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AUTORES DA SÁ – GUL IREPOGLU, UMA ESCRITORA QUE PESQUISA A RICA HISTÓRIA DA TURQUIA

Gul Irepoglu recebeu a edição brasileira de seu A CONCUBINA das mãos da editora Eliana Sá, em visita à Turquia (2011).

Gül Irepoglu nasceu em Istambul em 1956. Cursou Arquitetura na Academia de Belas Artes Mimar Sinan, em Istambul. Fez carreira acadêmica no Departamento de História da Arte da Universidade de Istambul. Em 1984, doutorou-se em História da Arte. Especializou-se em  Arquitetura e Arte Otomana.

Publicou vários livros sobre História da Arte e uma série de artigos sobre a arte dos séculos XVIII-XX, com foco na história das joias e nas relações  culturais e artísticas entre Oriente e Ocidente. Ministrou conferências  em universidades dos Estados Unidos, Alemanha, Paquistão.

Gul Irepoglu faz parte da Comissão Nacional da Turquia para a UNESCO e do Comitê do Patrimônio Nacional, que luta pela conservação dos monumentos. Tornou-se personagem conhecida no país, depois de apresentar uma série na televisão sobre história otomana.

Seu segundo livro, A concubina, publicado no Brasil pela Sá Editora ( impresso e e-book) narra a história de uma concubina, o chefe eunuco do harém e o Sultão Abdülhamid I, através de cartas de amor.

Especialista em joias, a historiadora e escritora, autora de A CONCUBINA, destaca: “ o tesouro Otomano oferece uma mistura do precioso e do curioso, em modelos grandes e em  outros mais simples, usando no cotidiano. Ele reflete tanto as características complexas de um império de grande esplendor como a extensão da vida na corte”.

“Porque permaneceu no Palácio de Topkapi (Istambul), e nunca foi confiscado nem saqueado, o tesouro Otomano sobreviveu à passagem dos séculos. Este palácio merece uma visita a sua coleção deslumbrante de joias e artefatos preservados.”

Para fabricar as joias da corte, os artesãos usavam pedras provenientes de todo o mundo, incluindo diamantes da Índia, rubis do Ceilão, esmeraldas do Egito, turquesas e pérolas do Yemen. Grande pedras preciosas eram adicionadas aos turbantes dos sultões. Funcionários em altos cargos e damas da corte também usavam pedras em seus ornamentos de cabeça, mas em formatos menores, não tão pomposos ou exagerados.