 75 anos sem ter feito nenhum plástica. O mais recente livro editado no Brasil é “A segunda vida das mulheres”, publicado pela Sá Editora. Confira o bate-papo entre Collange e a jornalista Kátia Mello.
ÉPOCA - Em um de seus livros você afirma que não existe exatamente uma crise de meia-idade. Então qual seria a explicação para algumas mulheres se queixarem quando atingem os 50 anos?
Christiane Collange - Você acha realmente que elas se queixam quando estão com 50 anos? Eu acho que elas também se queixam quando têm 40 anos e muitas delas ficam muito tristes quando não estão mais na faixa dos 20 anos! Todas as mulheres odeiam ficar mais velhas. Elas lutam uma guerra desesperada contra o avanço da idade e é muito depressivo lutar uma batalha que certamente será perdida!

ÉPOCA - O que faz com que a mulher tenha uma boa segunda vida?
Christiane - A melhor maneira de ter uma segunda vida feliz é decidir que esta parte da sua existência será diferente da primeira parte da sua vida. A inexistência de crianças pequenas dará uma fantástica liberdade para fazer coisas que você não tinha tempo antes. Se você esteve se dividindo o tempo todo entre cuidar das crianças e crescer profissionalmente, você pode enfim encontrar um novo ritmo menos estressante. O outro ponto é ser alguém por você mesma e não apenas dependendo das vontades, do dinheiro, do desejo sexual e do status social do homem. Você também tem que admitir que não está mais “jovem” fisicamente, mas que pode ser encantadora, amorosa, atrativa e bonita por saber quem você é. O importante é ter consciência que você não é mais jovem.

ÉPOCA - Como mulheres entre 40 e 50 anos devem se preparar para garantir a independência financeira dos maridos e dos familiares?
Christiane - É tarde demais se você começou a pensar aos 40 em ser financeiramente independente. Independência deve começar quando se é mais jovem, para ser educada, para ter um diploma universitário e para escolher uma carreira para o resto da sua vida. Você também pode ser muito rica se tiver nascido em uma família rica, mas isso não é uma escolha individual!

ÉPOCA - Você afirma em um de seus livros que as mulheres tem o direito de serem egocêntricas. Você poderia explicar melhor esta afirmação e dar alguns exemplos?
Christiane - A maioria das mulheres nascida em meados do século XX foram educadas com a idéia de que uma “boa” mulher deve ter um alvo na vida: fazer seu marido e suas crianças felizes, independente das dificuldades e das desilusões. Ninguém nunca disse a elas que deveriam também cuidar dos seus próprios desejos e vontades. Nesta segunda vida deve-se aprender que a única pessoa que pode realmente ajudar as mulheres a encontrarem encanto na vida são elas mesmas. É difícil, mas é importante inclusive para o bem-estar da família e para o futuro do casal. Apenas humanos satisfeitos podem dar felicidade para outra pessoa!

ÉPOCA -Como uma mulher na meia-idade enxerga seu próprio corpo? Como você analisa esta tendência brasileira das mulheres fazerem cirurgias plásticas?
Christiane - Na França eu tenho sido conhecida como a “Joana D’Arc anti-lifting”, que explica por que eu nunca fiz uma cirurgia plástica! Eu poderia escrever um longo artigo (e inclusive um livro) sobre o assunto, mas eu realmente não tenho tido tempo esses dias!

ÉPOCA- Como as mulheres devem lidar com o ninho vazio?
Christiane - Pessoas sempre consideram que mulheres ficam desesperadas quando seus filhos crescem. Pela minha experiência adquirida durante entrevistas de muitas mulheres modernas elas freqüentemente dizem que é também um alívio. Não se esqueça que quando os filhos crescem, deixam de ser criança e passam a ser adolescente, freqüentemente a relação com os pais se torna muito difícil. A síndrome do ninho vazio pode ser também um alívio quando você tem tempo para viver sua própria vida em vez de devotarem seu tempo a jovens muitas vezes egoístas. Isso vale também para as mulheres que se casam pela segunda vez na segunda vida, que está se tornando cada vez mais freqüente com o alto índice de divórcio na sociedade atual.

Comente aqui o que lhe trouxe de importante as leituras dos dois livros de Collange. Compartilhe suas impressões!

Por Editora Sá | 06 de Fevereiro de 2008 | Em Na Mídia | Sem comentários

Nossa série “Heitor” - três livros deliciosos, com capas de Hélio de Almeida, ilustradas pela artista Laurabeatriz — mereceu um bela crítica na revista Mente&Cérebro (31/01/08). Confiram!
O psiquiatra em busca do enigma do tempo
por Gláucia Leal

Heitor é um psiquiatra que gosta de ouvir seus pacientes. E de fato se preocupa com as angústias daqueles que o procuram em seu consultório. A nova viagem de Heitor à procura do tempo que passa, traduzida por Ana Montoia e lançada pela Sá Editora, é a última aventura da trilogia criada pelo psiquiatra François Lelord, de 54 anos. Ouvindo seus pacientes, o simpático protagonista, alter ego do autor, conclui que quase todos tinham dois tipos de inquietação: um medo doloroso de que as horas passassem rápido demais ou a triste impressão de que o tempo se arrastava, de forma repetitiva.

Fernando, por exemplo, costumava contar o tempo em cachorros: considerando a estimativa de vida do animal, calculava que lhe restavam dois cães e meio de vida. Sabrina, que vivia incomodada com seu chefe (um homem bem pouco gentil), sentia que tudo acontecia muito rápido – e sofria com isso.

Até Heitorzinho – o pequeno paciente e xará do médico – aborrecia-se com os ponteiros do relógio que, em sua opinião, corriam muito lentamente. Já o astrônomo Humberto, o homem culto, que escutava estrelas com aparelhos muito caros e sofisticados, só queria voltar para os anos em que sua ex-mulher ainda o amava. Mas sabia que era impossível – e isso o deprimia. Outra paciente, Magda, recorria a cremes e ginástica na tentativa de enganar a idade: tudo o que queria era ser bela e admirada. Mas sua pele e seu corpo se transformavam, e a moça, que já não era tão moça assim, temia não ter mais tantas oportunidades de agradar aos outros, principalmente aos homens, como no passado.

Escrito em linguagem direta e atraente, o livro convida o leitor a correr o mundo à procura de respostas em companhia do personagem. O primeiro livro da série, A viagem de Heitor à procura da felicidade, uma alegoria sobre as buscas que empreendemos no intuito de encontrar o bem-estar emocional, é a 14a obra de ficção mais vendida em 2005 em todo o mundo. Já o segundo, Heitor e os segredos do amor, trata de assuntos como afeto, ciúme e traição. As três obras compõem uma coleção delicada, que estimula reflexões acerca do amadurecimento, do sofrimento e do ofício de cuidar de pessoas.

Gláucia Leal é jornalista, psicóloga, psicanalista e editora de Mente&Cérebro.

Você que já leu A VIAGEM DE HEITOR, HEITOR E OS SEGREDOS DO AMOR e A NOVA VIAGEM DE HEITOR partilhe seus comentários com outros fãs da série. Escreva!

Por Editora Sá | 05 de Novembro de 2007 | Em Na Mídia | Sem comentários

Os escritos de Che Guevara nas livrarias brasileiras:

- De Moto pela América do Sul: Diário de Viagem, Sá Editora
- Outra Vez, Editora Ediouro
- O Diário do Che na Bolívia, Editora Record
- Socialismo e Juventude: Textos e Fotos, Editora Anita Garibaldi
- Passagens da Guerra Revolucionária: Congo, Editora Record
- O Socialismo Humanista, Editora Vozes
- Textos Revolucionários, Global Editora
- Textos Políticos, Global Editora

Os escritos sobre Che Guevara nas livrarias brasileiras:

- Che Guevara - Vida e Pensamento, Editora Martin Claret
- Che Guevara, o Autor por Ele Mesmo, Editora Martin Claret
- Presença de Che Guevara, de Wilson Barbosa, Quartet Editora
- Cartas a Che Guevara, de Emir Sader, Editora Paz e Terra
- Che Guevara e a Luta Revolucionária na Bolívia, de Luiz Pericás, Editora Xamã
- Cuba por Korda, Editora Cosacnaify
- Che Guevara, Paulo Freire and the Pedagogy of Revolution, de Peter MacLaren, Rowman & Littlefield Publishers
- Meu Filho Che, de Ernesto Guevara Lynch, Editora Brasiliense
- Quem Matou Che Guevara - O seu Delator Estava no Brasil, de Saulo Gomes, Editora Revelação

Por Editora Sá | 04 de Agosto de 2007 | Em Eventos, Na Mídia | Sem comentários

Para lançar o terceiro livro de sua trilogia sobre o Oriente – As Sirenas de Bagdá, e participar da Bienal Internacional do Livro no Rio de Janeiro, o escritor argelino chega ao Brasil no dia 09 de setembro próximo e faz sua primeira escala em São Paulo.

Confira a programação de lançamentos e não perca a chance de conhecer o autor do best-seller O Atentado, considerado hoje uma das grandes vozes pela Paz e pelo entendimento entre Oriente e Ocidente:

10 de setembro, 19:00 h – Livraria Cultura/Paulista – palestra e autógrafos/ participações na mesa confirmadas: Demétrio Magnoli e Juca Varella
11 de setembro, 19:00 h – Livraria da Travessa/Leblon – palestra e autógrafos
12 de setembro, 19:30 h - Aliança Francesa de Botafogo - palestra
13 de setembro, 15:00 h – Bienal do Livro – stand da Sá Editora

*Yasmina Khadra viaja com o apoio do Bureau du Livre/Embaixada da França no Brasil

Informações:
Eveline Teixeira/ Sá Editora
eveline@saeditora.com.br
(11) 5051-9085

Depois de As andorinhas de Cabul (Afeganistão) e de O Atentado (Israel) , As Sirenas de Bagdá (Iraque) é o terceiro volume da trilogia que o autor consagra ao “diálogo de surdos” em que se encontram atualmente Oriente e Ocidente.

O herói deste romance é um jovem iraquiano de 20 anos, nascido em uma aldeia perdida no interior do país, aonde ainda perdura uma sociedade arcaica.

Em 2002, o jovem parte para estudar em Bagdá, mas a invasão das tropas americanas o enviam de volta à sua aldeia rapidamente. Lá, ele escuta a população hesitar entre o respeito a Saddam, a esperança por um novo modo de vida representada pelos americanos, ou o envolvimento com os grupos integristas ( terroristas).

Logo após um atentado em uma aldeia próxima, os GI desembarcam na pequena aldeia e cometem um “ato irreparável”, atirando seu pai à rua, semi-despido.

Esse ato representa tal humilhação para a cultura mulçumana, que o jovem destruído pela humilhação, deixa a aldeia, firmemente decidido a reencontrar a honra, mesmo que seja em troca de sua vida. Cooptado pelos islamitas radicais é preparado para uma ação extremista de dimensão mundial.

Uma vez mais, o autor nos propõe um livro emocionante e envolvente. Não há respostas evidentes: Yasmina Khadra deixa o leitor “ver e entender” por si mesmo, como o fazem todos os magistrais contadores de história.

Por Editora Sá | 28 de Junho de 2007 | Em Na Mídia | Sem comentários

Olha a notinha sobre o nosso blog que saiu no jornal O Globo do último dia 23:

Novos blogs no ar - O Globo - 23/6/2007
Por Mànya Millen e Rachel Bertol

Os blogs surgiram quase como confessionários virtuais e, aos poucos, tornaram-se uma bem-sucedida ferramenta de informação. Agora, sem deixar de ser informativos, são usados na divulgação de livros e eventos literários. Esta semana, a Sá Editora, de Eliana Sá, anunciou a criação do seu blog, no qual fica-se sabendo sobre lançamentos, novidades dos autores da casa, seus leitores, noites de autógrafos etc.

Fonte: PublishNews

Por Editora Sá | 28 de Junho de 2007 | Em Na Mídia | Sem comentários

maisvoce.JPGNo dia 26 de junho, nossa autora Cybelle Weinberg (de Por que estou assim? Os momentos difíceis da adolescência e GERAÇÃO DELIVERY - Adolescer no mundo atual) conversou com Ana Maria Braga no Mais Você da Globo e falou sobre violência envolvendo jovens da classe média. Assista a entrevista inteira neste link.

Por Editora Sá | 13 de Maio de 2007 | Em Na Mídia | 1 Comentário

A capista Moema Cavalcanti fala sobre a concepção de seus trabalhos para edições da Sá Editora:

Três capas com sabor de jornalismo

As Sirenes de Bagdá

Não costumo usar fotografia nas minhas capas, mas no caso dos livros do Yasmina Khadra esse recurso se tornou imperativo.

Os seus textos além de atualíssimos, são praticamente relatos jornalísticos e nada melhor do que usar imagens reais e não ilustrações ou fotos feitas em estúdio para traduzir o conteúdo do livro.

Selecionar entre centenas, quase milhares de fotos num banco de imagens, é sem dúvida um grande desafio no meu trabalho.

Eu tive muita sorte ao encontrar a foto daquele rosto tão expressivo para a capa de “O Atentado”.

Na capa de “As andorinhas de Kabul” a foto das burkas azuis secando ao sol, como andorinhas em bando voando em completo desalinho ao mesmo tempo que denuncia o trabalho cotidiano da mulher, faz referência à busca desesperada pela mulher vestida de burka azul.

A imagem da capa “As Sirenes de Bagdá” é preciosa: uma mulher, uma criança (ou a sombra de uma criança…) , o sol inclemente, a areia escaldante, enfim, uma foto que na sua (pseudo) simplicidade já fala por sí.

Identificação feminina

Na primeira capa que eu fiz para o livro “A Segunda Vida das Mulheres” da Mme. Collange, com quem eu me identifiquei imediatamente, traz a imagem de uma mulher que resolve, num determinado momento da sua vida soltar suas amarras, ’sair do chão’ se deixando levar por um impulso de liberdade. Fiz essa capa num momento especial da minha vida e sabia exatamente o que eu queria expressar através daquela imagem.

No segundo livro “Nós, as Sogras” preferi dar à capa um viés humorístico, mais gracioso e solto. Para isso escolhi a ilustradora Lúcia Brandão que tem um humor fino, às vezes cáustico e leve sem ser infantil, e que acrescentou detalhes que só ajudaram a explicar essa relação tão delicada entre sogra e nora: a sogra que carrega em seus ombros os filhos, genros e noras, netos e netas, cachorro, papagaio e passarinho apoiada firmemente numa… corda bamba.

Fiz questão de ’sujar’ o fundo da capa, não deixando o branco imaculado, porque há sempre impurezas, sombras e subterfúgios nas relações familiares.

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