No Rio de Janeiro, leitura contra a violência

 

A imagem pode conter: 2 pessoas, atividades ao ar livre
Luiz Oliveira para Livros & Educação

EDUCAÇÃO, TECNOLOGIA E VIOLÊNCIA
Tiroteios criam novo modelo de ensino à distância

Professores de colégio na Maré desenvolvem aplicativo que leva aulas e avaliações para celulares

Três professores da rede municipal de ensino, preocupados com os constantes tiroteios na Favela Nova Holanda, no Complexo da Maré, desenvolveram um aplicativo que permite a estudantes terem acesso ao conteúdo escolar e interagirem com os professores mesmo longe das salas de aula. O projeto está em fase de testes numa das unidades do moderno conglomerado educacional da região. A ideia já foi “comprada” pela Secretaria de Educação da cidade, que estuda uma forma de disseminá-la para outras escolas em regiões conflagradas.

ANA BRANCO O Globo 7 maio 2017.

Em teste. Thauany Ferreira e Maria Eduarda Teixeira testam o aplicativo na escola: projeto, que deve ser implantado daqui a um mês, vai beneficiar 400 alunos
Desenvolvido pelo professor de matemática e analista de sistemas Jorge da Costa Silva, o Lace (Laboratório Ampliado de Convivência Escolar) foi criado a partir de ferramentas gratuitas com objetivos pedagógicos, que contou com a participação do professor de Língua Portuguesa, Alex de Souza, e da diretorageral do Ginásio Carioca Olimpíadas 2016, Ana Flávia Teixeira Veras. Com o aplicativo, os estudantes terão acesso ao conteúdo das aulas, a reposições, a vídeos, às avaliações, aos jogos educacionais e à interação com os professores. A intenção é estender o ambiente escolar para fora da sala de aula.
— Desde o início, nosso desejo era criar um espaço que os alunos usassem nos dias de interrupções devido a conflitos armados ou qualquer outro motivo — afirma Alex de Souza.

CONFRONTOS QUASE DIÁRIOS
Um dos locais mais violentos de toda a Maré, a Nova Holanda faz divisa com a Baixa do Sapateiro, dominada por uma facção rival — o que faz com que os confrontos na área, batizada de Faixa de Gaza, sejam constantes. É por causa dessa rotina violenta que o Ginásio Carioca Olimpíadas 2016 já interrompeu as atividades 12 vezes este ano. Ao longo de 2016, houve 17 dias sem aulas.
— Estudei a minha vida inteira em escola pública. A escola é onde temos a possibilidade de fazer escolhas. Eu, por exemplo, frequentei o mesmo colégio que Fernandinho Beira-Mar, mas fiz a minha opção. Hoje, como diretora de uma escola dentro de uma favela, me sinto muito frustrada a cada vez que preciso fechar a unidade por causa da violência. Não podemos negar o acesso à educação — ressaltou Ana Flávia.
Em testes há três semanas, o aplicativo deverá se tornar parte da rotina dos 400 estudantes da unidade dentro de 30 dias. Alunas do 8º ano, Thauany Ferreira e Maria Eduarda Vieira estão ansiosas pelo uso da ferramenta.

MATEMÁTICA MAIS DIVERTIDA
Por enquanto, apenas um grupo de 20 alunos explora a plataforma digital. Uma delas é Alane Araújo, de 13 anos. Aluna do 7º ano, ela afirma que as aulas de matemática pelo aplicativo são mais interessantes:
— Gosto muito de estudar matemática pelo aplicativo, porque as aulas são através de jogos com diferentes níveis e fases. Então, a cada fase que eu passo, mais interessante e convidativo fica.
A possibilidade de conversar com os professores fora da escola é o que chama a atenção de Kauan da Costa, de 13 anos. Nascido e criado na Nova Holanda, ele confessa ficar triste quando é impedido de frequentar a escola por causa da violência:
— Esse aplicativo me dá a chance de estudar mesmo sem estar na escola. Eu posso conversar com os professores, tirar dúvidas e aprender.
O aplicativo já conquistou o secretário municipal de Educação, Cesar Benjamin, que deu o pontapé inicial para levar a iniciativa a todas as outras escolas da rede. Um grupo de estudos com profissionais de informática foi criado para encontrar uma forma de ampliar o alcance da ideia.
— Foi uma ideia muito criativa de professores que estão em campo, sujeitos a essa situação, e demonstraram todo seu amor à educação — diz Benjamin.
Ainda não há uma data definida para o lançamento do aplicativo na rede municipal. Para o secretário, no entanto, a onda de violência que atinge várias regiões do Rio vai acelerar o processo:
— Estou preocupado porque o Rio corre o risco de se inviabilizar econômica, social e culturalmente. A educação, especificamente, precisa de paz. É claro que a violência acelera e torna mais importante esse tipo de ação. É interessante também porque recebemos uma pressão de alunos que não querem perder aulas.

ELIANA SÁ ABRINDO AGENDA PARA PALESTRAS DE DIVULGAÇÃO DA LEITURA

ABRINDO AGENDA PARA PALESTRAS DE DIVULGAÇÃO DA LEITURA ouvindo o leitor que há em cada um, criando coletivamente, este o espírito das OFICINAS E PALESTRAS que a editora Eliana Sá, da Sá Editora,  conduz para crianças, jovens e adultos.

“Em nossas oficinas e palestras, falamos de leitura desde o Braille ao Digital, da história do livro e de como a Leitura, em qualquer suporte, papiro, papel, tela de tablet, faz parte da história social da Humanidade, pois é ela que transmite o conhecimento de geração a geração, ” diz Eliana Sá, uma profissional com mais de 30 anos de carreira como editora, proprietária de editora e autora de livros.

As oficinas e palestras podem ser formatadas para idades e públicos de tamanho variado, também em sua duração. 
“Estamos abrindo agenda para este ano para feiras, escolas, instituições, condomínios. Fale conosco!”

 

Nossos infantis sendo lidos por crianças na África

A autora Eliana Sá doou seis livros que escreveu e publicou no Brasil para a Biblioteca do Worldreader. Eles estão começando a ser lidos por crianças na África, em celulares, gratuitamente.” Acho este programa simplesmente o máximo e meu sonho seria desenvolver algo assim aqui no Brasil” — comentou Eliana Sá.

Conheça o programa que incentiva a leitura pelo celular em vários países do Terceiro Mundo!

EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO COM A FAMÍLIA DE PATINHOS

PATINHOS QUE ENSINAM A TOMAR CUIDADO COM O TRÂNSITO Os patinhos vêm à cidade visitar um primo e não conhecem nada sobre o trânsito e como andar na rua, o que pode e o que não pode fazer. Imagine a confusão! Este texto, em forma de poesia, fala sobre as regras e limites do trânsito. Explica à criança como existem limites para motoristas e pedestres, etc. Também dá os primeiros ensinamentos sobre sinalização de trânsito urbano.
Nas livrarias digitais, preço médio 9,90

LEITURA DIGITAL TIN TIN POR TINTIM

Falo muito por aqui e divulgo meus livros digitais para crianças… mas tem muita gente que ainda desconhece o que é um livro digital ou e-book… por isso decidi postar aqui esse texto que explica bem como usufruir dessa maravilha que agora está ao nosso alcance: a leitura pela telinha. Aprenda, divulgue, compartilhe! Abraço da Eliana Sá

O que é um livro digital? – por José Fernando Tavares

Ebook ou e-book é uma abreviação do termo inglês eletronic book e significa livro em formato digital.

Em prática é um arquivo que funciona no seu computador, tablet ou celular e que pode ser uma versão eletrônica de um livro que já foi impresso ou um texto original publicado apenas na forma digital.

Leia mais , clicando abaixo…

https://editorafamper.com.br/o-que-%C3%A9-um-livro-digital-90736bcffa18

Da argila ao digital: uma breve história do livro

— Mesopotâmia: barras de argila eram usadas como suporte para as publicações

— Egito: rolos de papiro (planta)

— Grécia e Roma: os primeiros livreiros e as primeiras “casas de copiagem”, ou scriptoria ; a BIBLIOTECA DE ALEXANDRIA chegou a ter 700.000 rolos de papiro em um momento de sua história

— Século I d.C. : surge o códex, volume de páginas de pergaminho, amarradas de um dos lados, podendo ser folheada; o códex perdurou por toda a Idade Média; aqui também marca o início das editoras, com o processo sendo feito em conventos. As linhas de produção editorial incluíam copistas, revisores e ilustradores, cada um executando funções distintas, mas coordenadas

— Século XII: aparecem os negociantes, copiadores profissionais e fornecedores de livros, ligados às universidades. organizam-se em corporações e assumem o monopólio de sua própria profissão.

— Século XV: dois acontecimentos vitais são a introdução do papel e do tipo móvel. O incunábulo: livros paginados e com frontispícios com marca do editor e data de publicação. O papel da Reforma e da contra-reforma na expansão dos livros e o aparecimento da Censura.

— Século XVI; a população da Inglaterra se alfabetiza em 100% (até aqui, 60% já era alfabetizada)

— Século XVIII: cresce a ideia de que a erudição se ganha com Leitura; cresce o índice de alfabetização entre as mulheres; publicação das grandes Enciclopédias, como a Enciclopédia Britânica; em 1710 , promulgado o British Copyright Act (LEI BRITÃNICA DOS DIREITOS AUTORAIS); 2 milhões de livros publicados no mundo

— Século XIX: 8 milhões de livros publicados; por volta de 1900, uma novela best-seller vendia 600.000 exemplares no mundo de língua inglesa; a urbanização, a industrialização e a educação impulsionam o mercado de livros

Século XX: um novo suporte para o texto, telas!, e eis que contamos com um novo recurso para a publicação e a leitura: o e-book, o livro digital.

Sá Digital: um capítulo na história do livro

DIGITAL NA PONTA DA LÍNGUA

Ensino de Idiomas com Literatura Infantil é a proposta da Sá para pais e professores

Estudos recentes demonstram que aprender e desenvolver habilidades em outras línguas — como falar e escrever — dão flexibilidade ao cérebro, aceleram a criatividade e a capacidade de aprendizado como um todo.

No mundo globalizado em que vivemos, é cada vez maior o desejo dos pais e da escola de fornecer instrumentos às crianças que lhes permitam se desenvolverem como cidadãos do mundo.

Uma história e três versões

Foi pensando em tudo isso que a Sá Editora lançou os Babybooks, uma coleção de 30 livrinhos digitais, onde cada história em português ganha sua versão para o inglês e o espanhol, todas assinadas pela autora Eliana Sá. A coleção vem para estimular a curiosidade da criança para o aprendizado de idiomas e também para auxiliar no ensino bilíngue.

“A ideia inicial é de trabalhar com os dois idiomas mais falados no mundo ocidental, o inglês e o espanhol. A escolha da faixa a partir dos 05 anos de idade deve-se ao fato de que as crianças já estão alfabetizadas ou prestes a se alfabetizar e, nesta fase da vida, uma abertura ao universo para outra língua é fundamental no desenho do futuro desse indivíduo” como explica Eliana Sá.

 O uso da Literatura: A intertextualidade é forte elemento na construção da “passagem” cultural que facilita o aprendizado. Os contos têm a forma de narrativa simples e bem-humorada, com ilustrações grandes e coloridas, atraentes para o pequeno leitor. Os livros seguem a mesma ordem e a mesma paginação, justamente para facilitar a passagem de um a outro idioma.

“Como produtora e criadora, estou sempre numa busca contínua de novas formas de interação com as crianças. E, com uma audiência infantil cada vez mais imersa na tecnologia, acredito que seja este o melhor momento para trabalharmos este projeto” continua Eliana.

CONFIRA OS TÍTULOS DOS BABYBOOKS

O peixinho medroso/ The timid fish / El pececito miedoso

Pinguim de mochila/Backpack pinguim/ Pinguino de mochila

Uma ponte luminosa/A shinning bridge / Um puente luminoso/

O cavalinho vermelho do carrossel/ The little red horse on the merry-go-round/ El caballito rojo del tiovivo

A bolsa nova da Lili/ Lili’s new handbag /El bolso nuevo de Lili /

A viagem dos coelhinhos/ The bunnies go on holiday / El viaje de los conejitos

Um ônibus pra lua/A bus to the moon/ Um autobus a La luna

A casa/ A house, a home/ La casa

Tem pato no trânsito/There’s a duck in the trafic/ Hay um pato em El trafico

A caixa de Pandora/ Pandora’s Box/ La caja de Pandora

Todos estes títulos estão nas livrarias digitais e também fazendo parte de bibliotecas digitais brasileiras. Fale conosco se você quiser adquirir uma coleção completa para sua biblioteca.

www.saeditora.com.br  comercial@saeditora.com.br

101199010651hdb1ikosl1016623645

Infantis em inglês, português e espanhol para ler no tablet! Conheça os livrinhos digitais da Sá Editora!

Publicações digitais próprias e prestação de serviços para autores