Sá Editora na Folha de São Paulo

“Cartas ao cão” vai a Santos, terra natal da autora

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Tuna Kiremitçi – acesse o site oficial do autor de “AS PRECES SÃO IMUTÁVEIS”

http://www.tunakiremitci.com
Site oficial do autor, Tuna Kiremitçi, de “As preces são imutáveis”.

Tatiana Busto Garcia na revista Criativa

A autora de Cartas ao Cão na Criativa de Maio:

Oficina de desenvolvimento de projetos: o livro como produto

Carga Horária: 6 horas
Datas: 18 e 20 de Maio de 2010
Horário: 18h às 21h
Vagas: 35
Valor: R$ 256,00
Sócios e Estudantes: R$ 204,00

Local

A Universidade do Livro funciona no prédio da Fundação Editora da UNESP (FEU) – Praça da Sé, 108, Centro – São Paulo, SP – CEP: 01001-900 – Esquina com a Rua Benjamin Constant – Metrô Sé.

Público Alvo

Profissionais e futuros profissionais de editoras, editores, assistentes editoriais, estudantes das áreas de comunicação e jornalismo, jornalistas, bibliotecários, empreendedores e futuros empreendedores e demais interessados.

Conteúdo

Discussão sobre as etapas decisórias que envolvem a seleção dos produtos e a formação do catálogo. Os critérios, o mercado nacional e internacional. A “criação” de uma obra; a “reciclagem” de um original ou de uma coleção. As dificuldades da concorrência. Definir uma linha, um perfil editorial.

Objetivos

Compreender na teoria e na prática, todas as etapas que acompanham a formulação e execução de um projeto editorial

Metodologia

Aula expositiva e oficina prática para a simulação de projetos editoriais.

Docente

Eliana Sá, jornalista (ECA/USP), escritora de livros infantis, é editora profissional há 30 anos. De 1989 a 2000 foi editora-executiva da Editora Globo. Desde 2000 é proprietária da Sá Editora.

Informações sobre reserva e inscrições:
DAURA KANOTAMI
Tel.: (11) 3242­9555 – Fax: (11) 3242­9613
universidadedolivro@editora.unesp.br

DESCONTOS
Para estudantes, bibliotecários, profissionais de editoras, livrarias e gráficas, associados da ABDR, ABRATES, ABRELIVROS, ANL, do SNEL, do SEEL, da ABEU, da CBL e demais associações do livro e funcionários da UNESP, 20% de desconto.

ATENÇÃO
A realização dos cursos está sujeita a um número mínimo de inscrições.

INSCRIÇÕES – PROCEDIMENTOS
1) Pedimos o envio da ficha de inscrição para pré-reserva.

2) Seguem abaixo os dados para depósito em conta corrente:
FUNDAÇÃO EDITORA DA UNESP
CNPJ: 54.069.380/0001-40

BANCO DO BRASIL (001)
Agência 1897-X – Agencia Governo
c.c.: 8.027-6

3) O pagamento do(s) curso(s) escolhido(s) poderá ser feito à vista ou em até 3 parcelas – 1ª parcela (em depósito bancário, conforme item anterior) até cinco dias úteis antes do início da aula, e mais 2 cheques pré-datados para 30 e 60 dias, que deverão ser entregues no primeiro dia do curso. No caso de recibo em nome da EMPRESA , favor informar a razão social , CNPJ e endereço completos. Atenção para os descontos indicados.

4) Para nosso controle financeiro, favor enviar o comprovante bancário via fax – (11) 3242-9613.

As palestras (2 ou 3 horas) não poderão ser parceladas.

CERTIFICADOS
Os certificados, expedidos pela Fundação Editora da UNESP, serão fornecidos após a freqüência em, no mínimo, 75% das aulas.

INSCRIÇÕES:
http://www.editoraunesp.com.br/curso_form.asp?IDC=59

Edna Uip:"os espelhos estão dentro de nós e se nos atrapalham, é preciso ter coragem para quebrá-los"

Leia, a seguir, entrevista com Edna Uip, autora de Espelhos quebrados

O que a fez escrever “Espelhos Quebrados”?
Sempre gostei demais de escrever e sempre escrevi muito sobre impressões que tinha e relatos de histórias. Sempre quis escrever. Um belo dia, minha filha estava estudando para o vestibular, resolvi pegar o computador e sentar ao lado dela. Aí, comecei a escrever uma história. Eu tinha uma necessidade muito forte de escrever e, no momento em que eu tive uma brecha, ela aflorou.

Você estudou ou fez alguma preparação para escrever o livro?Não fiz nenhuma preparação. Foi tudo intuitivo.

Quanto tempo você levou para escrever o livro?
Do momento em que comecei a história até ser publicada, foram seis meses.

Como era sua rotina durante este período?
Sou empresária, mãe de duas filhas, tenho minha casa para organizar. Por isso, escrevia quando tinha algum tempo livre e em qualquer lugar. Mas, como sempre tive muita facilidade para escrever, escrever 20 ou 30 páginas era muito fácil. Não mudei a minha rotina. Só quando estava terminando o livro é que fiquei alguns dias longe de tudo para acabar a história.

Qual a importância do livro em sua vida?
O livro é forrado de fragmentos de momentos que vi durante a minha vida. Considero-me uma pessoa muito vivida e sempre fui atrás de experiências para ver como é que as pessoas são. A conclusão a que eu cheguei é que poucas pessoas têm coragem de entrar a fundo na alma. O livro, basicamente, fala sobre crises emocionais que as pessoas tiveram durante a infância e que carregaram pela vida toda. As pessoas não têm consciência de que essas crises emocionais vão ficando tão impregnadas que vão contaminando o mundo. Todos nós somos fruto dessas crises/críticas. No livro, chamo isto de carimbos emocionais e, se conseguimos identificar que temos esses carimbos, às vezes é possível fazer pequenas mudanças que não nos deixam arrastar a vida.

É um livro autobiográfico? Você se identifica com alguma das personagens?O livro não é uma história pessoal e não tenho nada em comum com os personagens, mas têm muitos fragmentos que presenciei durante a minha vida. O personagem Enrico é o que mais se assemelha a mim, pois mesmo no caos de sua vida, ele acha uma saída, e é uma saída que vai ao encontro dos seus objetivos mais essenciais. Apesar de ele ter se rendido a tudo que acontecia em sua vida, manteve as paixões intactas.

O livro tem um lado psicológico bem marcante, você estudou alguma linha da psicologia para compor os personagens?
Não estudei nenhuma linha da psicologia para escrever este livro, mas alguns anos atrás eu li compulsivamente Freud, Jung e muito sobre filosofia, pois sempre gostei de ler sobre esses assuntos. Para escrever o livro, fui reunindo experiências que vivi e livros que li anteriormente.

Para você, o que representa quebrar os espelhos?
Quebrar os espelhos representa todos os conceitos internos que temos. Acredito que vamos destruindo os nossos espelhos e com base nos espelhos externos, construímos os internos. Tudo o que construímos pode vir a quebrar e virar pó.

Você acredita que o livro possa ajudar as pessoas a quebrarem seus espelhos?
Tenho recebido retorno dos que já leram o livro e uma leitora disse que o livro não é uma autobiografia da escritora, e sim de quem lê. Eu percebi que, quanto mais vivida a pessoa, mais ela se identifica com um dos personagens. O comentário que mais ouço dos leitores é que durante esta identificação eles descobrem o que não querem ser. Eles podem não ter descoberto o que querem, mas aqueles traços que você repete na sua vida, eles não querem ser. O livro são fragmentos de sentimentos e personalidades diferentes, e as pessoas se identificam, pois elas vão vivendo aqui e não sabem. Eu acho que nisso o livro tem uma função legal.

Você já quebrou seus espelhos?
Já quebrei alguns espelhos. Quebro todos, para chegar à velhice um pouco mais purificada.

Você quis passar alguma mensagem por meio do livro?
Uma mensagem que passo por meio do livro é que sempre existe outro caminho, e às vezes é melhor abrir o leque.

No livro você fala sobre angústia, você acha que a angústia é um sentimento muito presente nas pessoas, hoje em dia?É sim. A descrição de angústia que tem no livro é uma descrição minha. Algum tempo atrás, no meio de uma crise, gravei tudo que eu estava sentindo num minigravador. Quando comecei a escrever o livro, aproveitei esta gravação. Queria passar o sentimento mais realista possível da angústia. Percebo que, quando falo de angústia, a maior parte das pessoas já sentiu ou sente, mas nunca consegue identificar exatamente. Só quem tem coragem de fazer terapia, procurar psiquiatra, é que descobre o que é angústia. Para mim, pior que angústia só depressão profunda. E, infelizmente, hoje em dia, angústia é um sentimento muito comum entre as pessoas.

Você pretende escrever outros livros com as mesmas personagens?Já tenho dois livros praticamente prontos. Mas de temas totalmente diferentes. “Espelhos Quebrados” poderia gerar uma continuação com todos os personagens, pois é um livro que não tem fim. Você pode parar e pensar no final de cada personagem. Tanto a Carmem quanto a Clara merecem uma continuação, por terem histórias bonitas para serem contadas.

Você pretende viver de literatura?
Infelizmente viver de livro neste país é muito difícil. Mas se eu pudesse só escrever, só escreveria.

“Espelhos Quebrados” inova? Em qual medida?

Pesquisa do Instituto Pró-Livro mostrou que a leitura está em quinto lugar no rol de preferências para os momentos livres. Um diagnóstico desta pesquisa diz que a leitura é classificada pelos entrevistados como um “trabalho” que cansa. A inovação é não querer parecer erudita, não rebuscar nas frases. É escrever como falo, sinto e penso.Tento inovar quando crio uma obra que pode ser lida por qualquer pessoa. E o que o livro tem de mais inovador, e isso eu descobri à medida que fui tendo o retorno das pessoas que o leram, é que ele se apropria do discurso indireto livre e joga o leitor dentro das próprias emoções.

Você vive o personagem ao escrever, é isso?
Quando escrevo, troco meu lugar pelo lugar do personagem e faço um exercício emocional para sentir o que aquele personagem está sentindo naquele exato momento. Daí, escrevo sem parar e sem revisar: do jeito que sai fica. O resultado que tenho acompanhado é que o livro é lido indiscriminadamente por pessoas habituadas à leitura e por quem jamais leu um livro inteiro, despertando em todos o mesmo interesse. Soube de pessoas que o leram em um dia. O interessante é que muitas dessas pessoas identificaram-se com algum personagem ou com alguns de seus aspectos e que essa identificação se deu muitas vezes de forma “negativa”: observaram em si comportamentos relatados no livro que não gostariam de manter.

Houve inspiração de alguma escola literária?Vejo o realismo europeu e o russo como grandes fontes para quem deseja ingressar no mundo da literatura do século 21. Despojar a realidade de ilusões e sonhos e mostrar a verdade, a mais absoluta verdade. Nossa vida contemporânea fica, assim, bem refletida. Temas como angústia, solidão, depressão, violência doméstica, bulling e tantos outros são tratados da forma que realmente acontecem. Infelizmente.
O título original era “Espelhos Inclinados” (que na verdade me agrada muito mais). Surgiu porque minha filha mais velha, então com 19 anos, leu o livro, capítulo a capítulo, na medida em que eram escritos e sugeriu “Caleidoscópio” como título. Não gostei e achei muito batido. Mas o espírito do nome se aplicava. Então, fui pesquisar e descobri que os caleidoscópios são feitos de espelhos inclinados. Múltiplas facetas aparecem quando se inclinam espelhos.. Mas, para fins editoriais, o nome escolhido foi “Espelhos Quebrados”, que também casa bem.

Tem um organograma no início do livro. Organograma e literura “conversam”?
A finalidade do organograma é transformá-lo em um livro acessível. Ele foi elaborado inicialmente para eu não me perder com idades e nomes. São muitos personagens. Então pensei: não há regra que dissocie a literatura do meu organograma. E não teve uma única pessoa que leu e não elogiou porque, se não existisse, os primeiros capítulos ficariam muito complicados. E, quando o mercado editorial fala em quedas acentuadas nos índices de vendas, a internet avança fortemente sobre todas as classes sociais, sem discriminação de idade ou sexo, que a TV e o cinema estão usando diálogos cada vez mais curtos, que os monólogos praticamente desapareceram, fica bem claro que as pessoas não estão disponíveis para grandes e complicados livros. A linguagem de hoje é outra, o tempo de hoje é outro. A literatura tem que acompanhar. Procurei também diluir as descrições dos personagem ao longo de toda a história para não inviabilizar o livro logo no inicio (são mais de vinte personagens!)

ESPELHOS QUEBRADOS recebe encenação em São Paulo

Trecho do livro ESPELHOS QUEBRADOS de Edna Uip será interpretado na Livraria Da Vila

No próximo dia 29 de abril, a livraria Da Vila vai promover uma intervenção teatral baseada no livro Espelhos quebrados, da escritora estreante Edna Uip. Durante 20 minutos, a livraria vai se transformar numa sala de jantar e atores misturados aos convidados vão interpretar uma cena relatada no livro.

Espelhos quebrados, publicado pela Sá Editora, conta a história de quatro irmãs criadas por uma mãe omissa e um pai violento, que durante a infância vivenciaram experiências que interferiram no crescimento e na vida de todas elas.O trabalho de Edna Uip mostra como algumas emoções e traços psicológicos que surgem durante a infância podem influenciar as pessoas pelo resto da vida.

Nesta intervenção, será simulada a cena de um jantar, onde as atrizes Larissa Medeiros, Marcelle Araujo, Claudia Schunk, Sandra Maurami e Zé Fernando interpretarão as personagens Patrícia, Clarisse, Carmem e Clara e o garçom. Os diálogos serão tirados de “Espelhos Quebrados”.O público acompanhará a apresentação e os diálogos das irmãs ao lado da mesa principal, na sala de jantar, enquanto é servido um coquetel.

Edna Uip tem 48 anos, é paulistana, empresária e se formou em Direito pela USP (Universidade de São Paulo). Única mulher entre três irmãos, coube a ela cuidar dos negócios da família, tornando-se uma empresária bem-sucedida na área de transporte e logística. Mesmo tendo a maior parte do seu tempo sempre ocupado em administrar os negócios, Edna nunca abandonou sua paixão por ler e escrever.

Conheça um pouco de cada ator
Larissa Medeiros tem como base a Commedia Dell Arte e o teatro de rua, além de também trabalhar como cenógrafa e mascareira. Apresentou montagens no México e em todo o Iterior do Estado de São Paulo. Seus útimos trabalhos foram em “O Asno”, de Dário Fô, e “Quem tem medo de Virgínia Woolf ?”

Macelle Araújo é carioca, e participou de diversas peças no interior do Rio de Janeiro, entre elas uma versão em inglês de “A Bela e A Fera”, além de montagens como “O Avarento”, de Moliere, e “Saltimbancos”. Hoje em dia, Marcelle mora em São Paulo e dedica parte de seu tempo em escrever poesias e crônicas.

Claudia Schunk nasceu no interior do Rio de Janeiro, mas hoje em dia mora em São Paulo. Sua principal paixão no teatro é a comédia. Atuou em diversas montagens, entre elas, “A Chave e a Fechadura”, de Dário Fô, e “Anivesário de Pierrô”, de Guilherme Hernandes.

Sandra Maurami nasceu no interior de São Paulo e se mudou para a capital para trabalhar com pesquisa corporal e seus movimentos.

Zé Fernando é professor de teatro e músico. Já participou de montagens como “Na Carrera do Divino” e dirigiu “Dois Perdidos Numa Noite Suja”, de Plínio Marcos.

VELÓRIOS INUSITADOS – livro do jornalista Mario Marinho já está no prelo

Mário Marinho ( 1943) é mineiro de Ribeirão das Neves (Grande Belo
Horizonte) e começou a carreira de jornalista do Diário da Tarde, de BH. Em 1968 foi convidado a trabalhar no Jornal da Tarde, São Paulo. Comandou a mais brilhante e premiada equipe de jornalismo esportivo de São Paulo. Trabalhou também em rádio e televisão. Ex-goleiro, com rápida passagem pelo América mineiro, fez do jornalismo esportivo sua vida. Cobriu eventos esportivos em diversas partes do mundo, como as Eliminatórias da Copa do Mundo de 1970, a Copa da Itália, em 1990, e também as Macabíadas de Israel, em 1981, 1985, 1989.
Em 2006 escreveu o livro Paulo Marinho, a história de uma vida – uma reportagem biográfica, homenagem póstuma a seu pai.
Esta é a sua primeira incursão pela ficção – se é que se pode chamar
morte de ficção.

Um operário é surpreendido com o anúncio de sua própria morte publicada em um jornal. Estabelece-se o caos até que ele percebe que há ali um desejo de vingança. Mas vingança de quem? De quê?
Do outro lado do mundo, um homem gasta milhares de dólares para enterrar um cão. Enquanto isso, nos Estados Unidos, outro guarda na sala da casa, em caixão de vidro, o corpo da mulher amada. O candidato a político encontra uma forma diferente de se lançar candidato. Terá sucesso?
E a loura que ataca às portas do cemitério em plena meia noite?
São histórias que nascem do segundo evento mais importante
do homem: a morte. Estes e muitos outros casos e causos são contadas neste livro, em textos leves, fáceis e saboroso que trazem realidade, ficção, imaginação – num coquetel nada tétrico.
Lançamento Maio 2010
Preço: a definir

Zidane, o mito do futebol: por Luis Fernando Verissimo e Ronaldo

“No meio da torcida da França, na Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, aparecia uma faixa com os dizeres: “Zidane: pour la légende!” A faixa exortava Zidane a contribuir para a sua própria legenda, jogando como nunca.
E Zidane obedeceu. Pelo menos sua atuação contra o Brasil, no jogo que nos eliminou da Copa, só pode ser descrita como legendária.
Depois veio o episódio da cabeçada no italiano, no jogo final, mas isto não impediu que a última participação do Zidane na seleção da França ficasse como a consagração de um mito.
A legenda não era só de um extraordinário jogador de futebol, também era do homem e do cidadão – e do símbolo, nas intricadas relações raciais francesas.
Vê-lo jogar era um prazer, conhecer melhor a sua vida será outro. E saber um pouco mais de “la légende” nos ajudará a perdoar o que ele fez conosco na Alemanha. ”

Luis Fernando Verissimo

DEPOIMENTO DE RONALDO
“Zidane é um dos maiores jogadores de todos os tempos. Isto é suficiente para qualquer um admirá-lo, de um ponto de vista esportivo.
Mas como pessoa também, ele é, para mim, muito especial. Eu aprendi a gostar dele antes e sobretudo durante os nossos quatros anos juntos no Real Madrid.
Temos uma amizade que foi um grande presente que o futebol me deu, e que certamente vou levar para o futuro.
Além disso, ele é meu maior aliado na luta por causas humanitárias em todo o mundo. Meu parceiro, meu companheiro, meu amigo no jogo da vida.”
Ronaldo Nazário de Lima, o “Fenômeno”
Textos extraídos da biografia “Zinedine Zidane” (Sá Editora).

ZINEDINE ZIDANE : a biografia necessária em tempos de Copa do Mundo

zinedinezidane_capa

Apenas o carrrasco da seleção brasileira nas Copas de 1998 e 2006?
Ou o homem que acrescentou ao Futebol a história de sua genialidade?

Conheça a história para poder julgar!

“O trunfo do livro é o grau de intimidade com o jogador raras vezes imaginado… faz jus à classe do primeiro mito do futebol deste milênio, que fez do domínio majestoso um lance mais importante que o chute.”
Márvio dos Anjos/Folha de São Paulo

Tradução: Valter Lellis
Textos de capa: Luis Fernando Verissimo e Ronaldo
Prefácio: Franck Ribéry
256 páginas
Oferta: R$ 35,00

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