Conheça mais sobre a língua turca: Oya Baydar, Tuna Kiremitçi, Gul Irepoglu escrevem neste idioma…

Língua Turca

, sábado, 14 de maio de 2011 às 15:37

Língua Turca

  • O turco integra o ramo das línguas turcomanas  (ou túrquicas) que faz parte do grupo Oguz, o qual também inclui as línguas Azeri e Gagauz, da família das línguas altáicas.
  • Línguas turcas têm uma história literária, que remonta a mais de 2.000 anos. Essas línguas são faladas por cerca de 180 milhões de pessoas como língua materna e o número total de falantes de línguas turcas tem mais de 200 milhões de falantes, incluindo como uma segunda língua.
  • A língua turca falada hoje na República da Turquia, que foi modernizada durante o movimento de independência turca revolucionários da primeira metade do século XX.  Como o finlandês e o húngaro, turco é uma língua aglutinante, o que significa que novas partículas são adicionadas ao final de um formulário base para gerar novas palavras. Isto significa que se pode facilmente observar pequenas alterações em seu significado e rapidamente aprender novas palavras.
  • O turco é língua oficial da Turquia e é falado por minorias em outros 35 países, em geral aqueles que pertenceram ao Império Otomano, como a Bulgária, a Grécia (na Trácia ocidental), a Roménia, a Macedónia,  Sérvia, e Chipre. Há mais de dois milhões de turcos na Alemanha, há também significativas comunidades turcas na França,  Holanda,  Áustria,  Bélgica,  Suíça, Reino unido.
  • A ideia de aprender turco é nova para muitos Portugueses. Com a crescente importância global da Turquia nas últimas décadas e, como resultado da rápida crescente número de Portugueses que visitam ou imigram para Turquia, mais e mais Portugueses estão interessados em aprender turco.
  • Os cursos de Língua Turca na ILNOVA são destinados a qualquer pessoa interessada em língua Turca, os alunos em geral e em especial aos estudantes relações internacionais, estudos europeus, ou outras carreiras relacionadas a Turquia ou mundo Turco, em universidades estrangeiras, 2que estão motivados para aprender, aperfeiçoar ou desenvolver os seus conhecimentos de Língua Turca, ou para os interessados em fazer pesquisa sobre determinados temas (Islão, Oriente Médio, Democracia, História, Arquitectura, Política, Cultura, Turismo, Empresa…).

 

 

“Feche os olhos…” no blog do Dr. Visão

Editora publica livro em Braille

“Meu livro fala como despertar os sentidos, os outros que às vezes ficam embutidos pela soberania que a visão tem no mundo de hoje” – Sérgio 

Editora está colocando à disposição do leitor DV uma edição em Braille do livro de Sérgio , “Feche os olhos para ver melhor”. Neste livro, Sérgio fala como usar os sentidos e a intuição num texto calcado em suas experiências pessoais. O livro ajuda a todos na busca do equilíbrio pessoal e da autoestima.

Sérgio tem hoje 57 anos, nasceu cego em Fortaleza, CE. Já escreveu mais dois livros: “Fábrica de sons” (Globo) e “Ecos do amanhã” ( Editora). É músico (tecladista), compositor e arranjador. Você deve conhecer algumas de suas músicas que foram sucesso em todo o país, como “Eu me rendo” e “O que é que há?” na voz de Fábio Jr., “Listen” e “Please, don’t say goodbye”, como Paul Bryan, “Sonhos de um palhaço”, com vários interprétes.

“Feche os olhos para ver melhor” tem 200 páginas, em dois volumes, impresso na Fundação Dorina Nowill, custa 59,90.

Pedidos para  Editora no e-mail comercial@saeditora.com.br
Mais informações no site www.saeditora.com.br
Há também uma edição em tinta do mesmo livro.

LerParaVer

 

“Cérebro emocional” alivia depressão e ansiedade sem remédio nem terapia

da Livraria da Folha

Divulgação
Best-seller mundial defende técnicas naturais contra depressão
Best-seller mundial defende técnicas naturais contra depressão

Antidepressivos podem transformar o paciente em um zumbi, sem emoções. Já deitar no divã para abrir sua privacidade para um estranho, numa terapia, corre risco de ser uma tremanda perda de tempo e dinheiro, um blá-blá-blá sem fim.

Antes de a indústria farmacêutica colocar no mercado as chamadas “pílulas da felicidade” e a psicanálise virar o novo confessionário dos tempos modernos, o ser humano já conseguia sobreviver, aliviando sua ansiedade e seu estresse com outros métodos. Foi essa constatação que inspirou o psiquiatra francês David Servan-Schreiber a estudar maneiras naturais para que seus pacientes vençam a depressão, sem ter de apelar para remédios de tarja preta e terapias eternas.

Em “Curar o Stress, a Ansiedade e a Depressão sem Medicamento Nem Psicanálise”, ele recomenda a adoção de tudo que favoreça o “coração emocional” a promover no corpo um equilíbrio químico. O especialista dedica capítulos para falar dos benefícios de técnicas como a regularização do ritmo cardíaco, sincronização do relógio biológico, acupuntura, exercícios físicos, ingestão de ômega-2, entre outras opções para um funcionamento saudável da mente e seus reflexos no nosso corpo.

Leia um trecho de “Curar o Stress, a Ansiedade e a Depressão sem Medicamento Nem Psicanálise”.

*

Hoje, novos tratamentos emocionais estão sendo divulgados em todo o mundo, tratamentos que não a psicanálise convencional ou o Prozac. Durante cinco anos no Hospital Shadyside da Universidade de Pittsburgh, estudamos como aliviar a depressão, a ansiedade e o stress com um leque de métodos naturais que se baseiam mais nos mecanismos de cura natural do corpo do que na linguagem ou nas drogas.

Reprodução
Testes realizados nos cérebros mostram eficácia de técnicas citadas no livro
Testes realizados nos cérebros mostram eficácia de técnicas citadas no livro

Os principais pressupostos por trás do trabalho que fazemos podem ser resumidos assim:

  • Dentro do cérebro há um cérebro emocional, um verdadeiro “cérebro dentro do cérebro”. Este segundo cérebro tem uma estrutura diferente, uma organização celular diferente e, inclusive, propriedades bioquímicas que são diferentes do resto do neocórtex, a parte mais “evoluída” do cérebro, que é o centro da linguagem e do pensamento.
  • O cérebro emocional controla tudo o que governa o nosso bem-estar psicológico, assim como grande parte da fisiologia física: o bom funcionamento do coração, a pressão sanguínea, os hormônios, o sistema digestivo e até o sistema imunológico.
  • Problemas emocionais resultam de disfunções no cérebro emocional. Para muitas pessoas, essas disfunções originam-se de experiências dolorosas do passado – que não têm nenhuma relação com o presente – e que, no entanto, continuam a controlar seu comportamento.
  • A principal meta do tratamento é “reprogramar” o cérebro emocional para que ele se adapte ao presente em vez de continuar a reagir às experiências passadas.

Para atingir tal resultado, em geral é mais eficaz usar métodos que agem via corpo e que influenciam diretamente o cérebro emocional do que usar abordagens que dependam totalmente da linguagem e do raciocínio, aos quais o cérebro emocional não é tão receptivo.

  • O cérebro emocional contém mecanismos naturais para se autocurar: um “instinto para curar”. Esse instinto para curar abrange a habilidade inata do cérebro emocional em descobrir equilíbrio e bem-estar, comparáveis a outros mecanismos de autocura no corpo, como a cicatrização de uma ferida ou a eliminação de uma infecção. Métodos que agem via corpo se encaixam nesses mecanismos.

Os métodos naturais de tratamento que apresentarei nas páginas seguintes têm impacto direto no cérebro emocional, quase evitando a linguagem. Embora muitos métodos estejam sendo propostos hoje, em minha prática clínica, e neste livro, selecionei apenas aqueles que receberam atenção científica suficiente para me deixar confortável para usá-los com pacientes e recomendá-los a colegas. Cada um dos capítulos contém uma dessas abordagens, ilustrada por histórias de pacientes cujas vidas foram transformadas por suas experiências.

Procuro também mostrar o grau em que cada método foi avaliado cientificamente. Alguns dos métodos mais recentes incluem a Dessensibilização e Reprocessamento pelo Movimento Ocular, conhecido como EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing), ou treinamento para coerência do batimento cardíaco, ou mesmo a sincronização dos ritmos cronobiológicos com aurora artificial (que deve substituir o despertador). Outras abordagens, como acupuntura, nutrição, exercícios, comunicação emocional e o cultivo de sua conexão com algo mais vasto do que você mesmo, derivam de tradições multimilenares, embora novos dados científicos estejam lhes dando importância renovada).

Qualquer que seja sua origem, tudo começa com a emoção. Começaremos revendo como o cérebro emocional funciona e como ele depende do corpo para a sua cura.

*

“Curar o Stress, a Ansiedade e a Depressão sem Medicamento Nem Psicanálise “
Autor: David Servan-Schreiber (biografia)
Editora:
Páginas: 304
Quanto: R$ 39,20 (preço promocional, por tempo limitado)
Onde comprar: 0800-140090 ou na Livraria da Folha


 

Autor da bio de Zidane na midia

http://www.guiacatarina.com.br/20/04/2011/um-frances-encantado-pelo-brasil/

Um francês encantado pelo Brasil

Inserido em: 20/04/2011 Por: Angela Guedes – Coluna Social Balneário Camboriú

frances-encantado-pelo-brasilJean Philippe, autor francês – seu livro Zidane foi publicado no Brasil pela Sa Editora (São Paulo) – e cantor de um repertório inteiro evocando o Brasil, com letras francesas ladeado por Scheila Macedo e Angela Guedes. Jean em 2005, além do seu papel de consultor musical do documentário francês “A la recherche d’Orfeu Negro”, Jean, Brasileiro de coração, decidiu de ir “a procura de Orfeu Negro”.

Ele achou o então sumido Breno Mello, esquecido ator gaúcho do filme Orfeu Negro (ou “Orfeu de Carnaval”), premiado da palma de ouro em Cannes, no ano de 1959. A emoção e a amizade nascente entre os dois homens foram tão grandes que Jean conseguiu, graças ao auxílio da sua produtora e do governo brasileiro levar Breno, 74 anos, pela primeira vez ao Festival de Cannes.

Ele resolveu também compor uma Bossa de Orfeu. Uma música que leva hoje ao seu novo sonho: Cantar essa música no Brasil, em mémoria do amigo Breno, falecido em julho de 2008.

 

UM GOLPE DE SORTE, DE REHA ÇAMUROGLU: mais literatura turca vem aí!

GOLPE DE SORTE  conta a história de um atentado. A missão dos terroristas: eliminar o Sultão Vermelho. Os suspeitos: conspiradores armênios.

Um romance histórico, policial, irônico e divertido nos permite conhece mais das tradições culturais da Turquia.

Próximo lançamento da Sá Editora pela coleção GESTO LITERÁRIO , dentro do programa de apresentar aos leitores brasileiros uma literatura nova, rica em aspectos literários e em autores de qualidade que se faz em países “inusitados”: Turquia e Índia são os primeiros apresentados.

 

Reha Çamuroglu, escritor tuco, autor de "Um golpe de sorte"

 

 

VELÓRIOS INUSITADOS e seu autor na Virada Cultural

O meu livro Velórios Inusitados ( http://www.saeditora.com.br/ ) tem me proporcionado momentos de raras e inusitadas emoções.

O primeiro, o próprio lançamento. Foi o meu segundo livro (o primeiro “Paulo Marinho, uma reportagem biográfica, Edição do Autor), mas nem por isso a emoção foi menor. Imagino que é emoção parecida com o nascimento de um filho. Cada um gera a sua própria emoção.

Os lançamentos, as noites de autógrafos aqui em São Paulo e em Belo Horizonte produziram os seus efeitos. Além do prazer do lançamento do livro, a oportunidade de encontrar velhos amigos.

Dias desses, às sete e meia da manhã, fui acordado com um telefonema de uma emissora de rádio de uma cidade do interior da Bahia querendo entrevista e pedindo para que eu contasse casos engraçados de velórios. O meu livro os tem, claro. Mas, convenhamos, fazer graça às sete e meia da manhã, recém acordado, não é fácil. Valeu pela experiência.

Em setembro do ano passado, participei de um encontro bem legal: Primavera na Cultura, que reuniu escritores para encontro direto com os leitores. Minha participação foi numa agradável tarde de domingo.

No mês passado, emoção diferente: noite de autógrafo na inauguração da “Funeral House” a mais luxuosa casa funerária de Belo Horizonte, encravada no sofisticado e seleto Alto da Avenida Afonso Pena, junto à Praça Tiradentes. Eu disse funerária? Haroldo Felício, o proprietário, define de outra forma: “Luxuoso e confortável local para a despedida final”.

Foi uma experiência diferente: ser atração onde, historicamente, a atração é o falecido.

Agora, outra experiência diferente.

Neste domingo estarei participando desta excelente promoção que é a Virada Cultural. Se não me engano, a Virada vai chegando ao seu terceiro ano promovendo 24 horas de cultura, e de paz, em São Paulo.

A batalhadora Eliana de Sá, além de minha editora, é vice-presidente da Libre, Liga de Editoras Brasileiras. A entidade reúne cerca de 100 editoras. Pois bem, graças à Eliana e à Libre a literatura vai ter participação especial este ano, com uma Feira de Livros que funcionará das 18 horas de sábado, dia 17, até às 18 horas do domingo. Local: estacionamento da biblioteca Mário de Andrade, na avenida da Consolação, 94, no Centro.

Mas a participação não ficará restrita à Feira.
O primeiro, o próprio lançamento. Foi o meu segundo livro (o primeiro “Paulo Marinho, uma reportagem biográfica, Edição do Autor), mas nem por isso a emoção foi menor. Imagino que é emoção parecida com o nascimento de um filho. Cada um gera a sua própria emoção.

Os lançamentos, as noites de autógrafos aqui em São Paulo e em Belo Horizonte produziram os seus efeitos. Além do prazer do lançamento do livro, a oportunidade de encontrar velhos amigos.

Dias desses, às sete e meia da manhã, fui acordado com um telefonema de uma emissora de rádio de uma cidade do interior da Bahia querendo entrevista e pedindo para que eu contasse casos engraçados de velórios. O meu livro os tem, claro. Mas, convenhamos, fazer graça às sete e meia da manhã, recém acordado, não é fácil. Valeu pela experiência.

Em setembro do ano passado, participei de um encontro bem legal: Primavera na Cultura, que reuniu escritores para encontro direto com os leitores. Minha participação foi numa agradável tarde de domingo.

No mês passado, emoção diferente: noite de autógrafo na inauguração da “Funeral House” a mais luxuosa casa funerária de Belo Horizonte, encravada no sofisticado e seleto Alto da Avenida Afonso Pena, junto à Praça Tiradentes. Eu disse funerária? Haroldo Felício, o proprietário, define de outra forma: “Luxuoso e confortável local para a despedida final”.

Foi uma experiência diferente: ser atração onde, historicamente, a atração é o falecido.

Agora, outra experiência diferente.

Neste domingo estarei participando desta excelente promoção que é a Virada Cultural. Se não me engano, a Virada vai chegando ao seu terceiro ano promovendo 24 horas de cultura, e de paz, em São Paulo.

A batalhadora Eliana de Sá, além de minha editora, é vice-presidente da Libre, Liga de Editoras Brasileiras. A entidade reúne cerca de 100 editoras. Pois bem, graças à Eliana e à Libre a literatura vai ter participação especial este ano, com uma Feira de Livros que funcionará das 18 horas de sábado, dia 17, até às 18 horas do domingo. Local: estacionamento da biblioteca Mário de Andrade, na avenida da Consolação, 94, no Centro.

Mas a participação não ficará restrita à Feira.

Escritores foram convidados a fazer leitura de textos seus ou não no decorrer da Feira. Eu estarei lá às 15 horas do domingo, lendo alguma história do meu “Velórios Inusitados”.

Haverá também um microfone aberto ao público. E, como se fosse um karaokê literário, as pessoas terão à sua disposição um cardápio de textos, poderão escolher o que melhor lhes aprouver e ler. Ler com a emoção que o texto lhe transmitir.

A Eliana Sá não tem a menor idéia de como será a aceitação, a reação do público. Afinal, trata-se da primeira experiência.

Se ela não sabe, muito menos eu. Mas é uma nova experiência.

http://www.blogdomariomarinho.blogspot.com/

VELÓRIOS INUSITADOS de Mário Marinho lançado em BH

Imprensa mineira noticia o lançamento na semana passada do livro VELÓRIOS INUSITADOS

Confira!

VELÓRIOS INUSITADOS: confira a festa do lançamento do livro na casa de funerais

Funeral festa

E lá fui eu ser atração na inauguração da casa funerária. Vivinho da silva.

Bem, explico.

A bela fachada e a elegante limousine

Foi a inauguração da luxuosa Funeral House, a mais chic de Belo Horizonte, e a segunda nesse nível no Brasil (a outra está em São Paulo, na avenida Paulista).

Claro que a grande atração foi a casa em si e tudo o que ela pode oferecer na hora da despedida, como informa o belo folder publicitário.

A Funeral House está num local privilegiado em BH; no alto da avenida Afonso Pena, na Praça Tiradentes.

Está instalada numa belíssima mansão, um casarão tombado pelo Patrimônio Histórico.

Na entrada, fino lustre

Suas três salas são muito bonitas, móveis antigos, pesados, convivendo com a modernidade: televisão de 42 polegadas e internete que possibilitará enviar imagens para parentes distantes que não puderam comparecer.

Uma feliz sacada do empresário Haroldo Felício que já é dono do Parque Renascer Cemitério e Crematório (o único crematório de Belo Horizonte), além de presidente do Sindicato dos Proprietários de Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil.

E como é uma festa de inauguração de uma funerária?

Absolutamente normal. O uísque Johnny Walker, black, correu generosamente, ao lado da plebéia cerveja, de nobres vinhos e de salgadinho finos, sofisticados, feitos na hora.

Numa dos belos recantos da casa, ao lado de uma fonte dágua, lá estava eu autografando o meu livro “Velórios Inusitados” (http://www.saeditora.com.br/ ).


 O público presente foi composto, em sua grande maioria, de pessoas do ramo, mais de jornalistas e convidados atraídos pelo bom trabalho de divulgação da Christina Lima.

Nenhuma das pessoas do ramo apresentou-se como o agente funerário que povoa a nossa imaginação: roupa preta, chapéu preto, cara fechada e olhar inexpressivo pronto para medir de alto a baixo e futuro cliente.



Nada disso – pessoas alegres, sorridentes que gostam de falar de seu trabalho, como qualquer pessoa que faz aquilo que gosta.

Conheci o Carlinhos. Copo de uísque na mão, apresentou-se para receber o autógrafo e logo já estávamos conversando. Fiquei sabendo que ele tem 38 funerárias em Minas, Rio, Espírito Santo e Bahia. Encheu a bola do Haroldo.

Ao meu lado, Haroldo Felício

- Ele é o presidente do nosso sindicato e nosso guia. Estávamos precisando de uma casa assim aqui em Belo Horizonte.

Pouco depois chegou a sorridente Medina, acompanhada do marido. Fico sabendo que ela está no ramo há 30 anos.

- Comecei a trabalhar com meu pai. Meu irmão trabalha comigo há 15 anos e o meu marido há cinco, desde que casamos.

Uma dinastia, portanto.

Depois, chega uma aflita e emocionada jovem para quem eu já autografara o livro há alguns minutos. Abre o livro e me diz, sem conter a emoção.

- Está vendo essa história do “Panela Cheia”?

- Sim, respondo.

Da esquerda para a direita, a bela jovem com o
copo na mão é a sobrinha do Geraldo, do Panela Cheia.

- O Geraldo, dono do Panela Cheia era meu tio, irmão do meu pai!

Pede-me o autógrafo em outro livro, especial para o pai. Ele vai ficar orgulhoso, garante-me ela.
Encontro o Adriles, meu ex-vizinho no Parque Continental, que eu não via desde 1989, quando ele voltou para Belo Horizonte. Cumprimentamo-nos, felizes, e eu quero saber o que ele faz ali. Mostra-me um recorte de jornal.

- Li a notícia do lançamento de seu livro e não quis perder a oportunidade de reencontrá-lo.

Grande Adriles.

Mas não há muito tempo para conversa, pois já aprece outro com o livro na mão. Pergunta-me.

- Você é do ramo?

- Não sou apenas jornalista. Mas Você é, acertei?

- Sou professor em Reconstituição Facial de Pessoas Falecidas.

Olho para ele e penso: maquiador de defuntos. Ele advinha meu pensamento.

- Não sou maquiador de defuntos. Já fui, mas hoje sou professor de Reconstituição Facial de Pessoas Falecidas. É muito mais do que fazer maquiagem. Sabe, o corpo, após a morte, sofre um enrijecimento muscular e então é preciso fazer um tratamento no rosto…

Os Marinhos presentes: as irmãs
Marta e Marina e a amada e santa mãe Celina

Bem, vou poupar o leitor dos detalhes.

Lá pelas 23 horas, tomo minha primeira e última dose de Black, resolvo tirar o time de campo e procuro o Haroldo. Elogio, com sinceridade, a casa pelo bom gosto em todos os detalhes. Mas aviso:

- Está tudo muito bonito, mas não pretendo ser seu cliente tão cedo.

E o Haroldo, rápido:

- Não tenho pressa – um dia Você vem…

E-books da Sá Editora: veja aonde você já pode comprar

Capa de livro por Moema Cavalcanti

As andorinhas de Cabul com capa de Moema Cavalcanti para a Sá

A CAPA DO LIVRO E SEU PODER DE SEDUÇÃO: WORKSHOP COM MOEMA CAVALCANTI

Carga Horária: 6 horas
Datas: 22 e 23 / Março / 2011
Horário: 18h às 21h
Vagas: 35
Valor: R$ 269,00
Sócios e Estudantes: R$ 215,00
Local
A Universidade do Livro funciona no prédio da Fundação Editora da UNESP (FEU) - Praça
da Sé, 108, Centro - São Paulo, SP - CEP: 01001-900 - Esquina com a Rua Benjamin
Constant - Metrô Sé.
Público Alvo
Profissionais da área de arte e design gráfico, editores e assistentes editoriais,
estudantes de arte e comunicação visual, arquitetos, editores de arte, diagramadores,
ilustradores, pesquisadores iconográficos, designers, estudantes de arquitetura e
demais interessados.
Conteúdo
O poder de sedução da capa de um livro. A capa e a motivação de compra. A importância
dos textos nas capas. A relação entre o consumidor, o livro e a capa: a compra por
impulso e os livros de leitura obrigatória. Análise da obra de designers brasileiros;
resumo histórico da evolução da capa e do design de capa no Brasil.
Objetivos
A partir de discussões sobre obras já realizadas, entender o processo de criação de
capas e propor soluções para alguns projetos editoriais.
Metodologia
Aula expositiva, ilustrada por imagens de capas de livros produzidas atualmente no
Brasil. Oficina de criação de capas usando recursos mínimos.
Docente
Moema Cavalcanti
Graduada em pedagogia, diretora de arte da Editora Abril (1968-1975); desde 1975 atua
como designer independente. Criadora da identidade visual dos eventos paralelos à 46ª
feira Internacional de Livros de Frankfurt; designer de livros, revistas, catálogos
de exposições, calendários, etc.
Recebeu o Prêmio Jabuti em 1991, 1993 e 2007. Expôs seus trabalhos em 2000 na
Associação dos Designers Gráficos (ADG): Moema Cavalcanti: 800 capas.
Já elaborou mais de mil e duzentas capas de livros para as principais editoras do país.

Miriam Goldfeder: Coordenadora de formação e cursos
Daura Kanotami: Apoio, divulgação e marketing

Informações sobre reserva e inscrições:
DAURA Tel.: (11) 3242­9555 Fax: (11) 3242­9613


Informações sobre reserva e inscrições:

DAURA KANOTAMI

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