BLOG DA SÁ

Por Editora Sá | 28 de Junho de 2007 | Em Na Mídia | Sem comentários

maisvoce.JPGNo dia 26 de junho, nossa autora Cybelle Weinberg (de Por que estou assim? Os momentos difíceis da adolescência e GERAÇÃO DELIVERY - Adolescer no mundo atual) conversou com Ana Maria Braga no Mais Você da Globo e falou sobre violência envolvendo jovens da classe média. Assista a entrevista inteira neste link.

Por Editora Sá | 13 de Maio de 2007 | Em Na Mídia | 1 Comentário

A capista Moema Cavalcanti fala sobre a concepção de seus trabalhos para edições da Sá Editora:

Três capas com sabor de jornalismo

As Sirenes de Bagdá

Não costumo usar fotografia nas minhas capas, mas no caso dos livros do Yasmina Khadra esse recurso se tornou imperativo.

Os seus textos além de atualíssimos, são praticamente relatos jornalísticos e nada melhor do que usar imagens reais e não ilustrações ou fotos feitas em estúdio para traduzir o conteúdo do livro.

Selecionar entre centenas, quase milhares de fotos num banco de imagens, é sem dúvida um grande desafio no meu trabalho.

Eu tive muita sorte ao encontrar a foto daquele rosto tão expressivo para a capa de “O Atentado”.

Na capa de “As andorinhas de Kabul” a foto das burkas azuis secando ao sol, como andorinhas em bando voando em completo desalinho ao mesmo tempo que denuncia o trabalho cotidiano da mulher, faz referência à busca desesperada pela mulher vestida de burka azul.

A imagem da capa “As Sirenes de Bagdá” é preciosa: uma mulher, uma criança (ou a sombra de uma criança…) , o sol inclemente, a areia escaldante, enfim, uma foto que na sua (pseudo) simplicidade já fala por sí.

Identificação feminina

Na primeira capa que eu fiz para o livro “A Segunda Vida das Mulheres” da Mme. Collange, com quem eu me identifiquei imediatamente, traz a imagem de uma mulher que resolve, num determinado momento da sua vida soltar suas amarras, ’sair do chão’ se deixando levar por um impulso de liberdade. Fiz essa capa num momento especial da minha vida e sabia exatamente o que eu queria expressar através daquela imagem.

No segundo livro “Nós, as Sogras” preferi dar à capa um viés humorístico, mais gracioso e solto. Para isso escolhi a ilustradora Lúcia Brandão que tem um humor fino, às vezes cáustico e leve sem ser infantil, e que acrescentou detalhes que só ajudaram a explicar essa relação tão delicada entre sogra e nora: a sogra que carrega em seus ombros os filhos, genros e noras, netos e netas, cachorro, papagaio e passarinho apoiada firmemente numa… corda bamba.

Fiz questão de ’sujar’ o fundo da capa, não deixando o branco imaculado, porque há sempre impurezas, sombras e subterfúgios nas relações familiares.

Por Editora Sá | 13 de Maio de 2007 | Em Na Mídia | Sem comentários

O mais recente romance de Yasmina Khadra, As Sirenes de Bagdá, já está traduzido para português. Neste livro, o romancista transmite a sua visão sobre a ocupação do Iraque pelas tropas norte-americanas e dos seus aliados, através da história de gentes simples.

As Sirenes de Bagdá é o quinto livro do autor argelino disponível na língua portuguesa, sendo publicado em Portugal (Bizâncio) e no Brasil (Sá Editora). As obras de Yasmina Khadra estão traduzidas em mais de vinte idiomas e são aclamadas por todo o mundo.

Na África Today de Maio, Khadra fala sobre o seu livro e dá a conhecer aos nossos leitores a sua visão sobre os acontecimentos no Iraque desde que teve início a guerra dita “preventiva”, há mais de quatro anos. Aqui, poderá ficar a saber um pouco mais da vida e obra do romancista argelino.

Mohammed Moulessehoul nasceu em Kenadsa, Argélia, a 10 de Janeiro de 1955, de pai enfermeiro e mãe nómada. Aos nove anos, é colocado numa escola militar, de onde sai com a patente de Segundo-Tenente.

Durante anos, publicou livros que conheceram sucesso mundial. Contudo, não é por este nome que os leitores o conhecem, mas sim sob o pseudónimo Yasmina Khadra.

Escondido atrás deste nome feminino (é, na verdade, o nome da sua mulher), um oficial superior do exército argelino verteu para as páginas dos seus romances os seus ideais sobre os homens e o mundo. Após trinta anos dedicados à vida militar, Moulessehoul pede a reforma do exército e começa a dedicar-se inteiramente à literatura.

Em 2001, já a viver em França, publica o livro “O Escritor”, onde revela a sua identidade ao público. Na bibliografia de Yasmina Khadra contam-se 20 obras. Cinco destes grandes sucessos do autor estão traduzidos para português.

Paula Melo dos Santos, do África Today (Portugal)

Por Editora Sá | 13 de Maio de 2007 | Em Na Mídia | Sem comentários

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São cinco sogrinhas cariocas, amigas que se reúnem para conversar em torno de livros e principalmente da literatura francesa, da qual são todas fãs e falantes.

Com o livro Nós, as Sogras da jornalista e escritora francesa Christiane Collange na roda, a identificação foi imediata: “Collange trata de um preconceito contra as sogras, mas também analisa o lado das noras e genros com muita justiça”, diz Myriam Gewerc, uma nora e um ex-genro. “Nós queriamos sacudir este preconceito e Collange falava por nós.Fizemos a tradução em várias tardes, regadas a chá e muita animação. Só depois do trabalho pronto, foi que pensamos na possiblidade de vê-lo publicado”.

As tradutoras contataram a autora na França, que apoiu o projeto e repassou o contato para Eliana Sá,da Sá Editora, que publicava seu mais recente trabalho A segunda vida das mulheres no Brasil.

O contrato foi providenciado com a editora Fayard, em Paris, e o livro, Nós, as sogras já está chegando às estantes das livrarias de todo o país. ” Foi um processo totalmente incomum, de trás para frente, movido pelo entusiamo e pelo talento das tradutoras”, diz a editora.

Quem são elas:

Magui Coimbra fez os cursos de Nancy e tradução da Aliança Francesa e viaja constantemente à França, morando um mês por ano em Paris de onde chega sempre cheia de novidades literárias. Tem grande faro de bons autores e sempre foi fã de Christiane Collange.

Laura Annette Moraes, professora da rede municipal carioca, formada em português e francês na antiga Faculdade Nacional de Letras do Rio de Janeiro, recebeu as Palmas Acadêmicas da França por serviços prestados. Completa dizendo que é casada, tem cinco noras e uma ex no currículo, e cinco netos.

Ana Maria Queiroz também é formada em Letras ( português e francês) e também teve uma trajetória como professora da UERJ ; está casando seus dois filhos este ano.

Myriam Gewerc com curso pela Université de Lausanne e de tradução na Aliança Francesa, sempre foi apaixonada por idiomas (lecionou inglês) como forma de expressão e comunicação. No curriculo uma nora e um ex-genro com quem tem ótimo entendimento. Três filhos e cinco netos completam a feliz família, além de um casamento de 45 anos.

Sóly Mossé é bacharel em Direito, com certificado de tradutora em inglês e francês, trabalha como técnico judiciário no Tribunal Regional do Trabalho/RJ; é mãe, sogra e avó.

Por Editora Sá | 13 de Março de 2007 | Em Na Mídia | 1 Comentário

Nossos livros CURAR... e SETE PASSOS PARA CURAR de David Servan-Schreiber ganharam 04 páginas na edição deste mês da revista MARIE CLAIRE, da Globo. Com entrevista exclusiva do autor e chamada de capa. Mais um sucesso da Sá Editora.

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