
O meu livro Velórios Inusitados ( http://www.saeditora.com.br/ ) tem me proporcionado momentos de raras e inusitadas emoções.
O primeiro, o próprio lançamento. Foi o meu segundo livro (o primeiro “Paulo Marinho, uma reportagem biográfica, Edição do Autor), mas nem por isso a emoção foi menor. Imagino que é emoção parecida com o nascimento de um filho. Cada um gera a sua própria emoção.
Os lançamentos, as noites de autógrafos aqui em São Paulo e em Belo Horizonte produziram os seus efeitos. Além do prazer do lançamento do livro, a oportunidade de encontrar velhos amigos.
Dias desses, às sete e meia da manhã, fui acordado com um telefonema de uma emissora de rádio de uma cidade do interior da Bahia querendo entrevista e pedindo para que eu contasse casos engraçados de velórios. O meu livro os tem, claro. Mas, convenhamos, fazer graça às sete e meia da manhã, recém acordado, não é fácil. Valeu pela experiência.
Em setembro do ano passado, participei de um encontro bem legal: Primavera na Cultura, que reuniu escritores para encontro direto com os leitores. Minha participação foi numa agradável tarde de domingo.
No mês passado, emoção diferente: noite de autógrafo na inauguração da “Funeral House” a mais luxuosa casa funerária de Belo Horizonte, encravada no sofisticado e seleto Alto da Avenida Afonso Pena, junto à Praça Tiradentes. Eu disse funerária? Haroldo Felício, o proprietário, define de outra forma: “Luxuoso e confortável local para a despedida final”.
Foi uma experiência diferente: ser atração onde, historicamente, a atração é o falecido.
Agora, outra experiência diferente.
Neste domingo estarei participando desta excelente promoção que é a Virada Cultural. Se não me engano, a Virada vai chegando ao seu terceiro ano promovendo 24 horas de cultura, e de paz, em São Paulo.
A batalhadora Eliana de Sá, além de minha editora, é vice-presidente da Libre, Liga de Editoras Brasileiras. A entidade reúne cerca de 100 editoras. Pois bem, graças à Eliana e à Libre a literatura vai ter participação especial este ano, com uma Feira de Livros que funcionará das 18 horas de sábado, dia 17, até às 18 horas do domingo. Local: estacionamento da biblioteca Mário de Andrade, na avenida da Consolação, 94, no Centro.
Mas a participação não ficará restrita à Feira.
O primeiro, o próprio lançamento. Foi o meu segundo livro (o primeiro “Paulo Marinho, uma reportagem biográfica, Edição do Autor), mas nem por isso a emoção foi menor. Imagino que é emoção parecida com o nascimento de um filho. Cada um gera a sua própria emoção.
Os lançamentos, as noites de autógrafos aqui em São Paulo e em Belo Horizonte produziram os seus efeitos. Além do prazer do lançamento do livro, a oportunidade de encontrar velhos amigos.
Dias desses, às sete e meia da manhã, fui acordado com um telefonema de uma emissora de rádio de uma cidade do interior da Bahia querendo entrevista e pedindo para que eu contasse casos engraçados de velórios. O meu livro os tem, claro. Mas, convenhamos, fazer graça às sete e meia da manhã, recém acordado, não é fácil. Valeu pela experiência.
Em setembro do ano passado, participei de um encontro bem legal: Primavera na Cultura, que reuniu escritores para encontro direto com os leitores. Minha participação foi numa agradável tarde de domingo.
No mês passado, emoção diferente: noite de autógrafo na inauguração da “Funeral House” a mais luxuosa casa funerária de Belo Horizonte, encravada no sofisticado e seleto Alto da Avenida Afonso Pena, junto à Praça Tiradentes. Eu disse funerária? Haroldo Felício, o proprietário, define de outra forma: “Luxuoso e confortável local para a despedida final”.
Foi uma experiência diferente: ser atração onde, historicamente, a atração é o falecido.
Agora, outra experiência diferente.
Neste domingo estarei participando desta excelente promoção que é a Virada Cultural. Se não me engano, a Virada vai chegando ao seu terceiro ano promovendo 24 horas de cultura, e de paz, em São Paulo.
A batalhadora Eliana de Sá, além de minha editora, é vice-presidente da Libre, Liga de Editoras Brasileiras. A entidade reúne cerca de 100 editoras. Pois bem, graças à Eliana e à Libre a literatura vai ter participação especial este ano, com uma Feira de Livros que funcionará das 18 horas de sábado, dia 17, até às 18 horas do domingo. Local: estacionamento da biblioteca Mário de Andrade, na avenida da Consolação, 94, no Centro.
Mas a participação não ficará restrita à Feira.
Escritores foram convidados a fazer leitura de textos seus ou não no decorrer da Feira. Eu estarei lá às 15 horas do domingo, lendo alguma história do meu “Velórios Inusitados”.
Haverá também um microfone aberto ao público. E, como se fosse um karaokê literário, as pessoas terão à sua disposição um cardápio de textos, poderão escolher o que melhor lhes aprouver e ler. Ler com a emoção que o texto lhe transmitir.
A Eliana Sá não tem a menor idéia de como será a aceitação, a reação do público. Afinal, trata-se da primeira experiência.
Se ela não sabe, muito menos eu. Mas é uma nova experiência.
http://www.blogdomariomarinho.blogspot.com/