Sá Editora na Bienal do Livro 2010/a festa da leitura
Reunidas no stand L 13, editoras organizam-se em torno da Bibliodiversidade
Um grupo de editoras independentes se junta no mesmo estande para apresentar diversidade de publicações e defender a bandeira da bibliodiversidade. A Editora de Cultura, Fundação Perseu Abramo, Ibis Libris, Livro Falante, Musa, Sá Editora e a Publisher Brasil dividem o mesmo estande (L13) na Bienal Internacional do Livro de São Paulo. A proposta dessa união, além de fortalecer a divulgação de cada editora individualmente, é, principalmente, oferecer uma variedade de catálogos, para que o leitor possa ter escolha e não ficar restrito a oferta dos 20 mais vendidos do mercado. Diante de tantos e variados títulos o leitor poderá olhar, folhear, escolher e acrescentar ao seu cardápio literário, livros além dos modismos e bestsellers. “O objetivo da nossa união é apresentar uma maior variedade de títulos para atender a todas as áreas dos interesses de leitura, ampliando o horizonte de conhecimento, trazendo novas visões sobre o que já se conhece, e mostrando coisas inéditas”, afirma Thereza Christina Rocque da Motta, editora da Ibis Libris.
São mais de 9.000 exemplares entre livros, audiolivros e revistas, de 360 títulos, sendo 30 novos, com 24 lançamentos no estande. Romances, contos, crônicas, ensaios, autoajuda, infantil, estudos acadêmicos, autores nacionais e estrangeiros.
O Editor independente
Ao contrário da lógica das grandes empresas, o editor independente atua conscientemente em nichos de mercado e produz qualidade e diversidade. O pequeno editor é um empreendedor por natureza. Intelectual e quase sempre engajado, ele é uma liderança na área em que atua. Sensível à produção cultural do seu entorno, busca sintetizar, sistematizar e disseminar sua leitura de mundo, formando um catálogo de qualidade, na maioria das vezes especializado na temática que abraçou. Adota, portanto, do ponto de vista empresarial, estratégias competitivas focadas em nichos de mercado.
Sá Editora: destaques para esta Bienal
As preces são imutáveis, de Tuna Kiremitçi, primeiro livro de literatura turca moderna, traduzido diretamente do turco para o português por Marco Syrayama de Pinto;
Velórios inusitados, casos e causos contados pelo jornalista Mário Marinho;
O Mestre do seu Sistema: o caminho de volta para a ansiedade e a síndrome do pânico, livro sobre medicina tradicional chinesa, de Máera Moretto.



