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Centro Cultural Brasil-Turquia convida para o 1º Festival da Turquia no Brasil.

Centro Cultural Brasil-Turquia

tem alegria de organizar 1º Festival da Turquia no Brasil.

 

CCBT já organizou dezenas de atividades culturais para aproximar as duas culturas, a turca e a brasileira, e agora está organizando o 1º Festival da Turquia em parceria com Centro Cultural São Paulo. O Festival terá novas edições anualmente.

            O Festival terá apresentações de danças folclóricas, recitais de música instrumental, artes e canções de músicas turcas, tanto pelos artistas vindos da Turquia quanto pelos brasileiros que se envolveram com a cultura desse país.           

Gostaríamos de convidá-lo para fazer parte desse evento inédito.

Programação

«  Mostra de arte Ebru (uma arte de pintura num líquido especial) pelo artista

«  Danças folclóricas do grupo Mamak Belediyesi Halk Oyunları Topluluğu

«  Recital da música instrumental pelo grupo Yansımalar

«  Músicas turcas pelas Vitoria Matos e Gyancarla Ceravolo, finalistas na Olímpiada da Língua Turca

Informações

Data: 18 de maio de 2013

Horário: das 18:00 às 21:00

Preço: Cortesia

Local: Centro Cultural São Paulo, Sala Adoniran Barbosa

Rua Vergueiro, 1000 – Liberdade, São Paulo, SP – CEP: 01504-000

Organização: Centro Cultural Brasil Turquia

Endereço: Rua Haddock Lobo, 585 – Cj.6A, São Paulo, SP – CEP: 01414-001

Telefone: (11) 3063-1878

E-mail para confirmação de participação: contato@brasilturquia.com.br

 

Para quem se interessar; No dia 19/05/2013, CCBT participa do Festival de Pompéia com diversas atividades e culinária turca. 

Autora fala sobre a busca pela ‘metade ideal’ em tempos de internet

da Livraria da Folha

 

Apesar de o sucesso de alguns romances iniciados na internet, esse tipo de relacionamento ainda carece de crédito. Normalmente são vistos como fugazes, uma versão piorada dos antigos “amores de verão”. Além disso, a possibilidade de revirar o passado dos pretendentes em redes sociais é um prato cheio para os ciumentos.

Com todas essas dificuldades, como formar um casal –da maneira que idealizam os românticos– no século 21? “O ideal é o possível na vida real. É aquele relacionamento que permite mais satisfação que sofrimento, o que inclui respeito e amizade. Como diz o poeta, o melhor é o sentimento infinito enquanto durar”, disse Judith Brito, autora de “A Metade Ideal”, em entrevista à Livraria da Folha.

O livro reúne crônicas sobre amores e afetos. Judith Brito analisa novas e antigas formas de buscar por um par que nos complete, das paqueras nas pracinhas do tempo da vovó ao footing cibernético.

*

Livraria da Folha – Você é formada em administração. É possível administrar relações amorosas?

Divulgação/Sá Editora
Judith Brito, executiva do Grupo Folha, formou-se em administração pública
Judith Brito formou-se em administração pública pela FGV

Judith Brito – Bem, a arte é justamente tentar administrar o relacionamento, com tolerância e bom senso. Assim como, numa empresa, é preciso pensar, refletir sobre estratégias, voltar atrás se necessário, manter um relacionamento saudável exige engenhosidade.

É possível encontrar um companheiro verdadeiro pela internet?

Tenho visto vários casos assim. Claro que é necessário cuidado para o estreitamento de uma relação feita a partir de um encontro virtual. Mas há sites sérios, e esse meio tem também muitas vantagens. Os tímidos, por exemplo, têm mais chances de estabelecer contatos a partir da proteção da tela de um computador.

No tempo da vovó também existiam cafajestes. Há uma receita para separar o joio do trigo?

No tempo da vovó, a coitada pouco palpitava. Os casamentos eram, muitas vezes, decididos pelos pais. Nos casos dos meus avós e bisavós, por exemplo, foi assim. E depois, consumado o casamento, a vovó também não apitava, restando a ela obedecer ao marido, muitas vezes um autoritário. Por outro lado, essa interferência familiar ao menos poupava a mulher da culpa de uma escolha errada. Afinal, escolhiam por ela, certo?

Como encontrar o limite para preservar alguma privacidade nas redes sociais?

A febre das redes sociais levou a abusos, mas vejo cada vez mais uma preocupação em preparar as crianças e jovens para que usem a internet com a devida cautela. O mundo ainda está se adaptando à novidade, e há um deslumbramento com as possibilidades de comunicação digital. Mas há cada vez mais recursos, inclusive tecnológicos, para evitar a superexposição na web.

A internet possibilita conhecer antigos relacionamentos dos pretendentes. Até que ponto é saudável remexer no passado de um candidato a namorado(a)?

Especialmente para os ciumentos, essa atitude pode ser um inferno. Particularmente, acho um completo non-sense ter ciúmes “do passado” do parceiro. Aliás, acho muito chato o ciúme em qualquer circunstância.

Divulgação
Judith destaca os comportamentos e as novas formas de amar nos dias atuais
Judith destaca comportamentos e formas de amar nos dias atuais

Como lidar com o “ciúme virtual”?

Virtual ou não, acho o ciúme muito chato, uma demonstração de insegurança. Felizmente, cada vez mais as pessoas entendem que ciúme não é amor, e ciúme exagerado é doença. É difícil para o ciumento lidar com o sentimento, mas acho que vale sempre o esforço para amenizá-lo ou acabar com ele.

Traição virtual é traição real?

Depende do que foi combinado a dois. Relacionamento é contrato, e valem as regras estabelecidas de comum acordo na parceria.

Pagu, Aguirre, santo Antônio e Blade Runner. O índice do exemplar mostra a diversidade da abordagem. Como você recomenda a leitura do livro (capítulos, aleatórias, seguindo a ordem)?

Recomendo a leitura do jeito que o leitor achar melhor. Bem acompanhado, de preferência.

*

“A Metade Ideal”
Autor: Judith Brito
Editora:
Páginas: 192
Quanto: R$ 29 (preço promocional*)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

“Velórios inusitados” ganha resenha na revista da Kalunga

Casos de última hora

por: Manoel Dorneles

Jornalista relata em livro fatos fora do convencional e “causos” relacionados à morte, velórios e eventos afins

Casos de última hora

Seria fácil a um jornalista mais afeito à linguagem do futebol

dizer em tom de blague que a morte é uma caixinha de surpresas, são 11 contra 11 ou, ao menos uma atividade em que se ganha, se perde ou se empata. Mário Marinho – há mais de 40 anos na lida, durante muito tempo editor de esportes do Jornal da Tarde, em São Paulo – decidiu encarar a morte como ela é: um dos dois mais relevantes eventos para o ser humano; o outro é o nascimento. E assim ela é tratada no seu recém-lançado livro Velórios Inusitados, em que relata 56 crônicas relacionadas ao tema.

Sem muita reverência, mas tampouco com desrespeito, Marinho, natural de Ribeirão das Neves (cidade da Grande Belo Horizonte), radicado em São Paulo, escreve mineiramente sobre esse tema ainda espinhoso para o homem, principalmente o ocidental. “Minha intenção não foi vulgarizar a morte, mas minimizar a dor”, reflete. Segundo ele, a não ser os beneficiários de alguma herança polpuda deixada pelo falecido (ou quem está de olho na viúva), são poucos os que se podem dizer confortáveis durante um velório.

Se analisada sob o aspecto religioso, no entanto, as crenças orientais convivem de maneira mais positiva com a morte. “Da mesma forma os espiritualistas para os quais a morte é passagem para um plano superior. Evidentemente, quem não acredita sofre mais”, comenta o jornalista. Ele, por exemplo, teve de assimilar há cerca de 10 anos a morte do pai, a quem resgatou no seu primeiro livro, uma reportagem biográfica, Paulo Marinho – A história de uma vida.

 

Para esta obra, Marinho buscou a inspiração no seu início de carreira, 40 anos atrás, no Diário da Tarde, de Belo Horizonte. “a vingança” é o nome da história que inaugura o livro, baseada em uma reportagem feita por ele para o jornal. Resumo: anúncio no jornal O Estado de Minas dá conta da morte do sujeito, que está muito vivo, e trabalhando. ao receber o telefonema da mulher, ele vai para casa e passa o dia lidando com “convidados” e demais praxes para o velório. O “falecido” descobre logo que o autor do anúncio foi seu próprio irmão, num gesto de vingança, por ele ter tido um caso com sua cunhada. Evidentemente, não pôde deixar isso vazar em casa…

 

Rejeição dupla

 

Entre casos e “causos”, há o de Jesus alvarenga Ribeiro, um dos frequentadores do famoso bar lua Nova, no térreo do edifício arcângelo Maleta, reduto da boemia belorizontina do início dos anos 1960. Com toda a pompa e circunstância que um anúncio dessa natureza exige, certo fim de noite ele comunicou a seus colegas de copo e de cruz: “Vou morrer no dia 13 de março, às 15 horas.” Evidentemente, poucos o levaram a sério, mas como ele continuasse a repetir a data, sem demonstrar qualquer tristeza ou preocupação diante do fato, quem passou a ficar com a pulga atrás da orelha foram seus amigos. indagam daqui, indagam dali, mas ninguém atinava sobre as razões do futuro defunto.

a coisa e o diz que diz tomaram tal vulto que, na data aprazada, todo mundo que frequentava o bar e mais meia Belo Horizonte rumaram para o endereço de Jesus. O clima era de pré-velório, naturalmente. Ele já comprara o caixão (a muito custo, pois não se vende esse artigo sem defunto), e de quebra encomendara coroas de flores, velas e, para ninguém passar vontade, comida e bebida à farta. Após receber a todos com naturalidade, poucos minutos antes das 15 horas, ele vestiu o terno e deitou-se no caixão.

Teve início a contagem regressiva dos segundos: 10, 9, 8, 7, 6… silêncio absoluto – exceto pelas emissoras de rádio que transmitiam do local em tom sepulcral –, 15 horas, contadas no badalar do relógio da sala. após um minuto de silêncio e expectativa, eis que “o morto” se levanta e comunica que, como a morte não o quis, ele anunciava a todos sua candidatura à vereança da cidade. O azar dele foi que as urnas da política também o rejeitaram… ele não foi eleito.

 

Dinheiro vivo

 

as pesquisas de Marinho demandaram cerca de dois anos. algumas histórias ele recebeu de amigos, outras levantou do noticiário do dia a dia. Há o caso do professor chinês lin que gastou mais de 10 mil euros (cerca de 30 mil reais) para enterrar seu cachorro. Ele venceu a resistência dos administradores do cemitério de chenglu, cidade da província de Schiuan, que evidentemente não aceitam animais, e conseguiu que realizassem o funeral e o enterro do cão. O dinheiro foi gasto no aluguel do espaço fúnebre, onde o corpo permaneceu durante dois dias em câmara ardente, flores, pagamento aos funcionários e aluguel de uma limusine para transportar o corpo. Sobre o terreno onde o animal foi enterrado, lin plantou uma árvore para lembrar o amigo.

Seja para quem tem dinheiro disponível, como o chinês lin, seja para quem não tem as mesmas condições, um enterro sempre é uma despesa (e um trabalho) extra para a família. Em seus levantamentos, o jornalista descobriu a paulistana Maria aparecida, que encontrou o seu ganha pão nesse mercado sempre aquecido, e sem data para acabar. Ela é uma promoter de funeral. com desenvoltura, como se estivesse tratando de uma festa, ela fala ao telefone sobre castiçais de prata, tapetes, flores, pianista e até comidinhas, a serem servidas durante o velório. Bem melhor para quem, surpreendido pela passagem do ente querido, nem sempre tem cabeça para cuidar desses detalhes…

ainda no mundo dos negócios, funciona desde 2008, em São Paulo, a Funeral Home, a primeira empresa de luxo nesse ramo no País. O empreen-dimento, que ocupa um suntuoso casarão de 800 m² na avenida Paulista, oferece toda a assistência à família, desde que o corpo sai do hospital até a missa de sétimo dia. além de quatro salas de velório – São Paulo, Roma, Paris e Nova York –, há uma capela ecumênica, sala com televisores e computadores ligados à Internet, terraço, manobristas e seguranças. O aluguel de uma sala mais barata gira em torno de dois mil dólares. Detalhe: na saída do velório, após se servirem no bufê, os visitantes recebem lembrancinhas “bem-velados”, que remetem aos populares bem-casados.

Para não ficar atrás, Belo Horizonte também inaugurou o seu Funeral House, um espaço especial para receber tais eventos (isto não está no livro). a empresa está instalada em um palacete tombado pelo patrimônio histórico mineiro, na Avenida Afonso Pena, 2158, aos pés da Serra do curral. Também oferece aos familiares e participantes do velório todo o conforto físico e espiritual. a propósito, Mário Marinho foi convidado para o lançamento do empreendimento, no dia 23 de março, ocasião em que promoveu uma noite de autógrafos de seu livro Velórios Inusitados. Para adquirir um exemplar, no valor de R$ 32,00, consulte o site da editora www.saeditora.

Leia Mais: http://www.revistakalunga.com.br/240/casos-de-ultima-hora/#ixzz1UjrNxxQh
(Revista Kalunga)

“Curar…” de David Servan-Schreiber nos oferece esperança

«Por que  Curar é um enorme sucesso em todos os países em que é publicado?

Porque as pessoas estão ansiosas por conhecer novas maneiras de lidar com ambientes de stress e porque este livro, escrito por um psiquiatra formado de forma tradicional que ousa pensar de uma forma não tradicional, oferece uma alternativa que pode funcionar e, ao fazê-lo, oferece-nos esperança.»

Antonio Damásio

 DAVID SERVAN-SCHREIBER

David Servan-Schreiber nasceu a 21 de Abril de 1961, em Neuilly, em França. Após ter estudado medicina e psiquiatria, David Servan-Schreiber voltou-se para a investigação fundamental em neuro-ciências cognitivas. Regressou depois à prática clínica prosseguindo os seus estudos em neurologia das emoções. Passou mais de vinte anos na América do Norte, onde contribuiu para fundar e em seguida dirigir o Centro de Medicina Complementar da Universidade de Pittsburgh.

Faleceu a 25 de Julho de 2011, após uma prolongada luta contra um bastante agressivo câncer de cérebro, que lhe tinha sido diagnosticado em 1992.

Medicina Tradicional Chinesa é eficaz para a síndrome do pânico

Capa do livro da Sá O MESTRE DO SEU SISTEMA/Máera Moretto

Distúrbios emocionais como ansiedade e síndrome do pânico atacam desde jovens de 15 até adultos de 45 anos. Pelo menos cerca de 170 milhões de pessoas têm síndrome do pânico em todo o mundo. Trata-se de um desequilíbrio que se impõe como um dos mais importantes para a saúde pública. E mobiliza recursos expressivos, até mesmo para o desenvolvimento de campanhas de prevenção da síndrome, como já acontece no Rio de Janeiro. Por isso, a acupunturista e fisioterapeuta Máera Moretto, que há dez anos trabalha com a Medicina Tradicional Chinesa – e já atendeu mais de 300 casos de síndrome do pânico -, escreveu e lança o livro O Mestre do Seu Sistema – O caminho de volta da ansiedade e da síndrome do pânico, da Sá Editora. O livro fala sobre como enfrentar a ansiedade, o estresse, fobias e outros transtornos emocionais com os ensinamentos da Medicina Tradicional Chinesa e ainda conta, em linguagem simples, os resultados observados em sua prática, com diversos perfis de personagens criados a partir de pacientes reais.

Cartas ao cão – lançamento em Santos, Livraria Realejo

“Uma prosa acelerada e inteligente, ao mesmo tempo sutil e excessiva, faz desse romance de estreia da jovem autora uma narrativa que destoa da literatura pop brasileira de hoje.”Bruno Zeni, Guia da Folha 

 No próximo dia 05 de junho, a partir das 18:00 h, Tatiana Busto Garcia autografa em Santos, na livraria Realejo, seu livro de estreia CARTAS AO CÃO, já considerado um marco na literatura pop que se faz atualmente no Brasil. A geração que hoje está em torno dos trinta anos deve se identificar de imediato com o livro, que trata com delicadeza e humor mitos, referências musicais, cinema, consumo e relações sociais e amorosas.

 Em Cartas ao cão, Tatiana apresenta duas narrativas.  Uma história ocorre em Santos, e tem como personagem principal a menina Lúcia, de oito anos. Prestes a fazer aniversário, Lúcia quer se esconder de tudo e todos, para que ninguém descubra seu segredo: ainda faz xixi na cama. A garota ainda não compreende direito a morte do pai e a presença do padrasto em sua casa. Na escola não tem amigos. Para ela, o mundo do faz-de-conta parece estar desaparecendo em meio à realidade dura do mundo adulto. Em muitos momentos, porém, sua vida parece misturar-se às fantasias que ainda alimenta.

Outra história se passa nos tempos atuais e é protagonizada por Nola, uma arquiteta que mora em São Paulo com seu fiel companheiro – o buldogue Kojak – e Tom, o irmão gay que trabalha como modelo. À beira dos 30 anos, Nola gosta de analisar desconhecidos observando suas conversas ou suas compras e enfrenta o dilema de não ter certeza se fez certo em ter colocado sua mãe, já idosa, viúva e em cadeira de rodas, em um asilo.

 Ambas as narrativas têm protagonistas observadoras e cheias de devaneios, que, na verdade, parecem buscar seu lugar no mundo. Durante o romance, situações inesperadas e revelações vão entrelaçar as duas tramas e deixar o leitor sem fôlego. Visite o site da editora (www.saeditora.com.br) para ler e fazer o download do primeiro capítulo de Cartas ao cão.

 A autora tem um site interativo WWW.cartasaocao.com.br  em que colocou seus personagens em movimento, seja através de uma playlist com as músicas mencionadas no livro, bem como, pra não fugir a veia de cineasta, vídeos que retratam os ambientes percorridos pelos personagens.

 

Sobre a autora

 Tatiana Busto Garcia nasceu em Santos em 1981.Escritora, ilustradora e cineasta, com formação em Cinema pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP. Estudou linguagens visuais na Universidad Complutense de Madrid e no London Institute, e movimentos de vanguarda musical na Tate Britanny.

Escreveu e ilustrou o livro infanto-juvenil “A Velha Magrela, a Gata Fornela e os Óculos-Janela”, premiado pela Secretaria de Cultura de Estado, o qual, mais tarde, adaptou para espetáculo teatral que circulou com a Cia. Arueiras do Brasil pelo SESC São Paulo. Com o mesmo livro, foi convidada a realizar diversas sessões de contação de história em livrarias de São Paulo.  Criou e roteirizou o “You Rock!”, projeto de série musical interativo formato transmídia e um dos dois finalistas do “Pitching Oi 2010”, ainda em fase de votação. Além disso, fez direção de arte para vários curtas, mais recentemente, para “Jardim Beleléu” (ficção, 16mm, 15’) de Ari Cândido Fernandes, e “A Sombra de Sofia” (ficção infanto-juvenil, HD, 13’) , de Flávia Thompson, e roteirizou séries televisivas.

Escreveu e dirigiu “Entre o Mar e o Sertão” – documentário sobre a vida e obra do cineasta Glauber Rocha para o SESC TV.

 Sobre a Sá Editora

 Fundada em São Paulo, no ano 2000, a Sá Editora se lançou no mercado brasileiro com um diferencial: a publicação de obras de qualidade na área de ficção e não-ficção, sempre com tratamento editorial único.

Alguns best-sellers da editora são: “De Moto pela América do Sul”, escrito por Che Guevara, obra que inspirou o filme “Diários de Motocicleta”, do diretor Walter Salles; “Curar”, de David Servan-Schreiber; “O Atentado”, de Yasmina Khadra; “A viagem de Heitor à procura da felicidade”, de François Lelord; “Acredite em você e vá em frente”, de Richard Branson; e “A morada dos deuses”, do jornalista Carlos Tramontina.

A Sá Editora já participou como convidada representando o Brasil na Feira de Frankfurt e no Salão Internacional do Livro de Paris, além de estar presente na Bienal do Livro. A editora faz parte da Libre – Liga Brasileira de Editoras e sua proprietária, Eliana Sá, é a atual vice-presidente da entidade. Mais informações pelo site www.saeditora.com.br ou nos telefones (11) 5051.9085 e 5052.9112.

 Ficha técnica

 Cartas ao cão  

Editora: Sá Editora

Autora: Tatiana Busto Garcia

ISBN: 9788588193482

Páginas: 288

Formato: 14x21cm

Preço: R$ 33,00

"Um ônibus pra lua" – fotos do lançamento

ofic_onibus.JPGEliana Sá e Nireuda Longobardi realizaram uma bela oficina com as crianças na Livraria Martins Fontes. Tesoura e papel e muita, muita criatividade e talento dos leitores que fizeram foguetes lunares incríveis. Vejam imagens!

Nireuda Longobardi, ilustradora, e Eliana Sá, autora de textos

Nireuda Longobardi e Eliana Sá,  autoras de “Um ônibus pra lua”, da Sá Editora

Viroria, Mateus e NireudaVitória,Mateus e Nireuda

andre-bruno-e-isa.JPG 

André, Bruno e Isa

Sá Editora irá publicar grandes nomes da literatura turca atual

Com o suporte do TEDA, Ministério da Cultura turca, a Sá acaba de ser selecionada para publicar dois grandes nomes da literatura turca atual: Oya Baydar e Tuna Kiremitici. Os textos serão traduzidos direto do turco por Marco de Pinto.

Veja notícia no jornal turco direto neste link

Turkish literature finds international audience through TEDA

Turkish literature has been translated into 39 languages and has reached 50 foreign countries thanks to the efforts of the Ministry of Culture and Tourism’s Translation Subvention Project (TEDA), which decided during its first meeting of the year to provide state funding for the translation of an additional 83 books.
http://www.todayszaman.com/tz-web/detaylar.do?load=detay&link=185205

"Babyji", premiado como literatura GLBT nos EUA e agrada às leitoras brasileiras

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Abha Dawesar, escritora indiana, autora da literatura GLTBOs prêmios Lambda Literary Awards (também conhecidos por “Lammies???) são atribuídos anualmente pela Lambda Literary Foundation, dos Estados Unidos, a obras publicadas sobre temática GLBT.Os prêmios foram instituídos em 1998 e as suas categorias incluem Romance,Biografia, Ensaio e outras. A Lambda Literary Foundation indica que a sua missão é “celebrar a Literatura GLBT e providenciar recursos aos escritores, leitores, livreiros, editores e bibliotecários – toda a comunidade literária???.

O Stonewall Book Award é um prêmio literário patrocinado pela Comissão Gay, Lesbian, Bisexual, and Transgendered da American Library Association, que distingue anualmente as obras de ficção (Barbara Gittings Literature Award) e não-ficção (Israel Fishman Non-Fiction Award) de temática GLBT publicadas em língua inglesa. O prêmio é anunciado em Janeiro de cada ano, e os autores premiados recebem um placa e um prêmio monetário.

Babyji, de Abha Dawesar, foi vencedor desses prêmios em 2006, se consagra como um clássico que prega a diversidade sexual, ao narrar com grande sensibilidade os amores lésbicos de uma adolescente indiana, nos anos 90, em Nova Dhélli.

O livro acaba de ser lançado no Brasil pela Sá Editora e começa a ser distribuido para as livrarias esta semana.

Uma história de descobertas sexuais na adolescência

Anamika, ou Babyji, vive em Nova Délhi. Na escola, ela se destaca: é a representante de classe e a melhor aluna de Física Quântica. Em casa, lê o Kama Sutra às escondidas. Sedutora, tenta sempre parecer madura, provocando homens e mulheres, sejam jovens ou mais velhos do que ela.??vida de experiências e de saber, questiona a justiça e a relevância do sistema de castas indiano, o conservadorismo, a homossexualidade e a religião.

Mas será através do sexo que ela vai encontrar algumas das respostas que procura. Desafiando as regras de um país onde a sexualidade se expressa em padrões rígidos, embarca numa série de romances: de uma sofisticada mulher mais velha, à empregada da casa dos pais; empenha-se também em seduzir uma das colegas mais cobiçadas pelos garotos da escola, enquanto se comporta como uma verdadeira “Lolita??? para um amigo de seu pai.

Singular e transgressora como todos os que buscam a verdade sobre si próprios e o mundo, Anamika confronta-se com questões capazes de abalar pessoas bem mais velhas do que ela. Vejamos se será capaz de vencer tão imensos desafios nos quais se joga tão precocemente…

A escritora indiana Abha Dawesar, autora do livro, prega a liberdade de escolha sexual e a liberação feminina em todos os seus aspectos, como falou a um jornal de Portugal no ano passado, na ocasião do lançamento de seu livro em tradução portuguesa: “Babyji é rebelde. Surpreende-se e desafia-se a ela própria com as suas ações, as suas relações. Mas acho que ela gosta, de fato, de mulheres. Já não se pode dizer o mesmo da sua amiga Sheela, que está disposta a experimentar com ela, mas talvez goste de rapazes também. Elas estão descobrindo as mesmas coisas mas com uma abordagem diferente.Babyji está sempre entre mulheres, as suas amantes, a sua mãe… Ela não gosta do fato de uma garota ter de aceitar um casamento combinado e passar a vida a preparar comida e a lavar pratos para os maridos. Quer ter formação e um futuro diferente do que tiveram aquelas mulheres???.

Ouça a entrevista com Cybelle Weinberg na CBN

Ouça a entrevista da autora Cybelle Weinberg na CBN falando do livro Sabores Inconscientes, que reúne textos que relacionam experiências afetivas e gastronomia

Fonte.

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Fone/Fax: (11) 5051-9085
Fone: (11) 5052-9112