Edna Uip estreia como autora com romance fortemente feminino

O que quatro irmãs podem ter em comum além dos laços genéticos? Como uma infância desastrosa pode influenciar o futuro de gerações? Patrícia, Clarisse, Carmem e Clara são irmãs criadas por um pai autoritário e violento e uma mãe submissa e omissa. Cada uma das filhas absorveu as experiências da infância de forma bem própria e reproduziu-as no seu mundo, contaminando com elas o seu próprio meio ambiente. A vida das irmãs seguiria de forma inexorável, se fatos novos não quebrassem todos os espelhos, colocando diante de cada rosto a sua verdadeira face.

 

Um texto forte, que desnuda seus personagens e as coloca frente a frente ao leitor provocando emoções e reflexões. As mulheres vão refletir sobre os modelos que adotam em suas vidas; os homens, sobre os papéis que assumem, às vezes à revelia de seus próprios desejos. Assim é ESPELHOS QUEBRADOS, romance de estreia de Edna Uip, paulistana, empresária, que decidiu assumir seu lado escritor e nos brinda já com uma narrativa rápida e envolvente, um “espelho??? sem cortes para os dia atuais.

 

Edna Uip nasceu em 1º de janeiro de 1962, em São Paulo. Advogada , formada pela São Francisco, em São Paulo, e empresária, apaixonada por literatura desde muito jovem. Mantém o blog Todos os espelhos (www.ednauip.com.br), no qual uma área especial é dedicada a esclarecimentos e discussões sobre o seu livro.

                  

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11/11 nas livrarias!!!

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"Espelhos quebrados" de Edna Uip será lançado dia 11/11

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Sumô Um Outro Olhar

Lançamento da Sá no Jornalistas & Cia.

Eliana Sá (atualmente na Sá Editora e que trabalhou muitos anos na Editora Globo editando os livros do grupo) lança no próximo dia 24/10 dois livros para o público infantil: Um ônibus pra lua (Sá Editora) e Um amigo na caverna (Editora Scipione).

O sumô: saiba mais sobre este nobre esporte japonês enquanto lê "O sumô que não podia engordar"

27 set de 2004

No SESC Consolação, Sumo: história e cultura mostra elementos mitológicos, históricos e religiosos presentes no esporte

A origem do sumô confunde-se com a própria origem mitológica japonesa. Os registros indicam que o esporte mais tradicional do Japão nasceu há pelo menos dois mil anos e sua matriz está ligada à luta entre os deuses de diferentes povos ocupantes da ilha. No SESC Consolação, o evento Sumô: história e cultura mostra as diversas características do esporte por meio de exibição de filmes, exposição fotográfica, clínicas e campeonatos, além de apresentações musicais e cerimônia do chá.

Como parte da programação, a exposição Sumô: Um outro Olhar – com pesquisa de Rosa Kuwahara e planejamento de Jorge Tateishi – mostra o acervo do fotógrafo Cláudio Pedroso, com cerca de 40 fotos das quais 20, em preto e branco, foram tiradas durante a demonstração dos lutadores profissionais japoneses no Ginásio do Ibirapuera, em 1988, em São Paulo. As demais registram objetos e manifestações ritualísticas ligadas ao esporte. Além das fotografias, estarão expostas peças de vestimenta e indumentárias ligadas ao sumô.

Duas sessões do filme Sumô, Suor e Peleja, do diretor japonês Masayuki, dividem a programação de cinema ao lado do curta-metragem Kokugikan- Uma Nova Arena para o Sumô: para Harmonia da Tradição e Modernismo. A película retrata a construção do novo Kokuguikan, uma arena para as lutas de sumô cujo principal desafio para os projetistas foi equilibrar o caráter tradicional deste esporte com a conveniência de um prédio moderno.

Ao final da programação do evento, cerca de 350 atletas disputam o II Campeonato de Sumô da União Pró-Sumô. Para o torneio, um dohyô – ringue no qual é disputado o sumo – com dimensões oficiais será construído especialmente no local para abrigar combates nas categorias feminino e masculino entre lutadores de várias faixas-etárias.

Origem e elementos do sumô

Conta-se que o Japão tinha suas ilhas habitadas por diferentes povos, cada uma delas com seus próprios deuses. Segundo a lenda, esses deuses lutavam constantemente entre si. Por volta do século V decidiu-se que o soberano de todas as ilhas seria definido através da luta de sumô. De confrontos em confrontos, apareceu Takemikazuchi, um deus de força monstruosa que reinou absoluto por vários séculos, levando as ilhas e tribos rivais a se fundirem num único povo.

Os deuses lutavam sumô no Dohyô – plataforma quadrada, simbolizando a Terra, com um círculo no meio, representando o céu. As linhas que marcam esta estrutura eram feitas com uma corda de palha de arroz trançada e associada à demarcação de um solo sagrado. Conta-se na mitologia que, ao sair de seu esconderijo, a Deusa Amaterassu trouxe novamente luz à terra, e na entrada de sua caverna foi jogada uma corda trançada de palha de arroz para demonstrar que ali era um território sagrado.

O sumô chegou ao Brasil com os imigrantes no início do século 20. O primeiro campeonato da modalidade realizou-se na colônia de Guatapará, no interior paulista, em 1914. Em 1962 foi criada a Federação Paulista de Sumô, e em 1998, a Confederação Brasileira de Sumô. Em 2000, o Brasil abrigou o Campeonato Mundial no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Foi a primeira vez que o torneio foi disputado fora do Japão.

"Um ônibus pra lua" e "Um amigo na caverna" :lançamento duplo , dupla festa

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O Sumô que não podia engordar

Assista a uma apresentação em slideshow:

Oya Baydar: escritora turca de "A palavra perdida" será publicada pela Sá

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A Palavra Perdida - já está sendo traduzido o  livro de Oya Baydar, uma das maiores expressões da literatura turca atual; o tradutor Marco de Pinto trabalha direto do turco e promete para breve nos entregar os originais para lançamento em início de 2010.

Conheça mais sobre a autora ( enquanto o livro não vem) acessando o site oficial:
http://www.oyabaydar.com

Carlos Tramontina, um encontro com o autor de "A morada dos deuses" neste domingo

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Sá Editora na Primavera dos Livros – stand 43

PRIMAVERA DOS LIVROS ABRE NA QUARTA-FEIRA

A Primavera dos Livros estará no ar, no Centro Cultural São Paulo, de 10 a 13/09. Venha participar desta festa da leitura com as editoras independentes brasileiras. A Sá Editora estará presente com novidades e promoções.
Flores e livros, a combinação ideal para qualquer estação!
Sá Editora – filiada à LIBRE/Liga Brasileira de Editoras

www.libre.org.br

PRIMAVERA DOS LIVROS DE SÃO PAULO!

Primavera dos Livros 2009
Livros com descontos incríveis! Eventos, debates…
Confira tudo sobre o evento em aqui.

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Sá Editora irá publicar grandes nomes da literatura turca atual

Com o suporte do TEDA, Ministério da Cultura turca, a Sá acaba de ser selecionada para publicar dois grandes nomes da literatura turca atual: Oya Baydar e Tuna Kiremitici. Os textos serão traduzidos direto do turco por Marco de Pinto.

Veja notícia no jornal turco direto neste link

Turkish literature finds international audience through TEDA

Turkish literature has been translated into 39 languages and has reached 50 foreign countries thanks to the efforts of the Ministry of Culture and Tourism’s Translation Subvention Project (TEDA), which decided during its first meeting of the year to provide state funding for the translation of an additional 83 books.
http://www.todayszaman.com/tz-web/detaylar.do?load=detay&link=185205

Nova presidente da Libre fala ao Blog do Galeno

Cristina Warth: Sim, nós podemos!

27/8/2009

Criada sete anos atrás para defender os interesses dos pequenos editores e com fama de ser boa de briga, a Liga Brasileira de Editoras, a Libre, se prepara para intensificar mais o debate em torno da necessidade de maiores políticas públicas voltadas para os micros e pequenos empreendimentos na área. Surpreendida, nem bem tomou posse, com a decisão da prefeitura de São Paulo de cancelar o apoio à Primavera dos Livros, a nova presidente, Cristina Warth, explica por que foi preciso criar uma entidade voltada exclusivamente aos pequenos e enumera as conquistas obtidas até aqui. “Esse papel de cobrar e garantir oportunidades para os pequenos editores é tarefa fundamental de uma entidade como a Libre???, ela diz.

O que justifica existir uma entidade como a Libre para representar os pequenos editores?

A Libre, fundada em 2002, tem, frente ao processo de fusões e internacionalização do setor editorial, um papel fundamental na defesa dos editores nacionais e, especialmente, dos pequenos e médios empresários. Acreditamos que só de forma organizada será possível enfrentar a tendência de concentração do setor e cobrar políticas protecionistas e reguladoras. O livro, por suas características especiais, sendo ao mesmo tempo uma mercadoria e um bem cultural, cumpre papel estratégico ao ser propagador de cultura e informação. Porém, a livre circulação da produção cultural ou, se preferirmos, a bibliodiversidade, num mercado organizado a partir da lógica de resultados dos best-sellers, está ameaçada, pois esse direcionamento faz com que os livros sejam tratados como produtos perecíveis nas gôndolas dos supermercados. A pequena edição, que constrói seu catálogo a partir da criação de um fundo de catálogo, acreditando nos long-sellers, responsável também pela descoberta de jovens autores assim como pela produção e difusão de saberes locais, não conseguirá sobreviver, a não ser que consiga garantir medidas protetoras para fazer frente a esse processo; e esse papel de cobrar e garantir oportunidades para os pequenos editores é tarefa fundamental de uma entidade como a Libre.

Quais foram as principais conquistas dos pequenos editores nesses anos de Libre?

Em menos de uma década, vemos que a Libre se tornou uma importante interlocutora com o governo e com as demais entidades da cadeia do livro. Nos primeiros anos, acompanhamos com especial interesse os programas de compras governamentais, que tinham um formato que excluía a maioria de nossas editoras, pois exigiam produtos especialmente preparados para a licitação, eliminando a possibilidade de apresentação dos livros de catálogo. Outra coisa importante foi a limitação de títulos por editora, o que aumentou as chances das pequenas casas editorias. Vale registrar que, nesse processo de reformulação das licitações, temos encontrado no governo interlocutores sensíveis e cientes da importância de incluir as pequenas editoras nessas compras. Além disso, a rede de editores da Libre tem funcionado como um fórum privilegiado de discussão, tratando de temas relacionados à produção e à circulação de produtos e fazendo aumentar a profissionalização dos editores.

Quais devem ser as prioridades da sua gestão para os próximos anos?

O trabalho da diretoria para o próximo biênio pretende dar continuidade ao esforço das gestões anteriores, mas concentrará seus esforços na proposição de políticas para o livro com vistas a consolidar a inclusão e a participação de nossas editoras no mercado de forma competitiva. Buscaremos também, através de práticas solidárias, ampliar a participação dos editores libreiros em eventos nacionais e internacionais e a reduzir os custos de produção e distribuição. Pretendemos, ainda, acompanhar a evolução tecnológica com a preocupação de proteger os direitos de autores e editores. Finalmente, trataremos das Primaveras dos Livros com especial cuidado, pois acreditamos que é possível produzir um evento que una leitores, editores e autores de forma realmente democrática, contribuindo para o crescimento do interesse pela leitura. A profissionalização e o fortalecimento das editoras filiadas são alguns dos pontos mais importantes a serem trabalhados pela entidade. Acreditamos na necessidade de políticas públicas para o setor, que devem se traduzir em reais oportunidades e no fortalecimento dos pequenos e médios editores brasileiros.

Como a Libre encara a criação do Fundo Pró-Leitura?

Em primeiro lugar, reconhecemos a desoneração que beneficiou o setor a partir de 2004, apesar da questão das empresas optantes do Simples, que ao final não foram desoneradas e representam grande fatia do setor, sendo também as que sobrevivem com mais dificuldades. Além disso, vimos importantes setores da economia serem desonerados em função da crise sem que houvesse contrapartida. Tal postura seria justa para com o livro, que é atividade estratégica como difusora de cultura e conhecimento, mas frágil do ponto de vista do mercado. Contudo, reconhecemos o compromisso assumido pelo setor e achamos que os recursos recolhidos devam ser gerenciados pelo Estado, com a participação do segmento, e não pela iniciativa privada. No entanto, diante das dificuldades do setor, encaminhamos ao Ministro da Cultura pedido de análise de isenção para os empresários com faturamento até 2,4 milhões.

(Reprodução autorizada mediante citação da ‘Brasil que Lê – Agência de Notícias’)
Contato: agencia@brasilquele.com.br

LIBRE – Liga Brasileira de Editores – elege nova diretoria

A Chapa LIBRE Forte, encabeçada por Cristina Fernandes Warth, da Pallas Editora (RJ), e Eliana Sá, da Sá Editora (SP), foi eleita como a nova diretoria da Liga Brasileira de Editoras (LIBRE), entidade que reúne editaras de todo o País. A votação on line foi feita no início deste mês, e dos 101 membros da LIBRE, 55 escolheram a LIBRE Forte. A posse na nova diretoria ocorrerá durante o mais importante evento da entidade, a Primavera dos Livros, de 10 a 13 de setembro no Centro Cultural São Paulo. Conforme a nova presidente, Cristina Fernandes Warth, todas as ações tem como foco atender o coletivo que a entidade representa. “Continuaremos a aprofundar a discussão sobre a necessidade de políticas públicas que protejam o setor, a edição nacional e a bibliodiversidade, que é justamente o oposto da invasão das grandes editoras estrangeiras no mercado e também a luta contra o processo de concentração do setor???, apontou.

Fonte: Publishing News

BABYJI na mídia!

A Folha de S. Paulo recomenda:

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O Estado de São Paulo indica a leitura:

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Babyji : lançamento na Saraiva com palestra de Manuel Louceiro sobre a ??ndia

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“A ??ndia de BABYJI: cultura, castas e sexualidade” — este foi o título da palestra que Manuel Louceiro, tradutor de “Babyji” apresentou nas lojas Saraiva de São Paulo/Ibirapuera e de Campinas/Iguatemi. Louceiro, que já esteve por quatro vezes visitando a ??ndia, mostrou fotos e encantou a plateia discorrendo sobre a filosofia e a religião indiana, com seus deuses e sua cultura milenar — todos temas abordados por Abha Dawesar no livro Babyji que a Sá Editora lança no Brasil.

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Sérgio Sá, autor de "Feche os olhos para ver melhor" e "Ecos do Amanhã"comemora 40 anos de carreira musical

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Sérgio Sá e Dorina Nowill no lançamento de livros de Sérgio em São Paulo

Quando minha irmã e editora Eliana Sá sugeriu batizarmos meu primeiro livro de Fábrica De Sons, achei muito pretensioso, embora eu o tenha escrito para informar ao leitor dos recursos e procedimentos hoje existentes na tecnologia, empregáveis na criação e produção musicais. Mas, refletindo melhor, concluí que o título servia muito mais ao autor do que à obra.Cego desde que nasci, fui estimulado por minha família a mergulhar de cabeça e explorar o mundo através dos outros sentidos, abordagem feita em meu segundo livro, Feche Os Olhos Para Ver Melhor.Tocar, cheirar, degustar mais intensamente, ouvir mais atentamente, sinto que meu ouvido musical se desenvolveu quase por conta própria. Instrumentos musicais (Tambores, xilofones, gaitas de boca), sempre estiveram entre meus brinquedos favoritos, mas o piano tornou-se logo uma fixação, paixão que fez com que meus pais procurassem alguém pra me ensinar a tocá-lo quando eu tinha apenas 7 anos, abrindo caminho para minha carreira de tecladista e arranjador.Hoje posso dizer sem medo: Minha visão de mundo é pelo menos 50% baseada no que ouço.Os sons são a matéria prima da minha fábrica, me abastecem, me enriquecem à cada momento, considerando que não podemos fechar nossos ouvidos naturalmente, como podemos fechar nossos olhos. Assim, o vilão protagonista do meu terceiro livro, Ecos Do Amanhã, é um torturante ruído, soando cada vez mais forte por todo o planeta.Costumo comparar o trabalho de um artista ao de uma abelha, quando transforma o que suga das flores em mel. O pólen é absorvido e processado dentro dela, assim como o artista colhe e transforma eventos em arte. Minha música nasce inspirada no que vivo; na feira, na estrada, no silêncio de algum cantinho do interior. Eu Me Rendo, sucesso na voz de Fábio Junior, foi criada inteiramente dentro de um velho Electra 2 da Varig, vindo pela ponte aérea para São Paulo.

Mais de 200 das 315 composições minhas já gravadas não me esperaram sentar ao piano, brotaram da exposição direta a esse nosso universo sonoro, eternamente em movimento. Assim foi com Amigo Desconhecido, sucesso que gravei no meu primeiro LP, Voa Vida. Olho Do Furacão, gravada por Simone, nasceu dentro da sala de cinema, durante a exibição do desenho Trom.Outros fabricantes, parceiros como Isolda, Antônio Marcos, Fábio Junior, Carlos Colla, também me deram muitas alegrias, os sucessos: Como É Possível, gravada por Roberto Carlos, Sonhos De Um Palhaço, na voz do próprio Toninho, O Que É Que Há interpretada pelo Fábio e Pensando Em Minha Amada, com Xitãozinho e Chororó, só para citar alguns.Minha fábrica de sons não se especializou em nenhum estilo específico, para mim a boa música é resultado de coração e cabeça. Sertanejos ou roqueiros, rappers ou evangélicos, quando o talento combina sensibilidade e inteligência, nascerá uma boa canção.Gosto dos Beatles, Luís Gonzaga, Stravinski, Gilberto Gil, isso me permite trabalhar com sons sem barreiras, criando música para teatro, cinema ou publicidade, como fiz nas trilhas de peças para alunos da ECA/USP, nos filmes Cangaceiro Trapalhão e Aventuras Da Turma Da Mônica, nos inúmeros jingles, spots ou trilhas para documentários institucionais para o banco Itaú, Mc’Donalds, Nestle, ETC.Então, quando minha companheira e parceira Cristina Reis sugeriu que comemorássemos meus 40 anos de música numa noite especial com a participação dos que estiveram comigo, ajudando-me a erguer parede por parede dessa fábrica, ocorreu-me logo chamar o evento de Sérgio Sá, Uma Fábrica De Sons.Vamos combinar: haveria nome melhor?

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O compositor, cantor e escritor Sérgio Sá

Capa da edição brasileira de BABYJI recebe elogios da autora e do mercado

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A capa da edição brasileira de Babyji é original e foi criada e produzida pelo 2 Estúdio Gráfico, de Lilian Queiroz e Tânia Maria. As designers gráficas receberam cumprimentos da autora, vindos dos EUA: “Está sensacional. Lindissima”, escreveu Abha. A ousadia da capa, a forte imagem das mãos dadas e o colorido vermelho está nas vitrines das livrarias de todo o país contibuindo para atrair o leitor para a leitura. Parabéns, garotas.

"Babyji", premiado como literatura GLBT nos EUA e agrada às leitoras brasileiras

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Abha Dawesar, escritora indiana, autora da literatura GLTBOs prêmios Lambda Literary Awards (também conhecidos por “Lammies???) são atribuídos anualmente pela Lambda Literary Foundation, dos Estados Unidos, a obras publicadas sobre temática GLBT.Os prêmios foram instituídos em 1998 e as suas categorias incluem Romance,Biografia, Ensaio e outras. A Lambda Literary Foundation indica que a sua missão é “celebrar a Literatura GLBT e providenciar recursos aos escritores, leitores, livreiros, editores e bibliotecários – toda a comunidade literária???.

O Stonewall Book Award é um prêmio literário patrocinado pela Comissão Gay, Lesbian, Bisexual, and Transgendered da American Library Association, que distingue anualmente as obras de ficção (Barbara Gittings Literature Award) e não-ficção (Israel Fishman Non-Fiction Award) de temática GLBT publicadas em língua inglesa. O prêmio é anunciado em Janeiro de cada ano, e os autores premiados recebem um placa e um prêmio monetário.

Babyji, de Abha Dawesar, foi vencedor desses prêmios em 2006, se consagra como um clássico que prega a diversidade sexual, ao narrar com grande sensibilidade os amores lésbicos de uma adolescente indiana, nos anos 90, em Nova Dhélli.

O livro acaba de ser lançado no Brasil pela Sá Editora e começa a ser distribuido para as livrarias esta semana.

Uma história de descobertas sexuais na adolescência

Anamika, ou Babyji, vive em Nova Délhi. Na escola, ela se destaca: é a representante de classe e a melhor aluna de Física Quântica. Em casa, lê o Kama Sutra às escondidas. Sedutora, tenta sempre parecer madura, provocando homens e mulheres, sejam jovens ou mais velhos do que ela.??vida de experiências e de saber, questiona a justiça e a relevância do sistema de castas indiano, o conservadorismo, a homossexualidade e a religião.

Mas será através do sexo que ela vai encontrar algumas das respostas que procura. Desafiando as regras de um país onde a sexualidade se expressa em padrões rígidos, embarca numa série de romances: de uma sofisticada mulher mais velha, à empregada da casa dos pais; empenha-se também em seduzir uma das colegas mais cobiçadas pelos garotos da escola, enquanto se comporta como uma verdadeira “Lolita??? para um amigo de seu pai.

Singular e transgressora como todos os que buscam a verdade sobre si próprios e o mundo, Anamika confronta-se com questões capazes de abalar pessoas bem mais velhas do que ela. Vejamos se será capaz de vencer tão imensos desafios nos quais se joga tão precocemente…

A escritora indiana Abha Dawesar, autora do livro, prega a liberdade de escolha sexual e a liberação feminina em todos os seus aspectos, como falou a um jornal de Portugal no ano passado, na ocasião do lançamento de seu livro em tradução portuguesa: “Babyji é rebelde. Surpreende-se e desafia-se a ela própria com as suas ações, as suas relações. Mas acho que ela gosta, de fato, de mulheres. Já não se pode dizer o mesmo da sua amiga Sheela, que está disposta a experimentar com ela, mas talvez goste de rapazes também. Elas estão descobrindo as mesmas coisas mas com uma abordagem diferente.Babyji está sempre entre mulheres, as suas amantes, a sua mãe… Ela não gosta do fato de uma garota ter de aceitar um casamento combinado e passar a vida a preparar comida e a lavar pratos para os maridos. Quer ter formação e um futuro diferente do que tiveram aquelas mulheres???.

Evento na FNAC sobre "feminismo" comemora Ano da França no Brasil

No dia 23 último, aconteceu a mesa-redonda sobre feminismo na FNAC de Pinheiros. Estudiosas e militantes do movimento compareceram e mantiveram um vivo debate, inspirado pelas obras de Christine Collange publicadas pela Sá Editora no Brasil.

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Na foto abaixo, nossas convidadas, da esquerda para a direita: Claudine Franchon-Cabrera, do Consulado da França em São Paulo, Nalu Faria, do SOF, Maria Lucia Silveira, socióloga da PMSP, Dra. Maria Luiza Eluf, da SEMINA e Taís Viudes, mestranda da Unicamp.

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