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Gostariamos de receber aqui depoimentos sobre leitura. Como você começou a gostar de ler? Quem lhe incentivou mais? Quais as dificuldades que você encontrou? Como se deram seus primeiros contatos com o livro? A importancia de pais, professores, bibliotecários, familiares. Escreva e compartilhe!
Nosso blog está aberto para todos que amam ler, os devoradores de livros, os apaixonados!
Em pouco mais de um mês de lançamento mais de 10 mil acessos. Este é o resultado do recém-lançado blog (www.ednauip.com.br) da escritora Edna Uip, que traz informações sobre o seu novo livro Espelhos Quebrados, que será lançado no próximo dia 11 de novembro, em São Paulo. Empresária bem-sucedida do ramo de transportes, advogada por formação, Edna, única mulher entre tres irmãos, sempre teve que se dedicar integralmente ao mundo racional dos negócios. “As emoções eram vividas muitas vezes secretamente por meio da escrita de diários e impressões sobre os comportamentos humanos.”, confessa.
Em Espelhos Quebrados, apesar de ser uma obra de ficção, Edna réune todas as sutilezas captadas e guardadas durantes anos de escrita, revelando organicamente cada uma de suas personagens. Em linguagem fácil e dinâmica, a autora permite uma interaçao integral e verdadeira entre personagens e leitor, que ora identifica-se, ora repudia as atitudes descritas na obra, ao reconhecê-las como sendo suas, mas até aquele momento inconsciente. Patrícia, Clarisse, Carmem e Clara são as personagens principais do livro, filhas de um pai violento e de uma mãe submissa.
Mesmo não sendo um livro de psicologia. Espelhos Quebrados vai fundo na alma humana, e possibilita um verdadeira avalanche de emoções, a partir da conscientização do leitor de suas virtudes, mas também defeitos, que acabam sendo resultados de vidas vividas longe da verdade essencial de cada ser. É como se cada leitor, em algum momento assumisse a condução da obra, tornando-se seu próprio personagem.
Densa, porém de fácil leitura e compreensão, é uma leitura obrigatória para quem quer entender de que forma as emoções dirigem nossas vidas e na maioria das vezes sem percebermos, acreditando que somos vítima do destino ou de ações alheias à nossa vontade. Para a autora, o ser humano é composto por muitos “eus???, frutos de crenças pessoais. “Sem perceber, assumimos todos eles e acreditamos que chegamos a um ser único. Na maior parte das vezes esse “eu??? é aquele que, na verdade, está mais afastado da nossa essência. Vamos nos deixando arrastar pela vida em sociedade e contaminamos todos e tudo a nossa volta”, avalia a autora, que já escreve mais três obras seguindo o mesmo estilo.
Nas livrarias a partir de 11/11/2009
http://espelhosquebrados.wordpress.com
Atualize-se! Entre na discussão sobre este livro incrível! Dê sua opinião!
Eliana Sá e Nireuda Longobardi realizaram uma bela oficina com as crianças na Livraria Martins Fontes. Tesoura e papel e muita, muita criatividade e talento dos leitores que fizeram foguetes lunares incríveis. Vejam imagens!
Nireuda Longobardi e Eliana Sá, autoras de “Um ônibus pra lua”, da Sá Editora
Vitória,Mateus e Nireuda
André, Bruno e Isa
Um texto forte, que desnuda seus personagens e as coloca frente a frente ao leitor provocando emoções e reflexões. As mulheres vão refletir sobre os modelos que adotam em suas vidas; os homens, sobre os papéis que assumem, às vezes à revelia de seus próprios desejos. Assim é ESPELHOS QUEBRADOS, romance de estreia de Edna Uip, paulistana, empresária, que decidiu assumir seu lado escritor e nos brinda já com uma narrativa rápida e envolvente, um “espelho??? sem cortes para os dia atuais.
Edna Uip nasceu em 1º de janeiro de 1962,

11/11 nas livrarias!!!

Eliana Sá (atualmente na Sá Editora e que trabalhou muitos anos na Editora Globo editando os livros do grupo) lança no próximo dia 24/10 dois livros para o público infantil: Um ônibus pra lua (Sá Editora) e Um amigo na caverna (Editora Scipione).
Assista a uma apresentação em slideshow:
A Palavra Perdida - já está sendo traduzido o livro de Oya Baydar, uma das maiores expressões da literatura turca atual; o tradutor Marco de Pinto trabalha direto do turco e promete para breve nos entregar os originais para lançamento em início de 2010.
Conheça mais sobre a autora ( enquanto o livro não vem) acessando o site oficial:
http://www.oyabaydar.com
PRIMAVERA DOS LIVROS ABRE NA QUARTA-FEIRA
A Primavera dos Livros estará no ar, no Centro Cultural São Paulo, de 10 a 13/09. Venha participar desta festa da leitura com as editoras independentes brasileiras. A Sá Editora estará presente com novidades e promoções.
Flores e livros, a combinação ideal para qualquer estação!
Sá Editora – filiada à LIBRE/Liga Brasileira de Editoras
www.libre.org.br
Com o suporte do TEDA, Ministério da Cultura turca, a Sá acaba de ser selecionada para publicar dois grandes nomes da literatura turca atual: Oya Baydar e Tuna Kiremitici. Os textos serão traduzidos direto do turco por Marco de Pinto.
Veja notícia no jornal turco direto neste link
Turkish literature finds international audience through TEDA
Turkish literature has been translated into 39 languages and has reached 50 foreign countries thanks to the efforts of the Ministry of Culture and Tourism’s Translation Subvention Project (TEDA), which decided during its first meeting of the year to provide state funding for the translation of an additional 83 books.
http://www.todayszaman.com/tz-web/detaylar.do?load=detay&link=185205
Cristina Warth: Sim, nós podemos!
27/8/2009
Criada sete anos atrás para defender os interesses dos pequenos editores e com fama de ser boa de briga, a Liga Brasileira de Editoras, a Libre, se prepara para intensificar mais o debate em torno da necessidade de maiores políticas públicas voltadas para os micros e pequenos empreendimentos na área. Surpreendida, nem bem tomou posse, com a decisão da prefeitura de São Paulo de cancelar o apoio à Primavera dos Livros, a nova presidente, Cristina Warth, explica por que foi preciso criar uma entidade voltada exclusivamente aos pequenos e enumera as conquistas obtidas até aqui. “Esse papel de cobrar e garantir oportunidades para os pequenos editores é tarefa fundamental de uma entidade como a Libre???, ela diz.
O que justifica existir uma entidade como a Libre para representar os pequenos editores?
A Libre, fundada em 2002, tem, frente ao processo de fusões e internacionalização do setor editorial, um papel fundamental na defesa dos editores nacionais e, especialmente, dos pequenos e médios empresários. Acreditamos que só de forma organizada será possível enfrentar a tendência de concentração do setor e cobrar políticas protecionistas e reguladoras. O livro, por suas características especiais, sendo ao mesmo tempo uma mercadoria e um bem cultural, cumpre papel estratégico ao ser propagador de cultura e informação. Porém, a livre circulação da produção cultural ou, se preferirmos, a bibliodiversidade, num mercado organizado a partir da lógica de resultados dos best-sellers, está ameaçada, pois esse direcionamento faz com que os livros sejam tratados como produtos perecíveis nas gôndolas dos supermercados. A pequena edição, que constrói seu catálogo a partir da criação de um fundo de catálogo, acreditando nos long-sellers, responsável também pela descoberta de jovens autores assim como pela produção e difusão de saberes locais, não conseguirá sobreviver, a não ser que consiga garantir medidas protetoras para fazer frente a esse processo; e esse papel de cobrar e garantir oportunidades para os pequenos editores é tarefa fundamental de uma entidade como a Libre.
Quais foram as principais conquistas dos pequenos editores nesses anos de Libre?
Em menos de uma década, vemos que a Libre se tornou uma importante interlocutora com o governo e com as demais entidades da cadeia do livro. Nos primeiros anos, acompanhamos com especial interesse os programas de compras governamentais, que tinham um formato que excluía a maioria de nossas editoras, pois exigiam produtos especialmente preparados para a licitação, eliminando a possibilidade de apresentação dos livros de catálogo. Outra coisa importante foi a limitação de títulos por editora, o que aumentou as chances das pequenas casas editorias. Vale registrar que, nesse processo de reformulação das licitações, temos encontrado no governo interlocutores sensíveis e cientes da importância de incluir as pequenas editoras nessas compras. Além disso, a rede de editores da Libre tem funcionado como um fórum privilegiado de discussão, tratando de temas relacionados à produção e à circulação de produtos e fazendo aumentar a profissionalização dos editores.
Quais devem ser as prioridades da sua gestão para os próximos anos?
O trabalho da diretoria para o próximo biênio pretende dar continuidade ao esforço das gestões anteriores, mas concentrará seus esforços na proposição de políticas para o livro com vistas a consolidar a inclusão e a participação de nossas editoras no mercado de forma competitiva. Buscaremos também, através de práticas solidárias, ampliar a participação dos editores libreiros em eventos nacionais e internacionais e a reduzir os custos de produção e distribuição. Pretendemos, ainda, acompanhar a evolução tecnológica com a preocupação de proteger os direitos de autores e editores. Finalmente, trataremos das Primaveras dos Livros com especial cuidado, pois acreditamos que é possível produzir um evento que una leitores, editores e autores de forma realmente democrática, contribuindo para o crescimento do interesse pela leitura. A profissionalização e o fortalecimento das editoras filiadas são alguns dos pontos mais importantes a serem trabalhados pela entidade. Acreditamos na necessidade de políticas públicas para o setor, que devem se traduzir em reais oportunidades e no fortalecimento dos pequenos e médios editores brasileiros.
Como a Libre encara a criação do Fundo Pró-Leitura?
Em primeiro lugar, reconhecemos a desoneração que beneficiou o setor a partir de 2004, apesar da questão das empresas optantes do Simples, que ao final não foram desoneradas e representam grande fatia do setor, sendo também as que sobrevivem com mais dificuldades. Além disso, vimos importantes setores da economia serem desonerados em função da crise sem que houvesse contrapartida. Tal postura seria justa para com o livro, que é atividade estratégica como difusora de cultura e conhecimento, mas frágil do ponto de vista do mercado. Contudo, reconhecemos o compromisso assumido pelo setor e achamos que os recursos recolhidos devam ser gerenciados pelo Estado, com a participação do segmento, e não pela iniciativa privada. No entanto, diante das dificuldades do setor, encaminhamos ao Ministro da Cultura pedido de análise de isenção para os empresários com faturamento até 2,4 milhões.
(Reprodução autorizada mediante citação da ‘Brasil que Lê – Agência de Notícias’)
Contato: [email protected]
A Chapa LIBRE Forte, encabeçada por Cristina Fernandes Warth, da Pallas Editora (RJ), e Eliana Sá, da Sá Editora (SP), foi eleita como a nova diretoria da Liga Brasileira de Editoras (LIBRE), entidade que reúne editaras de todo o País. A votação on line foi feita no início deste mês, e dos 101 membros da LIBRE, 55 escolheram a LIBRE Forte. A posse na nova diretoria ocorrerá durante o mais importante evento da entidade, a Primavera dos Livros, de 10 a 13 de setembro no Centro Cultural São Paulo. Conforme a nova presidente, Cristina Fernandes Warth, todas as ações tem como foco atender o coletivo que a entidade representa. “Continuaremos a aprofundar a discussão sobre a necessidade de políticas públicas que protejam o setor, a edição nacional e a bibliodiversidade, que é justamente o oposto da invasão das grandes editoras estrangeiras no mercado e também a luta contra o processo de concentração do setor???, apontou.
Fonte: Publishing News
“A ??ndia de BABYJI: cultura, castas e sexualidade” — este foi o título da palestra que Manuel Louceiro, tradutor de “Babyji” apresentou nas lojas Saraiva de São Paulo/Ibirapuera e de Campinas/Iguatemi. Louceiro, que já esteve por quatro vezes visitando a ??ndia, mostrou fotos e encantou a plateia discorrendo sobre a filosofia e a religião indiana, com seus deuses e sua cultura milenar — todos temas abordados por Abha Dawesar no livro Babyji que a Sá Editora lança no Brasil.