Curar… o stress, a ansiedade e a depressão sem medicamento nem psicanálise
David Servan-Schreiber
308 páginas / 16x23cm
ISBN: 8588193191
R$ 49,00

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CURAR… O STRESS, A ANSIEDADE E A DEPRESSÃO SEM MEDICAMENTO NEM PSICANÁLISE

David Servan-Schreiber

CURAR… O STRESS, A ANSIEDADE E A DEPRESSÃO SEM MEDICAMENTO NEM PSICANÁLISE o título reflete a provocação feita pelo autor aos “usuários” – médicos e pacientes – da medicina tradicional para o tratamento das doenças emocionais, tão em voga na era moderna. Em seu livro CURAR…, uma visão holística e integradora da medicina das emoções, David consagra a prática de tratamentos alternativos conhecidos, mas que até agora não tinham o referencial estabelecido pela ciência. Segundo David, o corpo tem um instinto básico que o inclina para a cura, profundamente ligado ao nosso próprio instinto de sobrevivência.

Confiar nesse instinto é se conhecer e se ajustar integralmente para ser feliz. Seguindo as teorias do reputado neurologista português Antonio Damásio, Servan-Schreiber divide o cérebro em duas partes: a cognitiva – ligada à linguagem – e a emocional – responsável pelo controle da fisiologia do corpo (ritmo cardíaco, tensão arterial, apetite, sono, libido e sistema imunológico). A partir daí, ele monta suas bases de uma medicina integral (mind and body medicine), composta por sete passos regeneradores: coerência cardíaca, ajuste do relógio biológico, nutrição balanceada, atividade física, relações afetivas, EMDR (Eye movement desensitization and reprocessing) e acupuntura. São métodos naturais, alguns conhecidos há muito tempo, mas pela primeira vez comprovados em sua eficácia por testes realizados durante cinco anos no Centro de Medicina Complementar da Universidade de Pittsburgh.

Para mais informações consulte:
http://www.guerir.fr

Autor

autor_davidservan-schreiberDavid Servan-Schreiber nasceu na França em 1961. Faleceu no dia 25 de julho de 2011, vitimado pelo câncer. Estudou e trabalhou nos Estados Unidos e no Canadá, onde foi um dos fundadores, e depois diretor, do Centro de Medicina complementar da Universidade de Pittsburgh. Fez parte da organização “Médicos sm Fronteiras” (ONU), trabalhando com refugiados em Kosovo e Saravejo.

Doutor em Ciências Neurocognitivas pela Universidade Carnegie Mellon, sob orientação de Herbert Simon, pai da inteligência artificial e Nobel de Economia, e de James McClelland, pioneiro da teoria das redes de neurônios. Recentemente, sua tese de doutorado foi publicada na revista “Science”. Em 2002 foi eleito o melhor psiquiatra clínico da Pensilvânia.

Saiba mais sobre o autor:
http://www.servan-schreiber.com

Leia um trecho

“…’Cura’ é uma palavra com muito poder. Não seria presunçoso demais um médico usar tal palavra no título de um livro sobre stress, ansiedade e depressão? Pensei muito sobre a questão. … Para mim, ‘cura’ significa que os pacientes não estão mais sofrendo daqueles sintomas de que se queixavam quando me consultaram pela primeira vez, e que tais sintomas não voltarão depois que o tratamento terminar. Isso é precisamente o que observei quando comecei a usar os métodos descritos neste livro e isso é sustentado por algumas pesquisas. Por fim decidi que não havia problema em usar ‘cura’ no título do livro, uma vez que não utilizá-lo teria sido desonesto.”

“Quando sentimos de um jeito visceral – emocionalmente – a conexão com aqueles à nossa volta, nossa fisiologia automaticamente alcança a coerência. Ao mesmo tempo, quando ajudamos nossa fisiologia a trazer coerência, abrimos a porta para novas maneiras de compreender o mundo à nossa volta. Este círculo virtuoso, descrito por Maslow, é o portal para a realização do ‘eu’ – sem stress, ansiedade ou depressão.”

“…,Mas a influência dos outros sobre – e contribuição para – nosso próprio equilíbrio emocional não se limita à nossa família nuclear. De fato, quanto mais bem integrados estamos na comunidade da qual queremos cuidar – e mais forte é o nosso sentimento de desempenhar um papel nela que seja importante para os outros -, mais facilmente superamos nossos sentimentos de ansiedade, desespero e inutilidade.”

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