Categoria: Na Mídia

“Velórios inusitados” ganha resenha na revista da Kalunga

Casos de última hora

por: Manoel Dorneles

Jornalista relata em livro fatos fora do convencional e “causos” relacionados à morte, velórios e eventos afins

Casos de última hora

Seria fácil a um jornalista mais afeito à linguagem do futebol

dizer em tom de blague que a morte é uma caixinha de surpresas, são 11 contra 11 ou, ao menos uma atividade em que se ganha, se perde ou se empata. Mário Marinho – há mais de 40 anos na lida, durante muito tempo editor de esportes do Jornal da Tarde, em São Paulo – decidiu encarar a morte como ela é: um dos dois mais relevantes eventos para o ser humano; o outro é o nascimento. E assim ela é tratada no seu recém-lançado livro Velórios Inusitados, em que relata 56 crônicas relacionadas ao tema.

Sem muita reverência, mas tampouco com desrespeito, Marinho, natural de Ribeirão das Neves (cidade da Grande Belo Horizonte), radicado em São Paulo, escreve mineiramente sobre esse tema ainda espinhoso para o homem, principalmente o ocidental. “Minha intenção não foi vulgarizar a morte, mas minimizar a dor”, reflete. Segundo ele, a não ser os beneficiários de alguma herança polpuda deixada pelo falecido (ou quem está de olho na viúva), são poucos os que se podem dizer confortáveis durante um velório.

Se analisada sob o aspecto religioso, no entanto, as crenças orientais convivem de maneira mais positiva com a morte. “Da mesma forma os espiritualistas para os quais a morte é passagem para um plano superior. Evidentemente, quem não acredita sofre mais”, comenta o jornalista. Ele, por exemplo, teve de assimilar há cerca de 10 anos a morte do pai, a quem resgatou no seu primeiro livro, uma reportagem biográfica, Paulo Marinho – A história de uma vida.

 

Para esta obra, Marinho buscou a inspiração no seu início de carreira, 40 anos atrás, no Diário da Tarde, de Belo Horizonte. “a vingança” é o nome da história que inaugura o livro, baseada em uma reportagem feita por ele para o jornal. Resumo: anúncio no jornal O Estado de Minas dá conta da morte do sujeito, que está muito vivo, e trabalhando. ao receber o telefonema da mulher, ele vai para casa e passa o dia lidando com “convidados” e demais praxes para o velório. O “falecido” descobre logo que o autor do anúncio foi seu próprio irmão, num gesto de vingança, por ele ter tido um caso com sua cunhada. Evidentemente, não pôde deixar isso vazar em casa…

 

Rejeição dupla

 

Entre casos e “causos”, há o de Jesus alvarenga Ribeiro, um dos frequentadores do famoso bar lua Nova, no térreo do edifício arcângelo Maleta, reduto da boemia belorizontina do início dos anos 1960. Com toda a pompa e circunstância que um anúncio dessa natureza exige, certo fim de noite ele comunicou a seus colegas de copo e de cruz: “Vou morrer no dia 13 de março, às 15 horas.” Evidentemente, poucos o levaram a sério, mas como ele continuasse a repetir a data, sem demonstrar qualquer tristeza ou preocupação diante do fato, quem passou a ficar com a pulga atrás da orelha foram seus amigos. indagam daqui, indagam dali, mas ninguém atinava sobre as razões do futuro defunto.

a coisa e o diz que diz tomaram tal vulto que, na data aprazada, todo mundo que frequentava o bar e mais meia Belo Horizonte rumaram para o endereço de Jesus. O clima era de pré-velório, naturalmente. Ele já comprara o caixão (a muito custo, pois não se vende esse artigo sem defunto), e de quebra encomendara coroas de flores, velas e, para ninguém passar vontade, comida e bebida à farta. Após receber a todos com naturalidade, poucos minutos antes das 15 horas, ele vestiu o terno e deitou-se no caixão.

Teve início a contagem regressiva dos segundos: 10, 9, 8, 7, 6… silêncio absoluto – exceto pelas emissoras de rádio que transmitiam do local em tom sepulcral –, 15 horas, contadas no badalar do relógio da sala. após um minuto de silêncio e expectativa, eis que “o morto” se levanta e comunica que, como a morte não o quis, ele anunciava a todos sua candidatura à vereança da cidade. O azar dele foi que as urnas da política também o rejeitaram… ele não foi eleito.

 

Dinheiro vivo

 

as pesquisas de Marinho demandaram cerca de dois anos. algumas histórias ele recebeu de amigos, outras levantou do noticiário do dia a dia. Há o caso do professor chinês lin que gastou mais de 10 mil euros (cerca de 30 mil reais) para enterrar seu cachorro. Ele venceu a resistência dos administradores do cemitério de chenglu, cidade da província de Schiuan, que evidentemente não aceitam animais, e conseguiu que realizassem o funeral e o enterro do cão. O dinheiro foi gasto no aluguel do espaço fúnebre, onde o corpo permaneceu durante dois dias em câmara ardente, flores, pagamento aos funcionários e aluguel de uma limusine para transportar o corpo. Sobre o terreno onde o animal foi enterrado, lin plantou uma árvore para lembrar o amigo.

Seja para quem tem dinheiro disponível, como o chinês lin, seja para quem não tem as mesmas condições, um enterro sempre é uma despesa (e um trabalho) extra para a família. Em seus levantamentos, o jornalista descobriu a paulistana Maria aparecida, que encontrou o seu ganha pão nesse mercado sempre aquecido, e sem data para acabar. Ela é uma promoter de funeral. com desenvoltura, como se estivesse tratando de uma festa, ela fala ao telefone sobre castiçais de prata, tapetes, flores, pianista e até comidinhas, a serem servidas durante o velório. Bem melhor para quem, surpreendido pela passagem do ente querido, nem sempre tem cabeça para cuidar desses detalhes…

ainda no mundo dos negócios, funciona desde 2008, em São Paulo, a Funeral Home, a primeira empresa de luxo nesse ramo no País. O empreen-dimento, que ocupa um suntuoso casarão de 800 m² na avenida Paulista, oferece toda a assistência à família, desde que o corpo sai do hospital até a missa de sétimo dia. além de quatro salas de velório – São Paulo, Roma, Paris e Nova York –, há uma capela ecumênica, sala com televisores e computadores ligados à Internet, terraço, manobristas e seguranças. O aluguel de uma sala mais barata gira em torno de dois mil dólares. Detalhe: na saída do velório, após se servirem no bufê, os visitantes recebem lembrancinhas “bem-velados”, que remetem aos populares bem-casados.

Para não ficar atrás, Belo Horizonte também inaugurou o seu Funeral House, um espaço especial para receber tais eventos (isto não está no livro). a empresa está instalada em um palacete tombado pelo patrimônio histórico mineiro, na Avenida Afonso Pena, 2158, aos pés da Serra do curral. Também oferece aos familiares e participantes do velório todo o conforto físico e espiritual. a propósito, Mário Marinho foi convidado para o lançamento do empreendimento, no dia 23 de março, ocasião em que promoveu uma noite de autógrafos de seu livro Velórios Inusitados. Para adquirir um exemplar, no valor de R$ 32,00, consulte o site da editora www.saeditora.

Leia Mais: http://www.revistakalunga.com.br/240/casos-de-ultima-hora/#ixzz1UjrNxxQh
(Revista Kalunga)

A literatura da Turquia publicada pela Sá Editora no Diário de Pernambuco

Em matéria assinada por Paulo Carvalho, estamos em bela matéria no domingo passado no caderno Viver do Diário de Pernambuco, Recife. Beleza de divulgação!

O MESTRE DO SEU SISTEMA resenhado no Vya Estelar

http://www2.uol.com.br/vyaestelar/livrosecds.htm

O mestre do seu sistema 
Autora: Máera Moretto
Editora: Sá Editora 240 pags.


A autora toca em pontos cruciais por trás de transtornos emocionais como ansiedade e síndrome do pânico. Ela mostra as armadilhas frequentes em situações e emoções presentes no nosso dia a dia, oferecendo uma releitura de sentimentos como o amor, a solidão e o medo, entre outros. Este livro traz a Medicina Tradicional Chinesa para o mundo Ocidental. Ao revelar cases bem sucedidos no tratamento da ansiedade e do pânico, apresenta um novo olhar sobre como tratar os distúrbios emocionais da vida moderna. O livro é dividido em três partes e se completa com um final revelador, que explica porque o mestre está no nosso sistema.- Na primeira parte – Novos caminhos – Máera conta como começou seus estudos na MTC, fala sobre conceitos básicos da Medicina Tradicional Chinesa – os meridianos, o Yin e Yang, o Qi (pronuncia-se Tchi) de forma acessível a qualquer leigo. E ainda introduz a figura do Mestre com uma deliciosa lenda sobre a origem do homem na Terra.

- Na segunda parte – Os Caminhos dos Desequilíbrios – os personagens tomam a palavra para descrever seus desequilíbrios, um cotidiano no qual todos nós nos reconhecemos. Falam sobre problemas que sentem na pele, de forma aberta e sem preconceitos, num diálogo direto com o mestre Shen Menn.

- Na terceira parte – Os Caminhos da Cura – “O Mestre do seu Sistema” traz vários exercícios ilustrados, praticados e aprovados por pacientes que, vítimas de transtornos de ansiedade e pânico, seguiram os ensinamentos da MTC e dão seus testemunhos sobre como mudaram a qualidade de vida e ganharam mais saúde e equilíbrio.

VELÓRIOS INUSITADOS e seu autor na Virada Cultural

O meu livro Velórios Inusitados ( http://www.saeditora.com.br/ ) tem me proporcionado momentos de raras e inusitadas emoções.

O primeiro, o próprio lançamento. Foi o meu segundo livro (o primeiro “Paulo Marinho, uma reportagem biográfica, Edição do Autor), mas nem por isso a emoção foi menor. Imagino que é emoção parecida com o nascimento de um filho. Cada um gera a sua própria emoção.

Os lançamentos, as noites de autógrafos aqui em São Paulo e em Belo Horizonte produziram os seus efeitos. Além do prazer do lançamento do livro, a oportunidade de encontrar velhos amigos.

Dias desses, às sete e meia da manhã, fui acordado com um telefonema de uma emissora de rádio de uma cidade do interior da Bahia querendo entrevista e pedindo para que eu contasse casos engraçados de velórios. O meu livro os tem, claro. Mas, convenhamos, fazer graça às sete e meia da manhã, recém acordado, não é fácil. Valeu pela experiência.

Em setembro do ano passado, participei de um encontro bem legal: Primavera na Cultura, que reuniu escritores para encontro direto com os leitores. Minha participação foi numa agradável tarde de domingo.

No mês passado, emoção diferente: noite de autógrafo na inauguração da “Funeral House” a mais luxuosa casa funerária de Belo Horizonte, encravada no sofisticado e seleto Alto da Avenida Afonso Pena, junto à Praça Tiradentes. Eu disse funerária? Haroldo Felício, o proprietário, define de outra forma: “Luxuoso e confortável local para a despedida final”.

Foi uma experiência diferente: ser atração onde, historicamente, a atração é o falecido.

Agora, outra experiência diferente.

Neste domingo estarei participando desta excelente promoção que é a Virada Cultural. Se não me engano, a Virada vai chegando ao seu terceiro ano promovendo 24 horas de cultura, e de paz, em São Paulo.

A batalhadora Eliana de Sá, além de minha editora, é vice-presidente da Libre, Liga de Editoras Brasileiras. A entidade reúne cerca de 100 editoras. Pois bem, graças à Eliana e à Libre a literatura vai ter participação especial este ano, com uma Feira de Livros que funcionará das 18 horas de sábado, dia 17, até às 18 horas do domingo. Local: estacionamento da biblioteca Mário de Andrade, na avenida da Consolação, 94, no Centro.

Mas a participação não ficará restrita à Feira.
O primeiro, o próprio lançamento. Foi o meu segundo livro (o primeiro “Paulo Marinho, uma reportagem biográfica, Edição do Autor), mas nem por isso a emoção foi menor. Imagino que é emoção parecida com o nascimento de um filho. Cada um gera a sua própria emoção.

Os lançamentos, as noites de autógrafos aqui em São Paulo e em Belo Horizonte produziram os seus efeitos. Além do prazer do lançamento do livro, a oportunidade de encontrar velhos amigos.

Dias desses, às sete e meia da manhã, fui acordado com um telefonema de uma emissora de rádio de uma cidade do interior da Bahia querendo entrevista e pedindo para que eu contasse casos engraçados de velórios. O meu livro os tem, claro. Mas, convenhamos, fazer graça às sete e meia da manhã, recém acordado, não é fácil. Valeu pela experiência.

Em setembro do ano passado, participei de um encontro bem legal: Primavera na Cultura, que reuniu escritores para encontro direto com os leitores. Minha participação foi numa agradável tarde de domingo.

No mês passado, emoção diferente: noite de autógrafo na inauguração da “Funeral House” a mais luxuosa casa funerária de Belo Horizonte, encravada no sofisticado e seleto Alto da Avenida Afonso Pena, junto à Praça Tiradentes. Eu disse funerária? Haroldo Felício, o proprietário, define de outra forma: “Luxuoso e confortável local para a despedida final”.

Foi uma experiência diferente: ser atração onde, historicamente, a atração é o falecido.

Agora, outra experiência diferente.

Neste domingo estarei participando desta excelente promoção que é a Virada Cultural. Se não me engano, a Virada vai chegando ao seu terceiro ano promovendo 24 horas de cultura, e de paz, em São Paulo.

A batalhadora Eliana de Sá, além de minha editora, é vice-presidente da Libre, Liga de Editoras Brasileiras. A entidade reúne cerca de 100 editoras. Pois bem, graças à Eliana e à Libre a literatura vai ter participação especial este ano, com uma Feira de Livros que funcionará das 18 horas de sábado, dia 17, até às 18 horas do domingo. Local: estacionamento da biblioteca Mário de Andrade, na avenida da Consolação, 94, no Centro.

Mas a participação não ficará restrita à Feira.

Escritores foram convidados a fazer leitura de textos seus ou não no decorrer da Feira. Eu estarei lá às 15 horas do domingo, lendo alguma história do meu “Velórios Inusitados”.

Haverá também um microfone aberto ao público. E, como se fosse um karaokê literário, as pessoas terão à sua disposição um cardápio de textos, poderão escolher o que melhor lhes aprouver e ler. Ler com a emoção que o texto lhe transmitir.

A Eliana Sá não tem a menor idéia de como será a aceitação, a reação do público. Afinal, trata-se da primeira experiência.

Se ela não sabe, muito menos eu. Mas é uma nova experiência.

http://www.blogdomariomarinho.blogspot.com/

Máera Moretto, de O MESTRE DO SEU SISTEMA, em entrevista na Record

Assista a entrevista de Máera Moretto, autora de O MESTRE DO SEU SISTEMA, sobre “depressão” na Record; uma excelente matéria, com abordagem ampla e informativa. Vale a pena! Aqui.

Depressão é o assunto do NBlogs desta terça-feira (28)

CURAR O STRESS, A ANSIEDADE E A DEPRESSÃO receitado pelo Governador de São Paulo

No blog Mona Dorf, assista: Como reduzir stress e depressão sem remédio.

PSICANÁLISE, livro de Lenislson Ferreira, no Informativo da Sec. de Cultura de Niterói

Confira a matéria completa aqui.

O MESTRE DO SEU SISTEMA na Viva Saúde

Contra ansiedade
O livro O Mestre do seu Sistema – O caminho de volta para a ansiedade e a síndrome do pânico (Sá Editora) ensina como controlar os tipos de ansiedade pelos conceitos da Medicina Tradicional Chinesa. A obra, escrita pela fisioterapeuta e acupunturista Máera Moretto, traz situações emocionais que podem abrir portas para desequilíbrios e doenças representadas por personagens criados a partir dos pacientes da autora. À venda por R$ 39,90.

Divulgação

Mário Marinho lança VELÓRIOS INUSITADOS em BH

 

Tatiana Rocha

Ele saiu de Minas Gerais em direção a São Paulo na década de 1960, mas nem por isto deixou de ser um típico mineiro contador de “causos”. A prova disso é que o jornalista Mário Marinho marcou presença em sua terra natal, Belo Horizonte, para lançar o seu mais recente livro, Velórios Inusitados, uma obra recheada de contos que divertem e encantam o leitor.

O lançamento aconteceu no último dia 13, na Livraria Saraiva Megastore do Shopping Diamond Mall. Cerca de 80 pessoas, entre amigos, familiares e convidados foram prestigiar o autor, que, sorridente, distribuiu muitos autógrafos. “O lançamento de um livro é mais ou menos como apresentar um filho à sociedade. Você se enche de orgulho. E o orgulho fica maior quando as pessoas que o cercam são mais chegadas. O lançamento na Bienal, em São Paulo, foi bacana, mas não houve esse calor humano que eu sinto em BH”. Apesar do tema inicialmente “mórbido”, o autor concebeu um livro com contos leves, que não passam nem perto do humor negro. “A morte é o segundo evento mais importante na vida do ser humano – o primeiro é o nascimento. Assim, ela precisa ser tratada com muita seriedade, até por que, normalmente, causa dor, tristeza e lágrimas. Tive muito cuidado com o tema, mas é inegável que mesmo nessas situações delicadas ocorram fatos inusitados, cômicos e engraçados. Eu procurei esse viés. Além disso, eu também trato de fatos apenas inusitados, curiosos, sem necessariamente serem engraçados. Apenas curiosos”.

Mário Marinho conta que o livro Velórios Inusitados nasceu de uma reportagem feita por ele há muitos anos no Diário da Tarde (já falecido), sobre o caso de um operário que foi surpreendido com a notícia de sua própria morte publicada em um jornal, em forma de anúncio fúnebre. “Pois bem, há algum tempo, remexendo em velhos papéis, encontrei essa reportagem e pensei: como esse, devem existir muitos outros casos. Assim comecei a pesquisa”. A obra conta com 56 contos em 173 páginas. As histórias são uma mistura de realidade e ficção. “Nos lançamentos, tanto em BH quanto em São Paulo, muitas pessoas compravam o livro e me diziam: ‘Puxa, se eu soubesse, teria te contado um caso que eu conheço’. Por causa disso, já estou preparando o Velórios Inusitados 2, afirma.

Essa é a segunda publicação de Mário Marinho. Ele transitou entre dois gêneros literários bastante distintos, saindo da reportagem biográfica para o conto. “Todo mineiro tem uma queda por contos. Os melhores contistas brasileiros são daqui. Desde os meus tempos de ginásio, eu já arriscava alguns textos, mas como optei pelo jornalismo, acostumei-me com a realidade, com a notícia. Agora, estou deixando aflorar o contista”. O livro Velórios Inusitados relata “causos” passados em velórios e mostra bom-humor até na hora da morte, provando que o que vale é levar a vida com alegria e descontração. A obra pode ser adquirida na Livraria Saraiva Megastore do Diamond Mall, por R$ 33,00.

Tatiana Busto Garcia na revista Criativa

A autora de Cartas ao Cão na Criativa de Maio:

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