Capa: Hélio de Almeida, com ilustração de Laura Beatriz
264 páginas
Formato: 14 x 21cm
A nova viagem de Heitor
À procura do tempo que passa
François Lelord
Reflexões sobre o tempo são o tema do novo livro da série
Último volume de uma série de sucesso que já apresentou aos leitores A viagem de Heitor à procura da felicidade e Heitor e os segredos do amor é lançado no Brasil.
Heitor, jovem psiquiatra um tanto ingênuo, parecia ter encontrado em suas viagens anteriores a explicação para a felicidade e para os segredos do amor… Mas ele bem vê que, à sua volta, muitas pessoas continuam a se atormentar, dessa vez por causa do tempo: há aqueles que se inquietam com o tempo que corre rápido demais… aqueles que empurram as decisões para mais adiante e percebem, um dia, que o tempo se foi e já é tarde demais… os apressados, que têm a impressão de carregarem um relógio na barriga, sempre atrás de ganhar tempo… E todos aqueles que gostariam de manter-se eternamente jovens apesar do tempo que passa… Heitor bem gostaria de ajudá-los. Mas, como? Como de hábito: partindo em uma nova viagem! Porque as viagens formam os psiquiatras. Sobretudo quando lêem um pouco de filosofia no avião. E quando encontram pelo caminho um velho monge tibetano, um xamã esquimó, um antigo amor… Ao fim de suas aventuras, Heitor encontrará algumas daquelas raras pessoas “que cantam muito bem a canção do tempo”. São seus segredos que ele nos revela nesta nova fábula.
Autor
François Lelord (França, 1953) é psiquiatra e escritor. Autor de vários livros de sucesso, traduzidos no mundo inteiro, como A viagem de Heitor à procura da felicidade (Sá Editora), 14° livro de ficção mais vendido em 2005 em todo o planeta; e Heitor e os segredos do amor (Sá Editora). Com A nova viagem de Heitor, Lelord fecha a trilogía dedicada ao seu alter-ego: o psiquiatra Heitor. Mais de um milhão de exemplares dessas aventuras já foram vendidos no mundo – inclusive no Brasil.
Leia um trecho
“… é melhor lutar contra o tempo, tentar brecá-lo, diminuir sua velocidade, fazer como se fôssemos sempre jovens, como se o tempo não passasse, ou, ao contrário, era melhor aceitar o tempo que passa, concluir que nada podemos contra ele e que, portanto, mais vale pensar em outra coisa? Ou um pouco das duas coisas? É melhor viver como se devêssemos viver para sempre ou pensando que podemos morrer a qualquer instante, amanhã mesmo ou, em todo caso, em não muito tempo? Cada vez mais, Heitor sentia que, se achasse respostas para essas perguntas, isso ajudaria muita gente, quase tanto quanto os cremes anti-idade e os suplementos dos suplementos. Toda vez que ele se punha a refletir e não conseguia achar a boa solução para as perguntas que fazia, Heitor tinha sempre a mesma vontade: viajar. Muito bem, pensou Heitor, por onde começar?”
