Máera Moretto, de O MESTRE DO SEU SISTEMA, entrevistada na Rádio USP
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Entrevista Rádioa Usp Máera Moretto /
segunda parte entrevista usp maera
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Projeto para Flying Rivers; 4 livros para o aluno e 4 para o professor/ ilustrações de Fabiana Salomão/ Projeto gráfico 2 estúdio gráfico/projeto editorial Eliana Sá/Sá Editora/ textos de Sheila Gomes, Lúcia Pimentel Goes e Eliana Sá
Livro 1 Natureza-Vida: ciclos e transformações;Livro 2 Água-Vida; Livro 3 Energia – força da vida; Livro 4 Mãe-terra
Gül Irepoglu nasceu em Istambul em 1956. Cursou seus estudos de arquitetura na Academia de Belas Artes Artes Mimar Sinan de Istambul em 1979. Fez carreira acadêmica no Departamento de História da Arte da Universidade de Istambul.
Em 1984 se doutorou em História da Arte. Em 1991 passou a ser professora adjunta até que, em 1997, obteve a cátedra definitiva. Aposentou-se em 2005, para dedicar mais tempo a escrever. Durante seus 26 anos como catedrática da universidade ensinou pintura e arquitetura europeia e arte otomana.A realização de estudos comparativos entre estas duas culturas a interessa especialmente.
Publicou vários livros sobre história da arte, entre os quais Feyhaman Duran (sobre um famoso artista turco), Levni; Painting, Poetry, Colour (sobre um dos principais artistas otomanos da era Tulipa), The Sultan’s Portrait e Eyewitness of the Tulip Era.
Também publicou uma série de artigo sobre a arte dos séculos XVIII-XX; a história das joias e as relações artísticas entre Oriente e Ocidente.
Realizou conferências em distintas universidades dos Estados Unidos, Alemanha, Pakistão e Turquia,tanto em inglés como em alemão e turco.
Escreveu sua primeira novela ambientada na era Tulipa: I left my shadow over the tulip gardens, sobre um pintor e o Sultão Ahmed III, bem como a vida e as relações em um harém do século XVIII.
Seu segundo romance, recentemente publicado, A concubina, narra la historia de una concubina, do chefe eunuco de um harém e do sultão Abdülhamid I, através de cartas de amor.
Durante a temporada 2005-06, Irepoglu tinha um programa de televisão semanal na cadeia TRT2 chamado “A cidade e o lugar”, gravado no Palácio Beylerbeyi sobre ol Bósforo e onde discutiam temas relacionados ao ‘pasado’ e o ‘presente’ e conceito de ‘cidade’.
Irepoglu faz parte do conselho da Comissão Nacional Turca da UNESCO e dirige dentro dele mesmo o Comitê do Patrimônio Nacional.
AUTORA ESPECIALISTA EM JOIAS OTOMANAS – Como historiadora, Gul dedica-se também a estudar e catalogar o tesouro otomano, uma mescla do precioso e do curioso, do grandioso e do simples.
Para ela ” ele reflete tanto as complexas características de um império de grande extensão como o esplendor da vida na corte”.
Graças ao que permanece no Palacio Topkapı, em Istambul,e que nunca foi confiscado nem saqueado, o tesouro otomano conseguiu sobreviver ao longo dos séculos. Um museu impressiona os visitantes — dois mil a cada dia!
As joias preferidas pelos sultões eram os Aigrettes, ornamentos que levavam nos turbantes.
Os altos cargos do Estado e as damas da corte também empregavam este tipo de joias, ainda que os seus não fossem tão pomposos como os dos dirigentes.
Para fabricar as joias da corte, se empregavam pedras preciosas provenientes de todos os rincões do mundo, como diamantes da Índia, rubis de Ceilão e as (hoje em dia, SriLanka), esmeraldas do Egito, turquesas de Nisabur e pérolas do Yemen.
Como as mulheres otomanas valorizavam muito as joias, não usavam várias com o mesmo motivo, como faziam mulheres europeias, como preferiam utilizar muitas joias de estilos muito variados e usavam ao mesmo tempo muitas peças de diversos motivos.
Os leitores encontrarão muitas dessas joias descritas no livro de Gul Irepoglu, A CONCUBINA, pois elas compunham todo o ambiente de luxo e poder do império otomano. Disputadas pelas mulheres, cobiçados presentes pelas concubinas dos sultões, ou ornamentando mesmo a louça de uso diário no harém da corte.
Premier livre traduit en français d’Oya Baydar, sociologue et écrivain reconnue en Turquie, engagée à gauche et titulaire de plusieurs prix, Parole perdue est une formidable fresque, lente, dense et puissante, mettant en scène la Turquie contemporaine, ses violences et ses paradoxes, les liens entre l’Est et l’Ouest, les conflits kurde et irakien, mais aussi la haine, l’exclusion et l’intolérance, qui prospèrent partout. L’écrivain, qui fut porte-parole de l’«initiative de paix» lancée en Turquie en 2001 par les opposants au conflit avec les Kurdes, a arpenté l’Anatolie, ses montagnes austères, pelées et révoltées, où se côtoient l’espoir et l’oppression. Oya Baydar en a tiré une réflexion sur la spirale de la violence et les moyens de la combattre, le rejet de «l’Étranger». Dans ce roman, Elif la Turque est rejetée en Norvège par une poignée de jeunes radicaux; Mahmut, le jeune Kurde de l’Est, est rejeté dans l’ouest de son propre pays, la Turquie. «Nous sommes tous des étrangers en ce bas monde, écrit Oya Baydar. Nous sommes tous ennemis les uns envers les autres. (…) C’est toujours la même peur. (…) Nous sommes tous l’étranger de quelqu’un.»…
Tout à la fois opus politique-hymne à la paix et la tolérance et conte oriental lent, répétitif, musical, Parole perdue est aussi un livre sur l’amour et le bonheur, l’oeuvre du temps, la complexité des liens entre les êtres. C’est sans doute quand elle aborde la relation entre Elif, la mère, et Deniz, le fils, qu’Oya Baydar touche le plus juste : un mélange d’amour et d’exaspération, de honte et de remords, de tendresse et d’impuissance.
Oya Baydar n’est pas tendre pour beaucoup de ses confrères. Sa voix est différente, lourde du poids de la mémoire et des rêves fracassés d’impossibles révolutions. Parole perdue est un livre singulier au souffle puissant. Un livre inspiré, une incantation sur l’oppression et la violence. Auteure reconnue en Allemagne, déjà traduite en anglais, hongrois ou portugais, Oya Baydar n’a étrangement jamais été publiée en France…
C’est une livre à plusieurs voix. Il y a celle de l’écrivain qui part vers l’est à la recherche de lui-même, hanté par les réminiscences de sa jeunesse et d’une révolution où les kurdes devaient être l’avant-garde. «Ils étaient notre peuple, grâce auquel nous nous donnions bonne conscience en nous faisant jeter en prison en leur nom pour avoir utilisé le mot kurde. [...] Nous étions opprimés, persécutés et révoltés. Ce que nous étions, ils l’étaient trois fois plus», se souvient Ömer Eren pendant le long périple vers les montagnes limitrophes de l’Iran et de l’Irak où se sont nouées les tragédies de Zela et de Mahmut…
La violence est partout. Ce thème hante Oya Baydar. «La violence c’est celle de l’Etat comme celle du PKK qui le combat, la violence s’exerce surtout sur les femmes mais même aussi sur les souris de laboratoire que l’on dissèque», explique l’écrivaine, rappelant qu’«au fond de la violence il y a d’abord la peur de l’autre et que chacun a peur de l’autre». La militante qu’elle fut n’a pas abdiqué ses rêves. Elle espère un nouveau mouvement politique, différent de tout ce qui existe et dont le programme tiendrait «en dix phrases simples comme les dix commandements». Un parti qui ferait naître un pays nouveau, où Mahmut et Zelal ne seraient plus contraints à une interminable cavale.
A Eliana Sá, dona da Sá Editora, que eu conheci na Bienal lançando um livro infantil e já contei aqui no blog (http://blogdoleheitor.sintaxe.com.br/?p=308), também mandou um e-mail oferecendo três exemplares do livro dela para sortear. Já recebi os exemplares, li o livro e vou contar as histórias dele aqui neste post.
Esse nosso Clube de Leitura está ficando cada vez mais bacana. Vou sorteando esses e quem sabe aparecem mais brindes. Tomara!
O livro da Eliana Sá se chama Um ônibus pra lua, tem ilustrações da Nireuda Longobardi e foi publicado pela Sá Editora. Ela conta diversas histórias em textos com rimas. Eu gosto de histórias contadas com rimas, sempre que pego um livro assim, leio em voz alta. Gosto de ouvir o som das palavras rimando, se encaixando e contando uma história. Parece música! Deve dar muito trabalho escrever com rimas. A primeira história deste livro conta a viagem da família Coelho. O Zé Coelho conversou com a dona Coelha e foi comprar as passagens do avião. Cada filho do casal tinha um desconto. Mas, como o dia da partida ia demorar, e sabendo com são os coelhos, imaginem só o que aconteceu… Tem outra história que fala dos tipos de casa. “Se casa de índio é oca / e de passarinho é ninho, / a do tatu é toca. / Abelha mora em colméia, / formiga no formigueiro. / Ostra na sua concha / e galinha no galinheiro. Tem muitas outras histórias bacanas neste livro, a última, Um ônibus pra lua, tem o nome do livro e fala de um ônibus que saía “No domingo de manhã, / bem ali detrás da praça, / ia o ônibus pra lua, / e a viagem era de graça.” Apareceu tanta gente para viajar nesse ônibus e “O sucesso foi tão grande / que está linha continua. / Pode ser até que o ônibus / passe aí na sua rua!”
Eliana Sá é jornalista e editora de livros. Começou trabalhando com a Ruth Rocha na revista Recreio. Foi uma das criadoras da revista Crics. Editou centenas de livros em mais de 25 anos de carreira. Como autora de livros infantojuvenis, já publicou Dona Galinha e o ovo de Páscoa, Meu primeiro livro de poesias e Um amigo na caverna
Impressos em Braille, o alfabeto em relevo para a leitura com as pontas dos dedos
Autor: Sérgio Sá – compositor, músico e autor de três livros, deficiente visual.
“Meu livro fala sobre como despertar os sentidos, os outros que ficam às vezes embutidos ou esquecidos pela soberania da visão”.
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – Censo 2000, o Brasil tem 2,5 milhões de pessoas cegas ou com deficiência visual severa e este público tem extrema dificuldade em encontrar material de leitura.
Feche os olhos para ver melhor em Braille: 200 páginas- R$ 59,90 (dois vol.de 100 pág cada)
Impresssão: gráfica de excelência da Fundação para Cegos Dorina Nowill
Selecionado pelo FNDE
Nova edição em Braille, conforme a Nova Ortografia – Temos também a edição em tinta para facilitar a interação do deficiente com sua família ou professor
Consulte-nos! Pedidos para [email protected]

Alfabeto Braille : os pontos que aparecem em negro são impressos em relevo no papel; o deficiente visual “lê” com as pontas dos dedos
http://m.folha.uol.com.br/livrariadafolha/924345-bebo-porque-e-liquido-leia-mais-em-livro-sobre-a-cachaca.html
Bebo porque é líquido!”; leia mais em livro sobre a cachaça
da Livraria da Folha
Dentre todos os complexos de vira-lata que o Brasil suporta, um dos mais evidentes é quanto a qualidade e “sofisticação” de sua mais tradicional bebida. A cachaça é a representante maior para harmonizar com o carnaval e o futebol, os eventos culturais mais conhecidos e apreciados pelo povo.
Contudo, para ir um pouco além desse lugar comum, o livro “A Verdadeira História da Cachaça” retoma com muito sucesso todo o trajeto da branquinha e sua popularização no país, desfaz mitos culturais e mostra que ela tem passado por um processo de “valorização” por sua própria gente e está no caminho certo para conquistar o mundo.
O pesquisador Messias S. Cavalcante reúne informações fantásticas e preciosas sobre todo o processo de feitura, transporte, armazenamento e consumo da destilada bebida.
Além disso, o autor reúne frases e menções artísticas que se referem à cachaça. A frase do título, “Bebo porque é líquido! Se fosse sólido, comê-lo-ia”, é atribuída ao ex-presidente Jânio Quadros. Outro ex-presidente, Lula, também tem algumas anotadas, como “O dia em que o mundo experimentar uma boa cachaça brasileira, o uísque vai perder mercado”.
Messias, que detém a maior coleção de cachaça do mundo, com 12.800 garrafas diferentes, registrada no Guinness, oferece uma pesquisa de qualidade e dá um passo a favor de homenagear a bebida que cada vez ganha mais terreno em todos os tipos de classe social.
“A Verdadeira História da Cachaça”
Autor: Messias Cavalcante
Editora: Sá Editora
Páginas: 608
Quanto: R$ 50,00 (preço promocional)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha